Jogar cartas pode ajudar a reduzir o estresse, aponta COPAG

Em um cenário marcado por rotinas aceleradas, excesso de telas e altos níveis de estresse, pequenas pausas ao longo do dia podem fazer uma grande diferença para a saúde mental. Um relatório do World Mental Health Day aponta o Brasil como o 4º país mais estressado do mundo, mas atividades simples e acessíveis, como jogar cartas, têm ganhado destaque no combate à essa condição. Isso acontece porque esse exercício estimula a concentração, promove momentos de descontração e fortalece vínculos sociais — fatores diretamente associados à redução do estresse. Segundo a COPAG, referência em baralhos, jogos e colecionáveis, jogar cartas vai além do entretenimento. A prática envolve raciocínio, atenção plena e interação entre as pessoas, o que ajuda a desacelerar a mente, aliviar tensões e criar momentos de conexão real, longe das distrações digitais.

“Quando alguém se envolve em uma partida, mesmo que curta, há uma quebra consciente da rotina, o que favorece o relaxamento e o bem-estar emocional. Além disso, faz parte do coração da COPAG estimular essa conexão e aproximação entre as pessoas”, explica Mariana Dall’Acqua, VP de Marketing LATAM da COPAG.

O tema ganha ainda mais relevância em janeiro, mês marcado pelo Janeiro Branco, campanha nacional dedicada à conscientização sobre saúde mental e emocional. A iniciativa convida a sociedade a refletir sobre hábitos, relações e práticas que ajudam a construir uma vida mais equilibrada, e inserir momentos de lazer de qualidade na rotina faz parte desse cuidado.

Para a COPAG, valorizar o jogo como ferramenta de bem-estar é também reforçar seu papel cultural e social. “Jogar cartas é democrático, acessível e pode acontecer em família, entre amigos ou até mesmo como um momento individual de pausa. É uma forma simples de cuidar da mente, fortalecer laços e trazer leveza ao dia a dia”, reforça Mariana.

Em um mês que convida à reflexão sobre saúde mental, a mensagem é clara: cuidar da mente também passa por criar espaços de convivência, diversão e presença — e um baralho pode ser o ponto de partida.

Confira alguns dos jogos de cartas mais comuns para se distrair sozinho ou com amigos:

Mau-Mau: também conhecido como Can-Can, a jogabilidade é parecida com a do Uno: o objetivo é se livrar de todas as cartas;

Pife: pode ser chamado de cacheta ou pif paf, e para ganhar o jogo, é necessário que o jogador monte sequências ou trincas com as nove cartas recebidas;

Buraco ou Canastra: cada jogador recebe onze cartas e precisa descartá-las por meio de sequências de, no mínimo, três cartas cada. Pode ser disputado individualmente ou em duplas;

Pôquer: cada jogador recebe duas cartas e precisa fazer combinações com três das cinco cartas comunitárias da mesa. Vence o jogador que tiver a melhor combinação, sendo o Ás a maior, e o 2 a menor;

Paciência: jogada com um baralho comum de 52 cartas, o objetivo é completar as quatro pilhas de base, do Ás ao Rei, alternando as cores (preto e vermelho). O jogo termina após as pilhas estarem completas.

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