Análise | Game of Thrones: Episódio 7×06 – Beyond the Wall

Não há como começar qualquer texto sobre este episódio sem falar no vazamento do mesmo antes da hora. A trapalhada da HBO espanhola fez com que milhares de pessoas assistissem Beyond the Wall antes do tempo estabelecido pela emissora, o que gerou a velha onda de spoilers e atrapalhou um pouco a experiência surreal que foi assistir a esse capítulo sem saber de nada, assim como Jon Snow. Mesmo com o vazamento, o episódio entra para o ranking dos melhores até aqui, cheio de surpresas e momentos de tirar o fôlego.

Era claro para todos nós que a ideia de ir buscar um morto-vivo não poderia ser boa. Lançar-se pra lá da Muralha, com poucos homens, em uma missão suicida para convencer alguém como Cersei, só podia ser para nos fazer sofrer. Entretanto, o que esperávamos não aconteceu, mas sim o inesperado e precoce fim de um dos filhos de Daenerys. Além disso, a briga sem sentido das Stark, que ao invés de se unirem como matilha, estão em lados opostos.

Vamos começar?

Prá lá da Muralha

E lá vão eles. Sete homens com histórias distintas, mas que de algum modo se cruzaram em um objetivo comum: a luta contra a morte, o único inimigo. Jon Snow (Kit Harington), o Rei do Norte – que realmente tem em seu coração a vontade de derrotar o Rei da Noite -, leva consigo a espada de aço valiriano Garralonga, antes pertencente à casa Mormont, mas que agora ostenta um lobo gigante. Como é esperado de Jon, ele sugere devolver a espada para os Mormont através de Jorah (Iain Glen). O Velho Urso porém, concedeu a espada à Jon, acreditando que Snow deva ficar com ela e passar para seus descendentes (e a citação sobre descendentes foi grande nesse episódio, como veremos mais à frente).

Um grupo tão plural reúne Sandor Clegane (Rory McCann) e Tormund (Kristofer Hivju), com uma grande – literalmente – ligação entre eles: Brienne de Tarth (Gwendoline Christie), gerando cenas que deram um certo alívio cômico para o que estava por vir. Outra ligação entre os 7 estava presente na lembrança da época em que a Irmandade Sem Bandeiras, representada por Beric Dondarrion (Richard Dormer) e Thoros de Myr (Paul Kaye), vendeu Gendry (Joe Dempsie) para Melisandre (Carice van Houten). Ainda houve tempo para o ruivo lembrar a Jon, que Mance Rayder não dobrar o joelho fez com que centenas de selvagens morressem.

Muito satisfatório enxergar as histórias se entrelaçando e com muito sentido, tudo o que foi construído até aqui vai nos levar ao fim. As interações da primeira parte do episódio foram interrompidas pelo surgimento de um urso zumbi em meio a neve caindo e sem muita visibilidade, provocando o primeiro grande susto. Passamos então a temer pela vida dos personagens que estão conosco há tanto tempo, mas felizmente são os figurantes que padecem. Vemos pela primeira vez como Beric e Thoros utilizam o fogo em suas espadas. O urso foi derrotado, mas não sem antes deixar um ferido conhecido por nós.

Durante o primeiro encontro com os Caminhantes Brancos e seu exército zumbi, mostrou-se o tamanho da desvantagem do grupo, e dos vivos no geral. Antes da luta realmente começar, Jon enxerga – só agora – que não há como cumprir essa missão, decidindo mandar Gendry, sem seu martelo, para enviar um corvo à Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) em busca de ajuda.

Pedra do Dragão

Daenerys mostra-se muito preocupada com Jon (o ship é real!). Tyrion Lannister (Peter Dinklage) tem mais uma oportunidade de fazer com que sua rainha escute seus conselhos e em uma conversa franca entre os dois, vemos que a Mãe dos Dragões teme por seu herói, que faz coisas tão estúpidas como ir até o covil dos Outros. Aqui temos a certeza de que ela está mexida e vem tentado negar sua atração por Jon, o comparando com os homens que já se apaixonaram por ela, como Khal Drogo (Jason Momoa), Daario Naharis (Michiel Huisman) e Sor Jorah. Ela inclusive comenta que Jon é um pouco menor do que ela está acostumada (ai ai).

Ainda assim, quando o corvo de Atalaia do Leste chega, ela mesma age sem prudência e vai resgatar seu herói, para o desespero do anão. Mais uma vez, é citado que um herdeiro é essencial para o futuro de Westeros. Achei muito fofo Tyrion dizendo que a pessoa mais importante não pode ir na missão mais perigosa. Se alguém ainda duvidava de sua lealdade, o desespero em sua face nos faz acreditar que sua preocupação é real. Linda e vestida para o inverno (alguém me passa o contato da estilista da Dany, ela estava maravilhosa no look), ela pega seus filhos e vai ao resgate de Snow.

Winterfell

Ao que parece, Petyr Baelish (Aidan Gillen) conseguiu mesmo plantar o caos entre as irmãs Stark. Arya (Maisie Williams) confronta Sansa (Sophie Turner) sobre a carta encontrada por ela no episódio anterior. Mesmo com a irmã se explicando, a caçula não fica muito convencida. Nos dá muita dor no coração quando elas citam a morte do pai, lembrada de ângulos diferentes, quando o patriarca foi morto pela maldade de Joffrey (Jack Gleeson) e nenhuma pôde fazer nada para impedir.

(Divulgação / HBO)

Arya ameaça a irmã, que descobre suas faces sem muito entender como tudo funciona. Arya sente raiva e Sansa medo, sentimentos que podem levá-las a cometer erros irreparáveis. O que não ficou muito claro para mim, foi o porque de Sansa continuar a dar ouvidos a Mindinho, afastando Brienne de Winterfell na primeira oportunidade. Será que a mulher de Tarth vai, finalmente, se reencontrar com Jaime Lannister (Nikolaj Coster Waldau) em Porto Real?

Pra lá da Muralha

Enquanto isso, o grupo cercado pelos zumbis tenta sobreviver ao frio e ao medo de um ataque iminente, torcendo para que Gendry tenha conseguido enviar o corvo e que Daenerys tenha atendido ao pedido. A tensão aumenta a cada segundo de frio congelante e Thoros, prejudicado pela mordida do urso, não resiste e somos obrigados a nos despedir dele. Beric, então, passa a ter apenas uma vida restante, obrigando-no a fazer com ela valha a pena. Ele também acredita, que o Senhor da Luz deve ter um plano maior para ele e Jon, afinal os trouxe de volta para algo maior.

Quando o Cão, entediado, resolve provocar os mortos, eles percebem que dá para atacar sem quebrar o gelo e o que acontece é desesperador. Uma legião de zumbis parte para cima dos sete, fazendo com que nos preocupemos com cada um deles. Que agonia! Tal sentimento só desaparece quando a salvação chega do alto, com Daenerys e seus filhos chegando e ateando fogo em tudo. É muito poder!

No momento em que ela está pronta para salvá-los, Jon resolve dar uma de herói e fazer mais burrices, o que nos leva a fatídica cena desse episódio. O Rei da Noite, com sua pontaria certeira (já pode levar o ouro olímpico no lançamento de dardos), acerta um dos dragões para nosso total desespero. O grito de Viserion indo ao chão, com seu sangue jorrando, é chocante demais para sua mãe, que não consegue esboçar uma reação, talvez chocada demais para tal. Perdendo um filho e com os outros ameaçados, é hora de partir. Jon, é claro, não sobe a tempo no dragão e afunda no lago congelado. Ainda há tempo para mais emoção, com Jorah quase caindo de Drogon. É um teste para cardíaco!

Jon Snow só pode mesmo ter sangue Targaryen para resistir àquela temperatura no lago congelado. Mesmo com Garralonga para ajudá-lo quando o exército de mortos o encontra, mais uma vez achamos que é o fim, mas UNCLE BENJEN (o berro que eu dei!) chega para seu sacrifício final. Graças ao deuses antigos e novos, Jon está salvo.

Se ainda restava alguma dúvida de que Daenerys está caidinha por Jon, sua preocupação com ele (eita que pareceu maior do que perder Viserion) é notável. Para sua felicidade – e a nossa – Jon aparece no último minuto e os dois têm um momento pra lá de especial no barco, quando ficamos sabendo pela primeira vez, que ela não gosta muito do apelido Dany (desculpa aê) e relembra a última pessoa que a chamou assim (seu irmão e família – Jon, sobrinho). Finalmente, O Rei do Norte dobra seu joelho, mesmo sem ser literalmente, e os dois se unem contra a real ameaça.

