Power Rangers | Elenco da série original estará presente na premiere do novo filme

O novo filme dos Power Rangers terá sua premiere amanhã (22) nos EUA e a Lionsgate promete o encontro de gerações. O elenco da série original Austin St. John (Jason), Amy Jo Johnson (Kimberly), David Yost (Billy), Walter Jones (Zack) e Jason David Frank (Tommy) estarão no red carpet junto com os atores da nova versão Dacre Montgomery (Jason, o Ranger Vermelho), RJ Cyler (Billy, o Ranger Azul), Naomi Scott (Kimberly, a Ranger Rosa), Becky Gomez (Trini a Ranger Amarela) e  Ludi Lin (Zack, o Ranger Preto). As informações são do Mega Power Brasil.

O evento será transmitido nas redes sociais do site oficial do filme. Acompanhem no Poltrona Nerd.

Power Rangers segue cinco jovens comuns do ensino médio que devem se tornar algo extraordinário quando eles aprendem que a sua pequena cidade Alameda dos Anjos – e o mundo – estão à beira de ser obliterado por uma ameaça alienígena. Escolhido pelo destino, os nossos heróis descobrem rapidamente que eles são os únicos que podem salvar o planeta. Mas, para isso eles terão que superar seus problemas da vida real e se unir como os Power Rangers antes que seja tarde demais.

O criador original Haim Saban será o produtor do novo filme, juntamente com Brian Casentini e Allison Shearmur.

Com direção de Dean Israelite e roteiro de Ashley Miller e Zack Stentz (X-Men: Primeira Classe), os novos Power Rangers irão morfar em 23 de março.

A Bela e a Fera não terá uma continuação, mas um derivado pode acontecer

A Bela e a Fera da Walt Disney Pictures quebrou o recorde de bilheteria de março com uma abertura de $ 174,8 milhões e está bem perto de ultrapassar a marca de $ 400 milhões. Com esses tipos de números, a Disney já pode pensar em uma sequência, mas de acordo com o presidente da produção Sean Bailey, isso não está nos planos. As informações são do Deadline.

No entanto, eles estão dispostos a explorar o universo com um possível filme derivado, de acordo com Bailey. Mas, o estúdio está com o pé atrás depois do recente fracasso com Alice Através do Espelho, continuação de Alice No País das Maravilhas. Mesmo assim, Mogli – O Menino Lobo terá uma continuação, assim como Malévola. Segundo o artigo, o estúdio não quer apressar as coisas.

A Bela e a Fera é uma releitura do clássico da animação do estúdio, que recria os personagens clássicos do conto para um público contemporâneo, mantendo-se fiel à música original, atualizando com várias novas canções. A Bela e a Fera é a fantástica jornada de Bella (Emma Watson), uma jovem brilhante, bonita e independente que é tomada prisioneira por uma fera (Dan Stevens) em seu castelo. Apesar de seus medos, ela faz amizade com a equipe encantada do castelo e aprende a olhar para além do exterior horrível da Fera e perceber o tipo de coração e alma do verdadeiro Príncipe ali dentro.

A Bela e a Fera estreou em 16 de março. Bill Condon dirige a partir do roteiro de Evan Spiliotopoulos, reescrito por Steve Chbosky.

Crítica | A Bela e a Fera é mágico e retrata de forma esplêndida o clássico de Walt Disney

Heath Ledger vai ganhar documentário sobre sua vida no canal Spike

Heath Ledger será o próximo tema da série de documentários I Am do canal a cabo americano Spike. As informações são do The Wrap.

Através de entrevistas com pessoas que conviveram com o ator, I Am: Heath Ledger fará uma crônica da carreira do ator australiano, que inclui seus trabalhos em O Cavaleiro das Trevas, O Segredo de Brokeback Mountain e O Patriota.

Ledger ganhou o Oscar póstumo de Melhor Ator Coadjuvante por seu papel como Coringa em O Cavaleiro das Trevas. O ator faleceu em janeiro de 2008, vítima de overdose de medicamentos.

I Am: Heath Ledger vai ao ar em maio.

Midnight, Texas | Vampiros, Anjos e Bruxaria no trailer da nova série da NBC

A NBC divulgou o trailer de Midnight, Texas, nova série da NBC inspirada no romance de Charlaine Harris, a autora de True Blood. Veja abaixo!

A série é descrita como uma viagem para uma cidade remota do Texas, onde ninguém é o que parece. De vampiros e bruxas a videntes e assassinos, Midnight é um porto seguro misterioso para aqueles que são diferentes. Enquanto os membros da cidade combatem pressões externas de gangues de motoqueiros e policiais suspeitos, além de lidar com seus próprios passados, eles se unem e formam uma família forte e improvável.

