Greve dos dubladores de games começa nos EUA

Um dos sindicatos de dubladores de games, a Screen Actors Guild – American Federation of Television and Radio Artists (SAG-AFTRA), entrou em greve nos Estados Unidos na última sexta-feira, 21.

Muitos estúdios importantes como: Activision, Blindlight, Corps of Discovery Films, Disney Character Voices, Formosa Interactive, Insomniac Games, Interactive Associates, Take-Two, VoiceWorks Productions e Warner Bros Games, Inc. serão afetados pela greve, o que pode acarretar sérios atrasos para jogos em desenvolvimento.

O impasse entre os artistas e os estúdios está na porcentagem que os dubladores recebem. Enquanto os estúdios aceitaram aumentar para 9%, a SAG-AFTRA defende que os dubladores devem receber uma porcentagem com base no corte de vendas para cada jogo que trabalharem, além da taxa regular.

O sindicato ainda defende sessões de gravações com duração de duas horas para evitar quaisquer danos físicos, mas ainda no valor de uma sessão com quatro horas de duração.

Nós como fãs, só podemos esperar a resolução rápida desse impasse, pois uma das mais importantes faces dos games é justamente a dublagem e, artistas como: Troy Baker, David Hayter e outros elevam muito a qualidade dos games.

Análise | Nossa experiência com o HD Externo My Passport X da WD

A nova geração de consoles chegou ladeada a um novo mercado – já muito costumeiro para os PC gamers -, que é o próprio mercado digital de jogos. Para os que não conhecem, existe uma forma de você, usuário de Playstation ou Xbox, adquirir jogos sem precisar ter a mídia física. Junto a essa praticidade, a maioria das pessoas que utilizam essa prática acabam economizando tempo e dinheiro no ato da compra. No entanto, nem tudo são flores.

Com o alto custo de consoles que possuam um HD interno superior a 1 TB, a memória do vídeo-game tende a ser consumida rapidamente pela instalação de diversos jogos, sendo uns mais leves, como o título We Happy Few, que possui somente 4GB, e outros, como Battlefield 4, que possui mais de 40 GB com todas as expansões. Para suprir essa necessidade de memória, temos a disponibilidade (por enquanto, somente no Xbox One) de utilizarmos um HD externo para a instalação de jogos, sem a necessidade de realizar limpezas semanais sempre que for adquirir um novo título à sua coleção. Recebemos para teste no modelo Xbox One de 500 GB, o HD de 2 TB da My Passport X da Western Digital e vamos contar um pouco da nossa experiência com o acessório.

wd-passport-x-review3-650-80Primeiramente, recebemos o material extremamente bem embalado e com rapidez. A caixa que o guarda possui o manual de instruções, um cabo que conecta o console ao acessório e o próprio HD. A instalação foi simples, e em questão de segundos após plugar o dispositivo ao Xbox One, recebi a mensagem de que havia um novo espaço a ser instalado. Acessando pelas configurações, localizei e confirmei que realmente o HD possui seus 2 TB e não demorei em utilizá-lo. Comecei instalando somente jogos pesados, com todas as suas expansões, depois passei a maioria da minha galeria ao HD (sim, é possível passar um jogo da sua memória do console ao acessório e vice-versa). Resultado: o HD estava completamente preenchido, e sempre que acessava algum jogo, ele abria com praticamente a mesma velocidade que a memória interna do console, perdendo por pouco tanto na abertura como no download. Sua reprodução é eficaz e ágil, não deixando a desejar em nenhum aspecto.
wd-passport-x-review2-650-80O My Passport X coube na palma da minha mão (possuindo 110 x 81.5 x 20.9mm), e na minha estante combinou perfeitamente com o ambiente e as cores do próprio Xbox One. O cabo que conecta um ao outro não é muito longo, mas o suficiente para poder passá-lo entre os volumes da estante, ou até mesmo escondê-lo. Quanto ao som emitido pelo HD, ele é praticamente imperceptível, principalmente durante o gameplay. Caso seu cômodo esteja completamente silencioso e durante um loading sem som, é possível ouvir o HD trabalhando, mas nada que de fato incomode durante a jogatina.

O My Passport X é um acessório indispensável para hardcore gamers, tanto pela quantidade de jogos, tanto pela praticidade e alta rapidez na reprodução. Não acredito que jogadores casuais tenham a necessidade de adquirir um HD externo de tamanha potência, já que o custo-benefício seria nulo dentro do cotidiano e bolso desse tipo de gamer. Entretanto, independentemente da quantidade que se é utilizado o vídeo-game, se você for um tipo de gamer que não gosta de se preocupar com espaço disponível e gosta de ter todos os seu seus títulos à disposição: o My Passaport X supre e supera suas expectativas.