Ainda havia mais emoção reservada para o último segundo do episódio. O poder do Rei da Noite nos é mostrado mais uma vez, além deu ótimo dom para estratégia. Ele não matou o dragão à toa, pois tinha um plano na manga muito melhor do que os dos humanos. Através de um simples toque, vemos Viserion torna-se a arma mais poderosa dos Caminhantes Brancos até agora: um dragão, que provavelmente cuspirá gelo. A verdadeira guerra está para começar!

Análise | Game of Thrones: Episódio 7×05 – Eastwatch

Um episódio diferente do que estamos acostumados nesta sétima temporada. Se os anteriores fizeram questão de nos deixar apreensivos em meio às guerras e cenas de tirar o fôlego, em Eastwatch, ficamos sem fôlego quando uma leitura foi feita por Gilly lá na Cidadela.

No mais, reencontros de aquecer o coração. Tyrion e Jaime, Jorah e Daenerys e também, o encontro cheio de referências entre Gendry e Jon Snow. Talvez, se você só assiste à série, tenha sido mais um daqueles episódios em que vemos as pessoas reclamarem da falta de ação, mas, desculpe dizer, para quem se aprofunda na história, foi um presentão.

Vamos começar?

Torrente do Água Negra

Divulgação / HBO – Game of Thrones

Para alívio dos que ainda estavam com dúvidas, Jaime Lannister (Nikolaj Coster Waldau) e Bronn (Jerome Flynn) estão a salvo da fúria de Drogon. E, vale dizer, não por conta da benevolência do mercenário, mas sim, pelo seu amor ao ouro. O que Jaime mais deseja é ir contar para Cersei (Lena Headey), sobre tudo que viu no primeiro confronto contra a Targaryen. Ele teme por suas vidas, mostrando que a semente que Olenna Tyrell (Diana Rigg) plantou em sua morte, ainda não floresceu completamente.

Tyrion Lannister (Peter Dinklage) observa com pesar o resultado da batalha, e parece bem preocupado, com um olhar de medo, provavelmente, temendo ver o irmão entre as cinzas.

Drogon surge, mais uma vez, majestoso, mostrando que será preciso muito mais para feri-lo mortalmente. Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) revela que deseja que muitos dobrem os joelhos. “Não vim para matar, mas sim destruir a roda de poder… dobrem os joelhos ou se recusem e morram”. Bela alternativa.

Os Tarlys – Randyll e Dickon – apresentam o mesmo problema nas juntas que Jon Snow e com discurso nacionalista do Tarly pai, permanecem firmes em sua decisão. Tyrion tenta convencer Dany a mandá-los para Muralha, teme que todas as Casas de Westeros sejam extintas em meio a essa guerra, mas não tem jeito, Daenerys mostra-se impiedosa e temos o primeiro Dracarys em personagens relevantes. Impressionante como Drogon já faz o serviço funerário completo, os Tarly viraram pó.

Porto Real

Jaime chega anunciando os terrores da batalha, dizendo que não há como eles vencerem essa guerra contra Dothrakis e dragões. Cersei diz que vai comprar os mercenários da Companhia Dourada. Ainda assim, o gêmeo acredita não haver chances. Cersei então, o dá um motivo para lutarem, ela está esperando um filho dele e como é rainha e não deve mais nada a ninguém, diz que vai contar que é dele mesmo e pronto. Ou seja, a semente plantada pelos Lannisters (o bebê) é ainda mais forte do que toda a dúvida de Jaime com relação à irmã.

(Reprodução/Realily Social)

Cersei lembra a Jaime que foi ele quem matou o Rei Louco. Jaime conta que Olenna matou Joffrey e mesmo com essa revelação, o ódio dela por Tyrion não parece diminuir. Com a liderança da leoa, eles escolhem lutar.

Tyrion volta a Porto Real e Bronn arma um encontro entre os irmãos. Que maravilhoso vê-los novamente juntos. Mesmo em meio a tantas mágoas, principalmente pelo anão ter matado o patriarca, há ainda amor entre os dois. O Mão da Rainha Targaryen diz que ela tem um pedido importante (ajoelhem-se … opa, ainda não).

Na expedição de Davos Seaworth (Liam Cunningham) na Baixadas das Pulgas, finalmente sabemos onde estava Gendry (Joe Dempsie) durante todo esse tempo. E a piada sobre ele estar remando? Parece que os produtores sabem do que tiramos sarro. Nem precisa de muito discurso para convencer o bastardo de Robert a se juntar a causa contra os Outros. E aquele martelo? Gente, o que foi Gendry segurando a arma que fez Robert Baratheon famoso nos 7 Reinos, referência feita com muito sucesso!

Antes de irem embora, aquela apreensão de que os homens da Companhia Dourada reconheceriam Tyrion e tudo daria errado, foi assim que fomos acostumados, a vermos tudo dar errado para os nossos favoritos, sorte a nossa que Gendry não só tem o martelo, mas sabe usá-lo.

Pedra do Dragão

Dany volta com Drogo e Jon Snow (Kit Harington) os recepciona tendo seu primeiro encontro de perto com ele. Que lindo está o CGI (computação gráfica) do dragão!  O sangue Targaryen de Jon fala mais alto e Drogon se conecta com ele, deixando Dany intrigada. Dany os trata como filhos, como toda mãe não os acha assustadores, mas Jon reconhece a beleza das feras. Jon insiste em não contar que voltou da morte, muito cedo para revelar isso, suponho.

Divulgação / HBO – Game of Thrones

Mais um retorno, agora é a vez de Sor Jorah Mormont (Iain Glen) chegar a Pedra do Dragão e já chega dobrando o joelho (alô, Jon). Que lindo reencontro e o abraço entre ele e Dany (espero que a escamagris esteja mesmo curada), indicando que o personagem voltou mesmo para um sacrifício final por sua rainha. Tyrion tenta se convencer sobre a não semelhança de Dany com o pai, ao contar sobre a morte dos Tarly para Varys (Conleth Hill). E Varys lembra como O Rei Louco também não o escutava e diz que Tyrion precisa a fazer ouvir e não deixar o dragão falar mais alto.

Jon fica sabendo que Arya e Bran estão vivos e que Bran viu as centenas de mortos-vivos em direção à Muralha. Tyrion sugere levar os mortos até Cersei para ela acreditar (e assim que ele vai parar em Porto real). Como assim, né? Seria mesmo necessário passar todo esse risco para convencer Cersei, que está cagando e andando para qualquer coisa que não seja ela? Mas enfim, um recurso de roteiro que vai tentar unir os todos os personagens principais em um mesmo objetivo.

Gendry chega e ao invés de manter a história que Davos inventou para protegê-lo, vai abrindo o bico para Jon e apela para amizade dos pais deles, que momento “aquece coração de fã” (fan service, como quiser). Os filhos de Robert Baratheon (Mark Addy) e Ned Stark (Sean Bean) vão lutar uma batalha juntos!

Tyrion conversa com Mormont, o homem que o levou até Dany, em tom de despedida. Aquela olhada final de Jorah para Dany é muito o anúncio do fim.

Winterfell

Os corvos de Bran Stark (aka Corvo de Três Olhos) estão voando por aí e avistam o exército do Rei da Noite e, por isso, Bran (Isaac Hempstead-Wright) manda mensagens para todo o reino.

Enquanto isso, o povo nortenho já quer por Sansa (Sophie Turner) como rainha, mas por mais habilidade política que ela tenha, e é visível seria uma governante melhor, permanece fiel ao Rei do Norte, sob o olhar atento e desconfiado de Arya (Maisie Williams). O que revela como o ponto de vista das irmãs continua diferente. Arya deseja matar a todos, pois é isso o que ela é, uma assassina, já Sansa aprendeu a ter jogo de cintura e a ser uma verdadeira política (no bom sentido da palavra, viu). Senti um pouco de birra da Arya com relação à irmã. Elas precisam se unir e Mindinho (Aidan Gillen) já percebeu esse abalo e continua muito inteligente em seus “planos infalíveis”.

Arya, achando ser mais inteligente do que é, vê Mindinho e seus segredos, mas só os segredos que ele deseja que a menina enxergue. A carta que ela toma posse, foi escrita por Sansa ainda na primeira temporada, sob o olhar atento de Cersei:

Reprodução / Reality Social

Robb, escrevo com o coração pesado. Nosso bom rei Robert está morto, por conta das feridas de uma caçada de javalis. Nosso pai foi acusado de traição. Ele conspirou com os irmãos de Robert contra meu amado Joffrey e tentou roubar seu trono. Os Lannisters estão me tratando muito bem e me dando todo o conforto. Eu te imploro: venha para Porto Real, jure lealdade a Joffrey e evite qualquer conflito entre as grandes casas Lannister e Stark.