Midnight, Texas estreia em 25 de julho nos EUA.

Crítica | Fragmentado é a volta por cima de M. Night Shyamalan

M. Night Shyamalan surgiu sob a alcunha do diretor da nova geração depois dos formidáveis O Sexto Sentido (1999) e Corpo Fechado (2000). Contudo, Hollywood é traiçoeira. Da mesma forma que te coloca no topo, te derruba feio. Shyamalan sofreu com isso com as produções seguintes, que foram até boas como Sinais (2002) e A Vila (2004). Com o passar dos anos, ele ficou marcado apenas como o cineasta dos plot twists (as viradas de cena que surpreendem nos atos finais).

Depois do ótimo A Visita (2015), que reafirma o diretor com um dos melhores do gênero thriller, Fragmentado é a sua volta por cima. Um filme surpreendente que trabalha com eficiência drama, comédia e terror e, com um twist para deixar os espectadores de queixo caído.

A trama é centrada em Kevin (James McAvoy ), um portador de 23 personalidades distintas que tem capacidade de alterar sua química corporal por meio do pensamento e passa a agir de maneira incontrolável. Mas conforme aprendemos ao longo do filme, existe uma 24ª identidade que ameaça emergir. Essa identidade é “a besta”, e ela tem fome por carne humana que o define como “alimento sagrado”. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.

O filme possui três narrativas. A primeira, que serve de pano de fundo para o filme, segue o rapto das três adolescentes nas mãos de uma das personalidades atormentadas de Kevin. O segundo segue a relação de Kevin com sua psiquiatra Dr. Fletcher (Betty Buckley), que revela o paciente estar demonstrando sinais preocupantes de instabilidade, apesar de seu progresso de longa data. A terceira, e mais importante, segue a adolescente raptada Casey (Anya Taylor-Joy), em flashbacks de infância onde seu pai a ensinou a ser uma sobrevivente e seu tio a distorceu com a realidade mais cruel e sinistra da vida.

Shyamalan é eficaz em mostrar os dois lados de pessoas que sofreram abuso. Kevin e Casey são faces da mesma moeda. Ambos guardam sequelas, mas seguiram caminhos diferentes. Kevin criou as 24 personalidades, enquanto Casey se tornou uma garota anti-social. Não é a toa, que Kevin por meio de uma das personalidades sente uma conexão com a garota.

Como já de costume em obras do diretor, Fragmentado parece ser um filme de garotas tentando escapar de um homem perigoso. Mas, as viradas sutis logo mostram que a história tem muito mais para entregar. O filme também consegue trabalhar o humor de maneira eficiente. Cenas divertidas distraem, deixam o público relaxado. Com isso, as cenas assustadoras causarão maior impacto no espectador. M. Night Shyamalan repete a mesma fórmula de A Visita com humor e terror, mais uma vez se saindo bem.

Fragmentado não funcionaria sem um ator do calibre de McAvoy, que dá um show. O ator consegue apresentar com eficiência cada personalidade alternando do divertido para assustador apenas com nuances sutis. O britânico com cara de bom moço está irreconhecível e realiza um dos grandes trabalhos da carreira.

Apesar dos excessos em seu ato final que pode se resumir em uma mistura de Dragão Vermelho, Identidade e, estranhamente, Jurassic Park, M. Night Shyamalan incorpora esses momentos de forma orgânica, reverente e visceral. Ao final, Fragmentado é um dos filmes mais pensativos e o melhor do cineasta em anos. Aquele filme que te deixará reflexivo após o surpreendente final.

Ps.: O filme continua durante os créditos finais. Fiquem atentos. 

A Bela e a Fera bate recorde em bilheteria do mês de março

Como já esperado, a estreia de A Bela e a Fera no último final de semana trouxe ótimos números para a Walt Disney Pictures. O live-action estrelado por Emma Watson atingiu o sonhado $170 milhões no território estadunidense. Com isso, o filme superou a marca de Batman vs Superman (US$ 166 milhões) como a maior estreia do mês de março e se tornou o musical de maior sucesso da história do cinema.

Com os $180 milhões em território internacional, A Bela e a Fera já soma $350 milhões no mundo. Já é quase a marca da versão animada de 1991, que conseguiu $375 milhões no mundo.