Será que Mindinho conseguiu plantar o caos entre as Starks?

Cidadela

Nem os meitres acreditam na lenda dos Caminhantes Brancos, assim, fica difícil as pessoas comuns tomarem alguma medida contra a maior ameaça que irão enfrentar em breve. Samwell Tarly (John Bradley-West), que nem sabe que perdeu pai e irmão, mas assim, né, não parece que vai afetar tanto a vida dele, está ali para esclarecer e tentar convencer os velhos e descrentes meistres. Ele sugere que todos deveriam pesquisar sobre a Longa Noite.

Gilly (Hannah Murray) mostra que está super leitora lá na Cidadela, passando o tempo cuidando do pequeno Sam e com a cabeça nos livros. Entre as informações que Sam acha inútil, ela faz o maior fan service da temporada, o que ela leu, me fez pular na frente da TV, bater palma e tremer até o fim do episódio. Mas assim, Sam foi meio babaca e não deixou com que ela finalizasse, mas nem precisava. O que ela leu de tão importante, afinal?

Divulgação / HBO – Game of Thrones

“O que a anulação significa?” Gilly perguntou a Samwell preocupada enquanto lia o diário do Alto Septão Maynard. Um impaciente Sam explicou que significa terminar um casamento para que você possa casar com outra pessoa. Gilly continua dizendo que a anulação que Maynard descreve é ​​para um “Príncipe Raggar” que se casou com outra pessoa em uma cerimônia secreta em Dorne. Nem Sam nem Gilly entenderam o significado disso, mas milhares de leitores dos livros (entre eles, eu – minha mãe pode comprovar) apenas gritaram em choque e alegria.

O que isso significa é que o irmão de Daenerys, Rhaegar Targaryen, anulou seu casamento com sua primeira esposa Elia Martell para se casar com a mãe de Jon Snow, Lyanna Stark. Jon não é um bastardo, mas sim legítimo (R+L = J). Lembram quando Missandei aprende o conceito de bastardo? Pois é Jon, você não é um.

Depois disso, confesso que não entendi a motivação de Sam a fugir da Cidadela, se o plano era virar Meistre, sair dali pode não ser muito inteligente. Ainda assim, com tudo o que está acontecendo, pode até ser compreensível que Sam deseja fazer algo mais relevante do que apenas ficar tentando convencer os meistres de todo perigo iminente.

Atalaia Leste

Reprodução / Reality Social

Tormund (Kristofer Hivju) está lá tomando conta de Atalaia Leste e já sente saudade da Brienne (Gwendoline Christie), enquanto congela naquele lugar. Mas agora, a ação está para começar. Jon chega por lá com seu “esquadrão suicida” com a missão de capturar um zumbi.

Sandor Clegane (Rory McCann), Beric Dondarrion (Richard Dormer) e Thoros de Myr (Paul Kaye) que apareceram lá no primeiro episódio, chegaram na Muralha e estão congelando numa cela. Jon precisa de ajuda e está aceitando qualquer uma. Muito interessante o encontro de Gendry e o pessoal da Irmandade Sem Bandeiras, revelando antigas mágoas desse grupo improvável de heróis.

Reprodução / Reality Social

Por fim, o esquadrão suicida atravessa a Muralha, ali em Atalaia Leste, em busca de um zumbi para chamar de seu, o que nos fará morrer várias vezes no próximo episódio!

O que achou do quinto episódio da sétima temporada de Game of Thrones? Comente!

Análise | Game of Thrones: Episódio 7×04 – The Spoils of War

Um episódio de tirar o fôlego!! Se nesta sétima temporada a produção da HBO está deixando a desejar no quesito roteiro, não podemos reclamar das batalhas mostradas, afinal, a guerra prometida está apenas começando e queremos muito mais! Em mais um momento de reencontro Stark, não há como negar que essa temporada tem aquecido nossos corações, por mais que cada um tenha enfrentado grandes desafios que os modificaram para sempre, ver os 3 filhos de Ned juntos em Winterfell é muito mais do que poderíamos imaginar.

Além disso, depois das derrotas sofridas, Daenerys resolve montar seu Drogon e ir à luta. A rainha que inspira milhares por suas ações, cansou-se de ouvir o inteligente anão e resolve que, finalmente, está na hora de mostrar os dragões para os westerosi, isso para o nosso total deleite (e agonia).

Vamos começar?

Jardim de Cima

Logo após a “batalha” que tomou Jardim de Cima e acabou com os Tyrell (RIP), Jaime Lannister (Nikolaj Coster Waldau) organiza e decide o que fazer com os despojos da guerra. O agora aliado da Coroa, Randyll Tarlly (James Faulkner) que ainda nem se preocupou com a espada Veneno do Coração, roubada pelo filho Sam Tarlly (John Bradley-West) lá na sexta temporada, fica com a missão de roubar os mantimentos dos fazendeiros locais ao lado de seu filho Dickon (Tom Hopper) que lutou sua primeira batalha contra seus antigos suseranos.

O que se vê é que há muito ouro para pagar as dívidas e continuar com o apoio do Banco de Ferro, que lá em Porto Real, mostra-se impressionado com a habilidade de Cersei (Lena Headey). Além disso, a volta de um querido personagem do público, Bronn (Jerome Flynn) que ainda não havia aparecido, mostra-se aquele companheiro piadista de sempre, mas também muito eficaz na hora que se precisa.

Winterfell

Bran Stark (Isaac Hempstead-Wright) está em casa, mas não é mais Bran e sim o Corvo de Três Olhos. O que preocupa é que o roteiro da série não faz questão de explicar a importância disso. Primeiro, acharam muito difícil e apenas o colocaram como uma pessoa fria, que ao invés de contar coisas relevantes da história de Westeros que afetou sua família, resolve mostrar seu poder para a irmã Sansa Stark (Sophie Turner) lembrando-a da noite em que foi estuprada pelo odioso Ramsay Bolton (Iwan Rheon). Depois, quando tem a chance de confrontar Petyr Baelish (Aidan Gillen) e o espantar de perto da sua família, ele apenas dá uma leve indicada de que sabe das coisas, “O caos é uma escada”. Relembrando o famoso discurso de Mindinho na terceira temporada:

“O caos não é um abismo. O caos é uma escada. Muitos que tentam escalar falham e nunca podem tentar outra vez. A queda quebra-os. Outros têm a oportunidade de subir, mas se recusam. Eles se agarram ao reino, ou aos deuses, ou ao amor. Ilusões. Apenas a escalada é real. A escalada é tudo o que existe”.

Ao receber a adaga “que começou a Guerra dos Cinco Reis”, de acordo com Lorde Baelish, Bran apenas a aceita. Mas isso pode indicar que o garoto sabe o que vai acontecer depois, só saberemos mais à frente. Ao final, ele presenteia alguém muito especial com a adaga.

(Divulgação/HBO)

Arya Stark (Maisie Williams) está em casa, e um lar muito diferente, saudade Sor Rodrick e Meistre Ludwin! E se teve uma cena que irritou nesse episódio, foi a dos guardas subestimando a menina. Sete temporadas depois e perdemos tempo com guardas que não acreditam que ela é uma Stark. Para nossa sorte, Arya está muito mais habilidosa e Sansa muito mais esperta. O encontro das irmãs é meio receoso, afinal, a relação das duas nunca foi tão amigável, mas, após tudo o que se passou, o abraço nas criptas de Winterfell foi emocionante. Engraçado que ninguém acredita quando Arya cita sua lista da morte.

Os três filhos de Ned Stark (Sean Bean) reunidos na Árvore Coração foi lindo. E ali, Arya ganha a adaga, presente de Bran, que não pode utilizá-la, mas pode muito bem saber como a irmã vai usar. Vale citar também a despedida rápida de Meera Reed (Ellie Kendrick), que não obteve muita relevância para o caçula Stark, “você morreu naquela caverna”.

Outra cena muito boa em Winterfell veio da luta (treino) entre Arya e Brienne (Gwendoline Christie) que surpreendeu-se com a habilidade da garota, que “Ninguém” ensinou a lutar.

Pedra do Dragão

Missandei (Nathalie Emmanuel), que desde o último episódio faz parte de mais uma teoria (ela seria traíra) mostra-se preocupada com Verme Cinzento (Jacob Anderson). Suas preocupações são interrompidas pela presença de Jon Snow (Kit Harington) que deseja mostrar a caverna para Daenerys Targaryen (Emilia Clarke). E a interação dos dois melhora bastante. O problema é que, assim como Dany não tinha motivos para ser tão chata com Jon no primeiro encontro dos dois, não tinha motivos também para mudar de atitude, mas, enfim.

Vimos que além de vidro de dragão, a caverna está recheada de desenhos rupestres dos Filhos da Florestas e Primeiros Homens. O Rei do Norte concluí que eles lutaram juntos contra um inimigo maior: o Rei da Noite está também representado ali. Nesta hora, Jonerys (o ship do casal) parece muito real, pinta um certo clima, mas Dany corta dizendo que lutará sim ao lado de Jon… Se ele ajoelhar (a menina, se tu soubesse o quanto ele ajoelha, né Ygritte?!!).

Mais uma má notícia chega para Dany e ela decide que está na hora de Westeros vislumbrar seu poder. Antes disso, mais um reencontro. Theon Greyjoy (Alfie Allen) chega a Pedra do Dragão e é recebido por Jon. Confesso, a vontade é que Snow soque a cara dele, mas a pequena boa ação do Greyjoy com Sansa, faz Jon deixar pra lá. Theon quer buscar a irmã, mas a Rainha não encontra-se mais lá (pois é tudo bem rápido agora).

À caminho de Porto Real

Jaime já está próximo de Porto Real e de pagar as dívidas da Coroa. Tudo dando certo para o Lannister. Acontece que, as vitórias estão muito fáceis para ele e isso não é Game of Thrones. GOT, além dos inúmeros diálogos interessantes e planos inteligentes, é uma série que nos faz ficar em completo desespero em uma batalha. E o chão começa a tremer sob Jaime.

(Divulgação/HBO)

Os Dothraki não pretendem deixar com que ele leve tudo numa boa para a irmã. E veem à galope. Mas, o que mais impressiona (e nos anima) é a presença de Drogon, majestoso. Nessa hora, a gente esquece as incoerências do roteiro e aplaude, enquanto fica sem respirar. Não dá para descrever o quanto essa batalha é grandiosa, primeira vez que vemos a real vantagem de se ter um dragão. DRACARYS!!


Tyrion (Peter Dinklage) manifesta-se apreensivo e teme pela vida do irmão, mostrando que há ainda um Lannister dentro dele, laço que não pode ser quebrado mesmo depois de todos os acontecimentos. E não é só ele que sente-se apreensivo por Jaime, todos nós tememos por sua vida, assim como tememos por Drogon, alvejado por Bronn com a arma de Qyburn. É muito o que temer, gente. Se uma série nos faz pular no sofá e sofrer loucamente, ela alcançou seu objetivo!

Análise | Game of Thrones: Episódio 7×03 – The Queen’s Justice

Antes mesmo de começar esta análise, já quero dizer que ao final, eu gostaria de guardar esse episódio em um potinho. Com certeza The Queen’s Justice entra como um dos melhores da série, pois não há como deixar de lado todos os encontros e reencontros que ele proporcionou.

E além disso, as coisas mais importantes estavam acontecendo nos bastidores e isso é Game of Thrones, tudo o que leva até as batalhas é muito mais saboroso do que as batalhas em si e vemos isso na batalha em Rochedo Casterly narrada por Tyrion com toda a sua inteligência, mas, não está dando muito certo para a Mãe dos Dragões, até quando o anão terá sua total confiança? Afinal, eles que estavam com a vantagem, perderam seus aliados mais importantes com planos vindos daquela mente brilhante.

Vamos começar?

Pedra do Dragão

O que foi trabalhado ao longo de toda série, não precisava de mais enrolação para acontecer, Jon Snow chega a Pedra do Dragão com Davos Seaworth e são recebidos por Tyrion, um rosto amigável, Dothraki, uma demonstração de força e Missandei, a estrangeira que aconselha a rainha.

Game of Thrones episódio 03
(Divulgação/HBO)

A desconfiança é mútua, Daenerys o faz entregar as armas, os dois homens desarmados vão até a Rainha com mais títulos do mundo. Ficou bem engraçada a montagem da cena, com Davos não sabendo o que responder a tanto adjetivo.

Antes disso, a construção de confiança entre Jon e Tyrion passa pelo assunto Sansa e seu casamento não consumado com o anão. Em mais um episódio que a história de Westeros é evocada, tudo o que se foi vivido, mesmo que em tempos que nem presenciamos na série, é importante para tudo que está acontecendo agora.

(Divulgação/HBO)

Melisandre, mais uma vez, sai de cena após fazer o que achou necessário, ainda sem muita fé, a Mulher Vermelha sente-se orgulhosa por ter cumprido um papel importante, ela foi a responsável por unir gelo e fogo, afinal, essas são as crônicas de gelo e fogo, não é mesmo? A conversa com Varys deixa claro que Mel se sente culpada por seus erros (R.I.P. Shireen) mas ainda tem um papel a desempenhar, ela volta, e, para morrer. Quando? Não sabemos.

E como é muita história, Dany mostra que estudou direitinho e evoca o juramento dos Starks a Aegon Targaryen, um juramento eterno. Mas que Jon, um bastardo, não se vê muito tentado a cumprir. Importante ela pedir perdão pelos crimes de seu pai, assim como Tyrion conversa com Jon, os filhos nem sempre sai aos pais, né não?

O primeiro encontro entre Jon e Daenerys é interrompido pelas más notícias da vitória de Euron, algo que Tyrion não previu. Theon parece ter algum papel ainda nesse grande jogo, mesmo estando enfraquecido pelas diversas torturas sofridas, como está vivo, provavelmente encontrará algum tipo de redenção para seus atos.

Porto Real

Euron chega aclamado pelo povo com Yara, Ellaria e uma das Serpentes de Areia. Ele gosta desse poder. E continua a provocar Jaime Lannister o tempo todo que está em sua presença. Não parece que o comandante da frota e o do exército da rainha vão se dar bem em algum momento. Euron consegue uma promessa de casamento, Cersei diz que casa quando a guerra for ganha.

Game of Thrones
(Reprodução)

Cersei frente a frente com a assassina de sua filha. Toda a maldade da leoa é colocada para fora quando se trata de vingança. Ellaria Sand realmente matou uma inocente sem necessidade e é claro que toda fúria da Lannister cairia sobre ela. Mas com a rainha dos sete reinos, nada é simples, ela é ardilosa para o mal. Vamos confessar, dá um gostinho de ver. Qyburn, o mestre dos venenos!!

Jaime, depois de tudo o que aconteceu, ainda não resiste à Cersei e agora, ela nem faz questão de esconder o “amor” dos irmãos. Que digam, que pensem, que falem…

O Banco de Ferro aparece para cobrar as dívidas da Coroa. Cersei lembra que os Lannister sempre pagam suas dívidas e mostra que não é só Tyrion que é um Lannister inteligente, a mulher é muito estrategista!! E só vamos saber depois…

Pedra do Dragão

Voltando a Pedra, Tyrion convence Jon a fazer um pedido que seja razoável. Pois ele sabe que construir uma relação de confiança não é assim tão fácil. Ou seja, para quem esperava um encontro de amigos entre Jon e Dany viu que vai ser muito mais difícil uma aproximação. Mas o Mão da Rainha está lá para fazer esse meio de campo e Jon recebe a permissão para levar o que foi buscar: vidro de dragão.

Winterfell

Sansa está desempenhando seu papel no Norte. Mostra-se uma verdadeira governante. E o mais importante, as tiradas com Mindinho continuam. Ainda assim, Peter continua a sussurrar em seus ouvidos.

(Reprodução)

E sem alardes, o reencontro mais querido do episódio, Bran Stark está em casa!! Que longa jornada a do menino que agora, nem mais Stark é, ele é o Corvo de Três Olhos e por mais difícil que seja explicar, seus poderes serão muito úteis para a guerra que está por vir. Sansa assustou-se com o que o irmão contou a ela no lindo cenário da árvore coração. Achei fofo que ela prontamente abriu mão de seu poder para o irmão, mas, como disse acima, Bran tem um papel mais importante do que apenas governar o Norte.

Cidadela

Jorah é curado e liberado para servir sua Khaleesi. Sam é sentenciado a ler e transcrever velhos pergaminhos. Alguém dúvida de que assim ele descobrirá coisas muito relevantes para ajudar na guerra contra os Outros? Eu não!