O novo filme é uma releitura do clássico da animação do estúdio, que recria os personagens clássicos do conto para um público contemporâneo, mantendo-se fiel à música original, atualizando com várias novas canções. A Bela e a Fera é a fantástica jornada de Bella (Emma Watson), uma jovem brilhante, bonita e independente que é tomada prisioneira por uma fera (Dan Stevens) em seu castelo. Apesar de seus medos, ela faz amizade com a equipe encantada do castelo e aprende a olhar para além do exterior horrível da Fera e perceber o tipo de coração e alma do verdadeiro Príncipe ali dentro.

A Bela e a Fera estreou em 16 de março. Bill Condon dirige a partir do roteiro de Evan Spiliotopoulos, reescrito por Steve Chbosky.

Crítica | A Bela e a Fera é mágico e retrata de forma esplêndida o clássico de Walt Disney

Manhattan de cabeça pra baixo no novo cartaz de A Torre Negra

A Sony Pictures divulgou o novo pôster de  A Torre Negra, adaptação ao cinema da obra literária de Stephen King. A arte mostra a cidade de Manhattan de cabeça pra baixo!

A trama segue Roland Deschain (Idris Elba), um pistoleiro que percorre o mundo apocalíptico em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer.

Matthew McConaughey (Randall Flag, O Homem de Preto), Tom Taylor (Jake Chambers), Jackie Earle Haley (Sayre) e Abbey Lee (Tirana), Fran Kranz (Pimli, o braço direito do Homem de Preto), Jackie Earle Haley, Claudia Kim e Katheryn Winnick também estão no elenco.

A Sony Pictures e MRC estão co-financiando o projeto produzido por Ron Howard, Brian Grazer e Erica Huggins pela Imagine Entertainment. A adaptação envolve vários filmes e uma série de TV.

A Torre Negra estreia em 28 de julho. Nikolaj Arcel (O Amante da Rainha) dirige o longa a partir do roteiro de Akiva Goldsman e Jeff Pinkner.

Novo Matrix não será reboot ou remake, esclarece roteirista

Dias depois da informação que a Warner Bros. Pictures está desenvolvendo um novo filme da franquia Matrix, muito se questionou se era necessário um reboot ou remake da saga de Neo. O roteirista Zak Penn (Os Vingadores, X-Men: o Confronto Final) confirmou no Twitter que o filme será uma nova história dentro do universo já visto na trilogia.

“Tudo o que posso dizer no momento é que ninguém poderia ou deveria rebootar Matrix. Pessoas que conhecem Animatrix e os quadrinhos entendem. Não é possível comentar ainda, exceto para dizer que as palavras ‘reiniciar’ e ‘remake’ foram de um artigo. Vamos parar de responder a notícias imprecisas. Eu quero ver mais histórias no universo de Matrix? Sim. Porque é uma ideia brilhante que gera grandes histórias”, disse Penn.

As irmãs Wachowski, que dirigiram a trilogia, não terão envolvimento neste novo filme. Zak Penn (Os Vingadores, X-Men: o Confronto Final) deve assumir o roteiro do reboot.

Lançado em 1999, Matrix ganhou duas sequências em 2003: Matrix Reloaded e Matrix Revolutions. A trama original acompanha Neo (Keanu Reeves), um jovem programador atormentado por estranhos pesadelos nos quais sempre está conectado por cabos a um imenso sistema de computadores do futuro. À medida que o sonho se repete, ele começa a levantar dúvidas sobre a realidade. E quando encontra os misteriosos Morpheus (Laurence Fishburne) e Trinity (Carrie‑Anne Moss), ele descobre que é vítima do Matrix, um sistema inteligente e artificial que manipula a mente das pessoas e cria a ilusão de um mundo real enquanto usa os cérebros e corpos dos indivíduos para produzir energia.

Crítica | Marvel esquece o misticismo e as artes marciais em Punho de Ferro

Punho de Ferro marca a quarta e última série que faltava para fechar o quarteto Os Defensores, que chega no segundo semestre na Netflix. Depois de conhecer as histórias de Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage, chega a vez de Danny Rand mostrar ao que veio.

Todas as séries da Marvel na Netflix abraçam a sobriedade e realismo com suas peculiaridades, mostrando o lado mais sujo de Nova York. Desde então ficou o sinal de alerta para a chegada de Punho de Ferro. Será que ele é apenas mais um defensor? Produzida por Scott Buck, a adaptação não muda o origem do herói nas HQ’s. Mas, não soube utilizar o universo rico que o personagem tem. Faltou o misticismo e as artes marciais que tanto era esperado.

Punho de Ferro poderia representar uma icônica série de artes marciais revitalizando filmes do gênero dos anos 70/80. Porém, os 13 episódios tem altos e baixos, e nenhum momento consegue engrenar.