Rochedo Casterly

(Reprodução)

O conhecimento de Tyrion dos esgotos, dado a ele por seu pai como forma de desprezo é essencial para a tomada de Rochedo Casterly. A cena da batalha narrada pelo Lannister pode ter sido um corte de orçamento, mas foi tão bem feita que ficou muito melhor do que gastar tempo em cena com a batalha em si. Afinal, a vitória teve mesmo um gosto bem amargo. Cersei deu um nó no irmão mais novo e liberando o Rochedo, foi atacar outras bandas… e umas bandas cheias da grana.

Jardim de Cima

Jaime com a maior parte do exército Lannister (que lindas as armaduras) deixou o lar desprotegido em busca de algo que seria muito mais valioso: ouro. Os Tyrell desprotegidos sucumbiram a esse ataque surpresa.

Jaime aprendeu com Robb a ser um comandante muito melhor. Em um episódio com conversas memoráveis, ficou para o fim uma das melhores. Jaime e Olenna Tyrell falam de seu amor pela irmã e sua possível ruína. O amor de Jaime é realmente cego e ele já sabe que isso não pode ser bom.

A espada de Joffrey, Lamento da Viúva, faz uma aparição para que Olenna depois de sua sentença de morte (alô, Qyburn dos venenos) confesse o assassinato do reizinho mais odiado dos 7 Reinos. A velha Tyrell caiu, mas caiu atirando!!

Enfim, um episódio que prezou por poderosos encontros e diálogos importantes, que mostrou que Daenerys não é invencível, aliás, ela acumulou mais uma derrota, o que, definitivamente, a fará mudar de estratégia e colocar seus filhos no jogo. The Queen’s Justice é um marco, e que venham os outros cinco.

Game of Thrones
(Reprodução)

Análise | Game of Thrones: Episódio 7×02 – Stormborn

E o episódio que nos prometeu um pouco mais sobre Daenerys Targaryen (Emilia Clarke), começa com uma tormenta em Pedra do Dragão, assim como ela. A mãe dos dragões coloca Varys (Conleth Hill) contra a parede. Assim, um pouco atrasada, né não?

A trama andou em vários pontos. Como temos pouco tempo de tela, na Cidadela o que foi sugerido no episódio passado, aconteceu. Assim como as reuniões entre aliados e corvos super sônicos com todas as notícias dos 7 Reinos em alta velocidade. E ainda, retornos muito queridos.

Vamos começar?

  • Pedra do Dragão

Depois de perdoar Varys por suas lealdades passadas, Daenerys recebe uma importante visita em Pedra do Dragão. Melisandre (Carice van Houten) chegou até lá para anunciar a palavra do Deus Vermelho. Um ponto muito interessante dessa passagem foi a tradução de Azor Ahai, feita por Missandei (Nathalie Emmanuel), segundo ela, a palavra não tem gênero, ou seja, mesmo que Melisandre ache que Jon Snow (Kit Harington) é o príncipe prometido, pode muito bem ser uma princesa, ou Rainha né mores?

Em volta da grande mesa de estratégias, Tyrion Lannister (Peter Dinklage) usa o que tem de melhor, o cérebro. E o Mão da Rainha quer um reino inteiro e não apenas cinzas. Dany, por enquanto, o escuta, mas se depender de Olenna Tyrell (Diana Rigg), a Mãe dos Dragões deve ser temida e não ouvir os conselhos do anão.

(Divulgação/HBO)

Uma das estratégias de Tyrion que o fez ser respeitado no conselho de aliados foi o fato da utilização dos Imaculados para  atacar Rochedo Casterly, casa dos Lannisters. Um ponto interessante, o filho de Tywin Lannister (Charles Dance) vai tomar para si a sua herança por direito. E para o nude do episódio, Missandei e Verme Cinzento (Jacob Anderson) se entregam ao amor. Muito fofo Verme dizendo que ela é sua fraqueza, que o faz ter medo, pois agora, ele quer voltar vivo das batalhas.

Veja Também: Game of Thrones | Assista o trailer de The Queen’s Justice, terceiro episódio da sétima temporada!

  • Winterfell

O corvo chega até Jon Snow em Winterfell com a mensagem de Daenerys, com um toque de Tyrion, Jon tende a confiar na Rainha. Davos (Liam Cunningham) fala o certo, dragão solta fogo que mata os Outros, um grande motivo para ir até lá.

Os corvos trabalharam nesse episódio, e com a chegada da mensagem do Sam, direta da Cidadela, Jon vai ao conselho por causa do vidro de dragão. Mais uma vez, Sansa Stark (Sophie Turner) se opõe ao irmão, afinal, a fama dos Targaryens e Lannisters não é nada boa, nem Lyanna Mormont (Bella Ramsay) apoia a tal viagem do Rei do Norte, mas afinal, o Rei é ele.

Jon deixa o Norte com a única Stark em Winterfell e Mindinho adora. Nas criptas, podemos ver a estátua do sempre saudoso Ned Stark (Sean Bean) e lá vem Mindinho com sua cara de pau e papo furado de “amor” por Sansa, Jon deixa claro que Petyr deve ficar longe dela, mas será que isso é possível?

  • Porto real

Cersei (Lena Headey) fala com seus poucos vassalos, entre eles, o conhecido Randyll Tarly (James Faulkner), pai de Sam. Jaime Lannister (Nikolaj Coster-Waldau) pede que Tarly traia os Tyrell e o promete o título de Protetor do Sul, caso haja algum Sul ao final disso tudo.

Qyburn (Anton Lesser) mostra as armas contra os dragões e após um passeio nos porões de Porto Real, Cersei parece satisfeita com o que seu meistre anda aprontando. Os filhos de Dany não estão seguros. Mas, em Westeros, quem está?

  • Cidadela

Sam (John Bradley-West) logo percebe que a cura da escamagris pode sim estar perto, basta aplicar arriscados e dolorosos procedimentos do livro do  Arquimeistre Pylos. Depois de saber que Jorah Mormont (Iain Glen) é filho do velho urso Jeor Mormont (James Cosmo), Sam não tem mais dúvidas de que precisa tentar salvar a pele dele.

  • No caminho para Porto Real

Que retorno inesperado o de Torta Quente, como cresceu! Ele e Arry (Arya) têm uma conversa muito importante, primeiro sobre preparos de tortas, que ele não saiba quais ingredientes Arya Stark (Maisie Williams) anda colocando nas suas e depois, o mais relevante, Arya fica sabendo que Winterfell é dos Starks novamente e mais, seu irmão predileto, Jon é o Rei do Norte. Duvidei se ela escolheria deixar a vingança de lado, mas a menina mostra que nunca deixou de ser Stark e estar em casa é mais importante do que matar Cersei. Mas isso me assusta um pouco, se até agora as motivações dela foram sempre focadas em vingança, qual será seu papel ao chegar em Winterfell? Há espaço para ela ali?

No mesmo núcleo o retorno de Nymeria foi emocionante e assustador. Como uma despedida da loba gigante, ela aparece com sua matilha e apenas deixa Arya partir sozinha.

  • Alto mar

Ellaria Sand (Indira Varma) e Yara Greyjoy (Gemma Whelan) parecem ter muito em comum, mas antes que pudessem se acertar de algum modo, os navios de Euron Greyjoy (Pilou Asbæk) as alcançam. Uma bela sequência de luta em alto mar. O tamanho dos navios de Euron impressiona.

(Divulgação/HBO)

As Serpentes de Areia são colocadas para fazer algo de útil e logo se despedem, já era sem tempo. Aliás, uma morte ficou faltando, o covarde Theon Greyjoy (Alfie Allen) deixa o Fedor tomar conta dele e foge quando sua irmã mais precisa. Será que há mais espaço para redenção de Theon ou já cumpriu todo seu papel? Euron tem os presentes que prometeu à Cersei, basta saber o que farão com elas.

Para o próximo episódios, um dos encontros mais esperados, Fogo e Gelo estarão em cena!

Confira o trailer da quinta temporada de The 100, divulgado na SDCC 2017

A The CW lançou um novo trailer promocional de The 100 na San Diego Comic Con. Confira:

The 100 é desenvolvida por Jason Rothenberg, transmitida pela emissora The CW  e estrelada por Eliza Taylor (Clarke Griffin). É baseada no livro homônimo “The 100”, o primeiro de uma série de Kass Morgan.

 

Game of Thrones | Vidro de Dragão pode ter importância ainda maior

A estreia da sétima temporada Game of Thrones finalmente aconteceu no último domingo (16) e, após muito tempo de espera e especulações, algumas informações relevantes foram dadas no episódio Dragonstone (Pedra do Dragão).

[Spoilers] Nele, ficamos sabendo que Jorah Mormont (Iain Glen) foi em busca de cura da escamagris na Cidadela e já houve uma pequena interação entre ele e Sam (John Bradley-West). Para espectadores menos atentos, a cena pode ter ficado só como um aviso de onde Mormont está e do avançado estado da doença, mas é claro, sempre há alguém no Reedit pronto para destrinchar cada pista revelada.

Por mais inteligente que seja, Sam ainda não sabe como curar a escamagris. Então, onde ele poderia encontrar essa informação vital? Se você disse “O Livro de Exposição da Grande Westeros”, acertou! Um usuário do Reddit, pausou o primeiro episódio no momento exato e conseguiu capturar esta imagem:

(HBO / Via reddit.com)

A página não está completa, mas pode-se ter uma ideia geral do que diz. Já sabemos que o capítulo que Sam estava lendo era sobre o vidro de dragão e seus usos – e o mapa do lado direito mostrava que existia praticamente uma mina de vidro de dragão em Pedra do Dragão.

O trecho do lado esquerdo do livro parece falar de como o vidro de dragão poderia ser usado, segundo algumas fontes, como possível cura para doenças quando ingerido. Então, continua dizendo que, apesar de um pequeno dano ocorrer a partir da ingestão, “não se pode descontar o dano que [essa suposta cura] causa ao crédulo”. É justo dizer que o autor do livro não está convencido desse poder de cura, mas certamente essa pequena possibilidade será suficiente para convencer Sam e Jorah a tentarem.

Sabe-se que o vidro de dragão é poderoso. As Crianças da Floresta o usaram para impedir que Benjen Stark (Joseph Mawle) se transformasse em walker. E, sabemos, foi o vidro de dragão que criou toda confusão em primeiro lugar, quando as Crianças o usaram para criar os Caminhantes Brancos (white walkers).

Uma outra evidência do poder de cura do vidro pode ser a Princesa Shireen Baratheon (Kerry Ingram) a única pessoa que conhecemos que teve os efeitos da escamagris estacionados. E ela cresceu em Pedra do Dragão. Pode ter sido esse o fator de cura de Shireen.

(Divulgação/HBO)

Será mesmo que Sam irá descobrir essa nova função do vidro e Jorah será curado? Vamos ter que esperar para ver!

ABC anuncia Paris Barclay para dirigir série derivada de Grey’s Anatomy

O renomado diretor Paris Barclay, vencedor de dois Emmys por seu trabalho em NYPD Blue, foi contratado para dirigir e assinar a produção executiva da série derivada de Grey’s Anatomy, de acordo com o The Hollywood Reporter.

Ainda sem título, o derivado mostrará a rotina de um grupo heroico de bombeiros de Seattle. A introdução dos novos personagens será feita em um episódio especial de Grey’s, que está programada para retornar em setembro nos Estados Unidos, com sua 14ª temporada.

A nova série apresentará um elenco totalmente novo, já que nenhum dos regulares da série médica foi colocado como candidato para participar. Essa informação pode eliminar a teoria de que Jason George, cujo personagem Ben Warren atuou como bombeiro no final da 13ª temporada, seria um candidato em potencial.

Recentemente, o diretor Paris Barclay atuou nas mesmas funções de diretor e produtor para a cancelada série Pitch e agora será produtor executivo junto de Shonda Rhimes e Betsy Beers na série dos bombeiros para a ABC. Além disso, o produtor executivo/co-showrunner de Grey’s Anatomy, Stacy McKee, trabalhará em tempo integral na série.

Para TV Barclay já trabalhou em séries como Glee, ER, The West Wing, House, Weeds e In Treatment. Essa será segunda passagem de Barclay em Shondaland, depois de dirigir um episódio de Scandal, no ano passado.

Game of Thrones | Conheça a história de Pedra do Dragão, apresentada no último episódio

No primeiro episódio da sétima temporada de Game of Thrones, vimos nossos queridos (ou não) personagens se movimentando para a guerra por vir, seja do Norte ou do Sul. Uma das cenas mais relevantes e bonitas de “Dragonstone” foi justamente a chegada de Daenerys Targaryen ao seu lar de nascimento. A HBO já havia liberado nos trailers que isso aconteceria, mas, ainda assim, a cena sem falas, foi de uma beleza arrebatadora.

Mas, se você não está por dentro da importância de Pedra do Dragão (em português), saiba mais sobre o antigo lar Targaryen.

A fortaleza

A fortaleza de Pedra do Dragão fica localizada na Ilha do Dragão, no litoral da Baía da Água Negra. De acordo com as lendas, ela foi construída com pedras de dragão – daí o nome, que é um material mais duro do que aço e diamante. Ela é bem grande e fica sobre o Monte Dragão, um grande vulcão ainda ativo — e por isso que abriga em grandes quantidades de Vidro de Dragão (alô, Jon Snow).

Há muitos anos

Os Targaryen construíram a Pedra do Dragão cerca de um século antes da chamada Perdição de Valíria, um cataclismo que destruiu a cidade de Valíria, antiga capital de um império desenvolvido. O castelo se tornou uma fortaleza militar e serviu aos valirianos por muito tempo.

Graças às visões da caçula da família Targaryen, Daenys, que previram a destruição, eles se mudaram para o local doze anos antes da Perdição acontecer.

Assim, quando Aegon, o Conquistador, decidiu conquistar Westeros e tornou-se Rei dos Sete Reinos, ficando com o Trono de Ferro em Porto Real, deixou com que a Pedra do Dragão virasse lar do Príncipe de Pedra do Dragão.

Pedra do Dragão também foi palco de A Dança dos Dragões, famosa guerra de sucessão Targaryen, disputada entre Aegon II e Rhaenyra — os dois morreram e quem acabou assumindo o trono foi o filho da dela, Aegon III.

A Rebelião de Robert

Rei Robert
(Divulgação/HBO)

Bem depois de A Dança dos Dragões, Robert Baratheon começou sua rebelião contra os Targaryen e a fortaleza acabou se tornando o último refúgio da família. Por conta do suposto sequestro de Lyanna Stark  que era prometida à Robert e seu grande amor, por Rhaegar Targaryen.

Durante a Guerra, Rhaegar Targaryen, Príncipe da Pedra do Dragão, enviou suas tropas para confrontar os exércitos de Robert e então aconteceu a Batalha do Tridente, em que o Baratheon venceu, matando o príncipe com seu machado. Quando recebeu a notícia, o Rei Aerys II, mais conhecido como O Rei Louco, enviou sua irmã-esposa para o castelo na ilha e lá ela deu a luz a  Daenerys Targaryen, morrendo após o parto. A menina e seu irmão, Viserys, foram mandados para longe e cresceram sobre os cuidados de Magíster Illyrio, um homem poderoso da Cidade Livre de Pentos.

 

Veja também: Análise | Game of Thrones: Episódio 7×01 – Dragonstone

Herança de Stannis Baratheon

Stannis Baratheon em Game of Thrones
(Divulgação/HBO)

Ao final da Rebelião, Robert tornou-se Rei de Westeros, e seu irmão, Stannis Baratheon, o governante de Pedra do Dragão —contra a sua vontade, já que ele acreditava que deveria herdar Ponta Tempestade, o lar dos Baratheon.

Mais tarde, Robert morre e a Guerra dos Cinco Reis se inicia. Quando Stannis perde a Batalha da Água Negra tentando clamar seu direito pelo trono, ele volta para a fortaleza e planeja seus próximos movimentos que culminaram em sua morte na série. Nos livros, a história ainda está em desenvolvimento.

A Chegada de Daenerys Targaryen

Daenerys Targaryen em Game of Thrones
(Divulgação/HBO)

Ou seja, na série, Daenerys chegou a um lar abandonado, (estranho não ter sido herdado por ninguém, dado pelo Rei Tommem, por exemplo, ou os vassalos de Stannis não estarem lá para recebê-la). O que se pode dizer é que o local é de grande importância histórica e emocional para Dany e a Mãe dos Dragões pode transformá-lo em um lugar estratégico ou mesmo de novo centro de poder Targaryen, aguardemos as cenas dos próximos episódios.

A sétima temporada de Game of Thrones é exibida aos domingos na HBO!

Veja também: Trailer de “Stormborn”, segundo episódio da sétima temporada!

Análise | Game of Thrones: Episódio 7×01 – Dragonstone

A espera acabou! 1 ano e 20 dias após o décimo episódio da sexta temporada, Game of Thrones: “The Winds of Winter” ir ao ar, a HBO nos entrega o primeiro dos 13 episódios restantes e começa essa nova trajetória muito bem. Dragonstone (Pedra do Dragão) é o princípio do fim, após uma longa jornada nossos personagens se encontram finalmente em locais definidos e mais perto do que nunca de seus objetivos.