O roteiro é preguiçoso indo sempre para o mais óbvio. A série até apresenta com eficiência o universo de seus personagens focando no retorno de Danny Rand (Finn Jones), que foi declarado morto após o acidente de avião há 15 anos que acabou matando seus pais. Metade da série se resume em Danny provar sua identidade para Joy e Ward Meachum, seus amigos de infância vividos respectivamente por Jessica Stroup e Tom Pelphrey, que agora assumem os negócios da empresa. Sua ingenuidade é até compreensível. Mas, ficar quase metade da série falando apenas “Eu sou o Danny Rand”, é quase irritante vindo de alguém preparado fisicamente e psicologicamente para adversidades.

Mas já era algo de se esperar vindo de Scott Buck, aquele que comandou as temporadas finais de Dexter. E bem… todos viram o que aconteceu. Um dos problemas mais visíveis vindo do showrunner foi a ausência de um grande vilão, ao contrário de Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage, que apresentaram excelentes antagonistas. A série mostra que tudo está sob o controle do Tentáculo, mas faltou alguém para representar essa ameaça. Ora Madame Gao, Bakuto, Harold e Ward Meachum se mostram como a figura ameaçadora de Danny Rand, mas tudo muda de uma forma confusa. Notem que Gao está ameaçadora em Demolidor, porque estava sob uma direção segura e contundente. Aqui, ela é mais uma figura alegórica, não tendo a mesma autonomia em cena. Todo grande herói depende de um grande vilão, e a ausência grosseira prejudica a motivação de Danny em toda a série. O que fica visível é que nunca está claro qual caminho ele vai seguir. Se é salvar sua empresa, proteger seus amigos ou defender K’un-Lun.

Finn Jones até se esforça, mas não convence total como personagem. Como bilionário, ele faz o esperado. Um ricaço que recupera sua identidade e tenta corrigir os erros da empresa que leva seu nome. Já como Punho de Ferro (ou parte dele) ele jamais passa a imagem de alguém que foi treinado em outra dimensão e leva consigo o poder de um lendário guerreiro. Mesmo nas cenas em que seu punho brilha, não ficamos convencidos de que ele seja uma arma viva.

Nos quadrinhos, Punho de Ferro pode ser classificado como uma mistura de Bruce Lee, Jackie Chan e Jet Li. A série opta de forma errônea pelo lado realista com Danny Rand mais parecendo um sujeito com habilidades semelhantes a Matt Murdock. Por falar em Bruce Lee, o mestre das artes marciais foi a grande inspiração para a criação do defensor e não há nenhuma referência dele na série.

Em relação ao elenco, a bela Colleen Wing, interpretada pela ótima Jessica Henwick, é o destaque. A personagem possui uma força interior e carisma que conquistam com rapidez. Sempre quando ela sai de cena fica a expectativa pelo seu retorno.

Sobre a ação da série… bem, não empolga. As cenas não possuem intensidade. Parece que repetiram tudo de Demolidor, até a cena clássica do corredor está lá. Quem espera boas performances de Kung Fu, vai se decepcionar. Demolidor empregou sequências de luta que estão na memória até hoje pela criatividade. Aqui, foi tudo no piloto automático e não sobra nenhum momento emblemático.

Os episódios finais de Punho de Ferro até deixam um frescor para o aguardado Os Defensores. Os easter eggs e conhecidos personagens desse universo estão ali. Mas, a Marvel e Netflix perderam uma grande oportunidade com um personagem (a priori) mais fácil para se adaptar. Quem sabe a união com Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage possam trazer dias melhores e tirar o sabor ruim que ficou.

Alicia Vikander irá caçar monstros no filme Freakshift

Segundo informações do DeadlineAlicia Vikander (A Garota Dinamarquesa) irá estrelar Freakshift, novo filme de Ben Wheatley (High-Rise, Free Fire).

Primeiro anunciado em 2012, o thriller de ação é ambientado em um mundo onde monstros se erguem do chão e aterrorizam os cidadãos quando a noite cai. O Freakshift é um bando de desajustados organizados pelo governo e criminosos da lei que caçam e matam as criaturas por dever cívico, esporte e dinheiro.

As filmagens estão previstas para agosto quando Vikander terminar seu trabalho no reboot de Tomb Raider.

Escrito por Amy Jump, Freakshift ainda não tem previsão de estreia.

Veja o pôster do crossover musical das séries The Flash e Supergirl

A CW divulgou o cartaz do crossover musical das séries The Flash e Supergirl.  O crossover que terá duas partes, começa na segunda-feira, dia 20 de março, em Supergirl, e continua na terça-feira, dia 21 de março, em The Flash.  Veja as sinopses abaixo!