Começar o episódio com uma cena de impacto foi acertado, afinal, foi um longo período de espera, mas uma cena de impacto vinda de Arya Stark (Maisie Williams) é muito mais do que poderíamos imaginar. O final foi reconfortante para quem é time Targaryen, a rainha dos dragões está em casa, enfim.

Vamos começar?

As Gêmeas

Ao ver o velho Walder Frey (David Bradley) em tela já inicia-se um processo de euforia, afinal, sabemos que ele está morto e também sabemos quem é a menina que tem a habilidade de usar a face dos mortos a seu favor! E essa euforia vai aumentando ao acompanhar o discurso do Frey, um sermão que claramente não poderia vir dele, “o norte se lembra”, o “inverno está aqui”. E então, mesmo que t nós já sabíamos que iriam cair todos envenenados, ver isso acontecer é arrebatador. Enfim, Arya Stark pede para que seja dito: “O inverno chegou para os Freys!”

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A Muralha

Os mortos estão vindo e, pelo dom de Bran Stark (Isaac Hempstead-Wright), podemos observar que são muitos, com adicional de gigantes (saudades, Wun Wun). Bran e Meera Reed (Ellie Kendrick) enfim encerram uma parte de sua jornada de volta, chegando até a Muralha. O caçula Stark (saudades, Rickon) demonstrou todo seu “poder” ao reconhecer Edd Doloroso (Ben Crompton) sem ao menos conhecê-lo e saber de tudo que havia acontecido em Durolar sem ao ter estado lá, ganhou sua passagem para dentro da Muralha e ela continua de pé, até quando?

Winterfell

Que alegria ver Winterfell recheada de nortenhos (agora) leais aos Starks. E observar Jon Snow (Kit Harington) governando é ainda mais prazeroso. Vê-se logo que o Rei no Norte está preocupado com tudo que viu enquanto estava pra lá da Muralha e não quer mais confusão entre seu povo. Ele mostra benevolência com o que restou das famílias traidoras, (o que foi a fofura de Ned Umber e Alys Karstark jurando lealdade aos Starks?) e isso incomoda Sansa (Sophie Turner).

Muito mais maltratada pela política dos 7 Reinos que seu irmão, Sansa mostra-se fria e impiedosa e nos mostra qual vai ser o embate entre Jon e ela. Snow preocupa-se com os inimigos que vêm do Norte, Sansa com os do Sul e ela ainda tem um passarinho pendurado em sua orelha. Mindinho continua querendo uma coisa só e vai sussurrar o quanto puder, mas, ao que tudo indica, a Stark já está esperta.

(Divulgação/HBO)

Outro destaque para a cena de Winterfell foi nossa queridinha Lyanna Mormont (Bella Ramsey), mostrando que tem feminismo em Westeros, sim!! Afinal, ela não quer ficar tricotando enquanto uma guerra está à caminho. Game of Thrones constrói personagens extremamente fortes, sem distinção de gênero. Um adendo para Tormund (Kristofer Hivju) e Brienne (Gwendoline Christie), esse ship continua com tudo!

Porto Real

Tudo está acontecendo tão rápido que Cersei Lannister (Lena Headey) já está informada de tudo. Enquanto anda em seu mapa gigante que está sendo pintado para a guerra, recebe seu irmão Jaime Lannister (Nikolaj Coster Waldau) para seus devaneios, afinal, o título de rainha louca tem tudo para ser dela. Jaime mostra-se preocupado com as estratégias da irmã, ele entende que os Lannisters estão vulneráveis, mas Cersei tem uma carta na manga e ela está vindo de navio.

Euron Greyjoy (Johan Philip Asbæk) chega já com sua proposta de sempre: casamento. Ele quer casar com uma rainha, se for a Cersei, mais fácil, já está ali! Gostei (odiei) o desdém dele com Jaime e o Lannister fungando de raiva. Achei que Cersei fosse aceitar a proposta, mas ela ainda tem que ganhar algo com isso. Então, o Greyjoy e seus mil navios vão em busca de um presente para a rainha (que a cabeça de Tyrion permaneça em seu pescoço!!).

Para os mais atentos e antenados em profecias (dos livros), uma pegadinha interessante na cena do grande mapa, Cersei aparece sobre a região conhecida como o Gargalo, enquanto Jaime está na região dos Dedos. Fãs mais devotos podem especular sobre uma indicação nas entrelinhas de uma profecia não dita na série, de que um valonqar (irmão mais novo) usaria os dedos para enforcar Cersei até a morte. (Torcendo, vai nessa Reigicida!!).

Cidadela

(Divulgação/HBO)

Vemos que não é fácil ser estagiário na Cidadela. O pobre Sam Tarly (John Bradley-West) está chafurdado na merda, literalmente. Pobre Sam. Mas nem só de merda vive nosso futuro Meistre. Sam arruma um tempinho para ler e já descobre uma preciosa informação para Jon Snow, há vidro de dragão em Pedra do Dragão. (Ou seja, desenhado o encontro entre Jon e Dany).

Uma aparição notável é do Arquimeistre Erbrose (Jim Broadbent) responsável pelo estudo das artes da medicina na Cidadela. E ainda, o inesperado destino de Jorah Mormont (Iain Glen), com a pele cada vez mais coberta pela escamagris.

Ed Sheeran

De repente, ouve-se uma nova canção na floresta e não é que o cantor é profissional. A aparição de Ed Sheeran logo no primeiro episódio foi uma surpresa. Vestido de Lannister ele contracena com a fã Maisie Williams em um cena de alívio e também na qual descobrimos o rumo que Arya está tomando, ela vai até Porto Real matar a rainha!

Em algum lugar ao Norte

(Divulgação/HBO)

O Cão, Sandor Clegane (Rory McCann) está acompanhado da Irmandade Sem Bandeiras e o retorno de Beric Dondarrion (Richard Dormer) e Thoros de Myr (Paul Kaye) acontece também rapidamente. Mas, em uma cena muito relevante para humanização do Cão. Sabemos que Sandor não é tão mal quanto foi criado para ser e, ao longo da série, fomos nos afeiçoando por ele. Interessante o local onde eles pararam, onde o Cão esteve com Arya na quarta temporada e bem que ele falou: “estarão mortos no inverno”.

Sandor foi capaz de enxergar nas chamas (enquanto Melisandre só erra) e claro, tudo indica que a Irmandade está indo lutar contra os Outros.

Pedra do Dragão

Finalmente! Daenerys Targaryen (Emilia Clarke), Filha da Tormenta, a Não Queimada, Mãe de Dragões, Rainha de Mereen, Rainha dos Ândalos e dos Primeiros Homens, Quebradora de Correntes, Senhora dos Sete Reinos, Khaleesi dos Dothraki, a Primeira de Seu Nome, chegou a Westeros.

(Divulgação/HBO)

E chegou em um lugar super importante para sua família. Pedra do Dragão estava sob domínio de Stannis (viram a bandeira?) desde a rebelião de Robert, mas antes disso, era lar Targaryen e foi ali, em uma noite de tormenta que nossa rainha nasceu!! Muito significativo ser o primeiro lugar que ela pisa no continente.

Lindo ver Dany tendo o primeiro contato com a grande mesa, que abriga um detalhado mapa de Westeros. Foi ali que Aegon, o Conquistador planejou sua invasão a Westeros, há muitos anos. E agora, é o local que ela escolheu para junto com Tyrion Lannister (Peter Dinklage) planejar a sua invasão.

Agora, é esperar pelo próximo episódio, até lá!

Game of Thrones | Relembre os principais pontos da história até aqui

A expectativa está ultrapassando qualquer limite!! Finalmente, a sétima temporada de Game of Thrones estreia neste domingo (16), e para ajudar aos fãs que desejam refrescar a memória, o canal oficial da série no Youtube lançou um vídeo, com pouco mais de 5 minutos, que recapitula todos os pontos principais da história até aqui.

Desde que a série foi lançada pela HBO, em 2011, muita coisa aconteceu (mortes) e com o vídeo, é possível relembrar os personagens que já não estão na série,alianças formadas e desfeitas e claro, as mortes.

O primeiro episódio da sétima temporada de Game of Thrones estreia no domingo, 16/07, às 22h, na HBO.

 

Crítica | Em Ritmo de Fuga é original e eletrizante do início ao fim

Cinema e música estão conectados desde o tempo do cinema mudo, em que orquestras tocavam durante as exibições dos filmes para acrescentar emoção à história que estava passando na tela. Em Ritmo de Fuga (Baby Driver, no original), junta essas duas artes de forma muito especial, até parece uma trilha sonora com filme. Além disso, o diretor Edgard Wright (Scott Pilgrim Contra o Mundo) traz alucinantes perseguições, reviravoltas, uma pitada de romance e um elenco de cair o queixo.

Baby (Ansel Elgort) perdeu os pais ainda criança em um acidente de carro, como sequela, tem problemas auditivos que fizeram com que ele se conectasse ainda mais com a música. Tendo uma trilha sonora para cada estado de espírito, ele costuma usar a música para fazer o que mais sabe: dirigir. Ao envolver-se com o líder de uma organização criminosa, Doc (Kevin Spacey), Baby acaba virando o piloto de fuga de vários audaciosos assaltos.

A sinergia da música e do movimento do filme é o seu ponto alto, conectados ao iPod de Baby, somos jogados dentro das cenas de ação, de forma avassaladora, são muitos tiros, manobras arriscadas e cantadas de pneus. Interessante citar que a pessoa com que Baby mais se relaciona, seu pai adotivo, é surdo, então, ele, que já não se comunica por meio de palavras faladas, não precisa delas para se fazer entender, nem dentro de casa.

A equipe de Doc muda a cada crime praticado, mas Baby é seu talismã. “Ele é um bom garoto, e um capeta ao volante”. Assim, passa pela tela o talentoso Jon Bernthal (Justiceiro), em um papel que já está acostumado, o de badass. E ainda, Jon Hamm (Mad Men) e Eiza Gonzalez (From Dusk Till Dawn) vivendo o casal de criminosos Buddy e Darling, e, finalmente, Jammie Foxx, que dá vida a Bats, cujas suspeitas sobre Baby,tanto sobre sua atitude quanto em relação à sua aptidão, começam a criar um racha perigoso numa operação que até então corria sem problemas.

(Divulgação/Sony Pictures)

Quando o caminho de Baby cruza com o da garçonete Debora (Lily James), os dois se conectam e, em pouco tempo, funcionam muito bem como o casal que deseja estar junto, mas que precisa superar obstáculos, como a vida em que Baby se meteu. E isso nos faz torcer loucamente para que dê certo para eles. Sem muitas raízes e com forte conexão com a música, Debora é o gatilho que faltava para que o motorista desejasse ainda mais deixar para trás o mundo do crime. Mas o envolvimento com seus colegas, pode tornar tudo ainda mais difícil.

Com sequências arrebatadoras, Em Ritmo De Fuga, é cheio de avanços alucinantes e paradas de tirar o fôlego, um prato cheio para quem gosta de filmes de crimes e perseguições. A cada nova música, esteja preparado para se divertir à toda velocidade.

Em Ritmo de Fuga estreia no Brasil dia 27 de julho pela Sony Pictures.

(Divulgação/Sony Pictures)

Em entrevista, Kit Harington afirma: não espere que Jon Snow esteja na oitava temporada

No ano passado, Kit Harington sentiu-se bem seguro depois de ter sido morto em Game of Thrones, já que seu personagem, Jon Snow, seria ressuscitado. A sétima temporada começa com tudo novo, e isso significa que o bastardo está mais uma vez em risco.

“Eu me senti bem seguro na sexta temporada e um pouco menos seguro nesta”, disse Harington em entrevista à IndieWire. “Precisamos saber que Jon Snow está em perigo genuíno caso contrário, o ponto inteiro deste programa de TV está perdido. Sabemos que todos estão em perigo. Então não espere que ele esteja na 8ª temporada; Ele pode não estar”.

A primeira morte de Jon ocorreu como resultado de uma traição da Patrulha da Noite. Agora que Jon foi declarado o Rei no Norte, ele tem um alvo ainda maior em suas costas. Apesar da possibilidade de a história se repetir, Jon sente-se como se não tivesse nada a perder.

“Eu acho que ele chegou a um patamar, onde ele viu a morte, voltou da morte, e não há muito mais que realmente possa assustá-lo agora”, disse Harington. “Ele é uma daquelas pessoas que quase não temem a morte agora porque esteve lá. Então eu acho que ele teve uma experiência ruim com liderança, mas por isso ele está muito melhor agora”.

Uma das melhores qualidades de Jon como líder é a sua integridade, o que também pode ser o seu pior. “Ele confia muito nas pessoas. Talvez ele tenha confiado demais nas pessoas no passado, mas ele não vai contra um instinto básico dele”, disse. “Eu gosto disso nele. Eu acho que é o que as pessoas gostam nele: ele confia as pessoas, trata as pessoas bem, ele tem uma boa base moral, onde muitas pessoas não têm nenhuma moral”.

Dito isto, uma das pessoas em quem ele mais gostaria de confiar, pode ser sua maior ameaça. De certo, sua meia-irmã Sansa Stark (Sophie Turner) deve ser a próxima na linha de sucessão para governar o Norte como a legítima herdeira do pai Ned Stark (Sean Bean).

Sansa x Jon

(Divulgação/HBO)

Sansa provou ser uma sobrevivente inteligente, ela orquestrou uma grande vitória no campo de batalha na temporada passada. Porém, suas formas de gerenciar desafios não poderiam ser mais opostas. Jon emergiu de suas experiências angustiantes mais direto e inflexível do que nunca, enquanto Sansa aprendeu a ser duvidosa e a fazer alianças.

“Eu acho que Sansa mexe com ele de uma maneira que ninguém mais pode”, disse Harington. “Ela o enfurece, fala quando é mais útil para ele que não fale. Essencialmente, ele tem um problema: ele é o líder, e ela está o testando, e, como líder, você não pode fazer alguém lhe questionar. Mas quando é sua irmã, não há muito que você possa fazer sobre isso. O que você pretende fazer? Punir sua irmã ou executar sua irmã? Então ela é um verdadeiro desafio para ele e ela sabe disso. Eu acho que está exasperante para ele e ela sabe disso. Mas Sansa sabe que é mais inteligente do que Jon, de muitas maneiras “.

Sobre a origem de Jon

Resta saber se os laços familiares manterão as intrigas distantes. Neste ponto, nenhum deles está ciente da revelação da última temporada de que Jon não é o bastardo de Ned, mas filho de sua irmã, Lyanna Stark (Aisling Franciosi). No que diz respeito a Jon, sua identidade está envolvida em como ele foi criado como um dos Starks, ilegítimo ou não.

“Eu acho que é muito importante para ele acreditar que ele é um Stark”, disse. “Tanto quanto ele é um Snow, no fundo, ele é do norte e ele é da família Stark. Isso é extremamente importante, ele é parte dessa família e parte dessa história. Eu acho que o machucaria se ele achasse que não há sangue Stark nele. Por sorte, sabemos que existe. Nós sabemos que sua mãe era Lyanna Stark, então ele é pelo menos meio Stark”.

Game of Thrones | HBO divulga títulos e sinopses de episódios da sétima temporada

Está cada vez mais perto da estreia da sétima temporada de Game of Thrones. E agora, foi a vez da HBO divulgar títulos e sinopses dos três primeiros episódios. É claro, as informações são superficiais, mas já é suficiente para causar alvoroço, ainda mais que não há mais livros para saber o que estar por vir (a série ultrapassou a obra na qual é baseada, “As Crônicas de Gelo e Fogo”). De acordo com a The Hollywood Reporter, são os seguintes:

Primeiro episódio (16 de julho): Dragonstone (Pedra do Dragão)
Jon (Kit Harington) organiza a defesa do Norte. Cersei (Lena Headey) tenta equilibrar as chances. Daenerys (Emilia Clarke) chega em casa. Escrito por David Benioff e DB Weiss; dirigido por Jeremy Podeswa.

Segundo episódio (23 de julho): Stormborn (Nascida da Tormenta)
Daenerys (Emilia Clarke) recebe um visitante inesperado. Jon (Kit Harington) enfrenta uma revolta. Tyrion (Peter Dinklage) planeja a conquista de Westeros. Escrito por Bryan Cogman; dirigido por Mark Mylod.

Terceiro episódio (30 de julho): The Queen’s Justice (A Justiça da Rainha)
Daenerys (Emilia Clarke) realiza uma sessão no tribunal. Cersei (Lena Headey) devolve um presente. Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) aprende com seus erros.  Escrito por David Benioff e DB Weiss; dirigido por Mark Mylod.

Game of Thrones retorna com capítulos inéditos em 16 de julho na HBO.