O crossover começa com Supergirl no episódio 2.16 em 20 de março. Intitulado “Star-Crossed”, é oficialmente descrito:

Um novo vilão (atriz convidada Teri Hatcher) chega a National City, colocando Supergirl (Melissa Benoist) em alerta máximo. Enquanto isso, a namorada de Winn (Jeremy Jordan), Lyra (estrela convidada Tamzin Merchant), Winn fica com problemas com a lei. Maggie (estrela convidada Floriana Lima) tenta ajudar Winn, mas antigas lealdades ficam no caminho. O Maestro da Música (Darren Criss) ataca a Supergirl.

O crossover segue em The Flash 3.17, “Duet.” Este é o lugar onde o canto começa em 21 de março e é descrito:

Barry e a equipe são pegos de surpresa quando Mon-El e Hank Henshaw chegam à Terra-1 levando a Supergirl em coma depois de ser nocauteada pelo Maestro de Música (Darren Criss). Incapazes de acordá-la, eles pedem a ajuda da equipe Flash para salvá-la. No entanto, o Maestro de Música surpreende o Flash e coloca-o em um coma semelhante, do qual a equipe não consegue curá-lo. Kara e Barry acordam sem seus poderes em uma realidade alternativa onde a vida é como um musical e a única maneira de escapar é seguindo o roteiro, cheio de canto e dança, até o fim.

James Gunn confirma Michael Rosenbaum no elenco de Guardiões da Galáxia Vol.2

Durante a participação no programa The Adam Corolla Show, o diretor James Gunn confirmou uma novidade no elenco de Guardiões da Galáxia Vol.2.

Michael Rosenbaum, o Lex Luthor da série Smallville, viverá um personagem misterioso do universo Marvel.

“Temos alguns personagens muito importantes do universo Marvel que farão sua estreia em Guardiões da Galáxia Vol. 2 sem o público saber. Sylvester Stallone é um deles. Meu amigo Michael Rosenbaum também tem um papel bem decente no filme e funciona junto com o de Sly”, disse o diretor.

A trama continua as aventuras da equipe, enquanto atravessam os confins do cosmos. Os Guardiões devem lutar para manter sua família recém-descoberta juntos, enquanto eles desvendam os mistérios da verdadeira paternidade de Peter Quill. Antigos inimigos se tornam novos aliados e personagens favoritos dos fãs dos quadrinhos clássicos virão ajudar os nossos heróis, enquanto o universo cinematográfico Marvel continua a se expandir.

Chris Pratt (Peter Quill/Senhor das Estrelas); Zoe Saldana (Gamora); Dave Bautista (Drax); Vin Diesel (voz do Groot); Bradley Cooper (voz do Rocket); Michael Rooker (Yondu); Karen Gillan (Nebula); e Sean Gunn (Kraglin) reprisam seus papeis. As novidades no elenco são Pom Klementieff (Oldboy), Elizabeth Debicki (Evereste), Chris Sullivan (da série The Knick) e Kurt Russell (Os 8 Odiados).

Guardiões da Galáxia Vol. 2 estreia em 27 de abril no Brasil. A continuação é novamente dirigida e escrita por James Gunn.

Henry Cavill é confirmado no elenco de Missão: Impossível 6

O diretor Christopher McQuarrie confirmou, via Instagram, que Henry Cavill (Batman vs Superman) está se juntando ao elenco de Missão: Impossível 6.

O papel do ator não foi revelado. Cavill se junta a Tom Cruise, que reprisa o papel do agente Ethan Hunt, além de produzir o longa. Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Jeremy Renner também estão no elenco. Vanessa Kirby (The Crown) será uma das novidades em um importante papel.

Christopher McQuarrie, que dirigiu Missão: Impossível – Nação Secreta, dirige novamente. Missão: Impossível 6 estreia em 27 de julho de 2018.

Filme do Aquaman é adiado

Segundo informações do The Wrap, a Warner Bros. Pictures optou por adiar o lançamento do filme solo do Aquaman. Antes previsto para 05 de outubro de 2018, o filme só chegará aos cinemas em 21 de dezembro de 2018.

As filmagens estão agendadas para maio deste ano com o elenco formado por Jason Momoa (Aquaman/Arthur Curry), Amber Heard (Mera), Patrick Wilson (Mestre do Oceano) e Willem Dafoe (Vulko), que pode ter Yahya Abdul-Mateen II como o vilão Arraia Negra e Nicole Kidman no papel da mãe do Aquaman.

James Wan (Invocação do Mal) dirige a partir do roteiro de Will Beall (da série Castle).