Nota: Recebemos o My Passport X para teste no período de 30 dias, onde utilizamos todo seu potencial com as configurações de um Xbox One de 500 GB. Até o momento dessa matéria, o Playstation 4 não dá suporte a HD externo.

Gears of War 4 | Data de lançamento do game é confirmada

Gears of War 4 é um dos maiores exclusivos do Xbox One e promete continuar a franquia com novos personagens (e possivelmente a aparição de velhos conhecidos), porém, os fãs não sabiam quando iriam poder colocar as mãos no novo game, já que a data era 2016.

A Microsoft confirmou que o game realmente será lançado esse ano: especificamente em 11 de outubro.

Caso você esteja ansioso demais, uma BETA estará disponível para todos os membros da Xbox Live ainda este mês, em 25 de abril. Quem adquiriu Gears of War: Ultimate Edition terá acessa à BETA no dia 18.

Gears of War 4 será lançado exclusivamente para Xbox One.

Fonte: Destructoid.

A Microsoft deu um passo para o futuro. Mas e agora?

A indústria dos games foi abalada nesta semana por um acontecimento completamente inesperado por parte da Microsoft. A gigante fundada por Bill Gates e Paul Allen lá em 1975 consolidou-se no mercado após décadas de trabalho e hoje em dia é responsável por um dos maiores consoles no mercado, a marca Xbox. Não vamos louvar aqui a Xbox porque houve suas mancadas em relação ao anúncio do Xbox One e a história de proibir a troca de jogos, pagar para jogar, etc. Porém, a companhia foi em frente e deu um salto de fé para o futuro: disseram alto e claro que acabariam com a guerra consolista e iriam liberar sua rede para outras plataformas.

 

 

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Mas e aí, o que isso significa para o futuro do mercado e outras plataformas?

Não há motivo para enganação. A Microsoft pode ter dado sim um passo em direção a um futuro melhor, uma rede mais aberta, mas tudo é uma grande jogada de marketing. A publicidade gerada em cima da noticia é gigantesca e torna a MS como a “boazinha” do ramo, querendo fazer as pazes com outras produtoras.

Ao abrir a rede para jogadores da Live interagirem com jogadores do PC (até mesmo Steam e Origin, provavelmente), a MS concretizou algo que já deveria ter sido feito há décadas. A criação da internet é de origem militar, mas seu alcance hoje é mundial. Algo fora dos parâmetros pensados. Então por que existem redes fechadas e particulares? Por que não poderíamos interagir com pessoas de outras redes? Toda essa questão gira em um ponto particular: dinheiro.

Seria difícil medir o quanto isso irá custar a Microsoft. Pode existir agora um vácuo na “exclusividade” sendo que, em questão de multiplayer, as desenvolvedoras poderão correr para qualquer lado e terem jogadores em múltiplas plataformas. Entretanto, outro contraponto está na competitividade. Enquanto a MS parece aberta a deixar tudo de lado (em uma vista publicitária, lógico), a Sony não levantou a mesma bandeira branca.

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A Microsoft abertamente cutucou a Sony declarando que seu convite se estende a outros consoles (óbvio que a Nintendo está quietinha, afinal, seu peso no mercado é hoje praticamente irrelevante), a gigante japonesa pegou o pior caminho. Foi lá e declarou a iniciativa como sua há mais de uma década, quando a conectividade era um bebê recém nascido. A Sony declarou que já havia feito o cross-plataform (interatividade entre plataformas) com Final Fantasy 11 no PS2 e PC e estaria disposta a trabalhar com desenvolvedores.

Aí está a grande pegadinha. Desenvolvedores, e não rival.

Agora que temos todos os fatos na mesa, qual o real significado de tudo? Para os jogadores, é um novo dia. O futuro da conectividade está diante de nós assim quando todas as redes tornarem-se. Plataformas serão apenas um nome na loja. Haverá unicamente a opção de fidelidade entre escolher um videogame ou outro e a famosa rixa chega ao fim. Em relação ao mercado, as desenvolvedoras deveriam esbanjar e aproveitar, principalmente as independentes. Com uma gama maior de jogadores a serem atingidos, significa mais vendas e, automaticamente, mais lucros. Contudo, se uma plataforma não entrar na brincadeira (como a Sony acaba de fazer) isso significará tornar-se um vilão da época virtual e perder fama por não querer dividir o parquinho.

Na suma de tudo, acaba se resolvendo em dinheiro e a Microsoft não está lá para mudar o futuro ou ser a boazinha. Está lá para aparecer. E, ao abrir o mundo virtual, não poderia ter feito um melhor golpe publicitário nem mesmo em cem anos.

Afinal de contas, a melhor publicidade é aquela em que ninguém para de falar.

De acordo com Phil Spencer, “verdadeiros gamers não torcem para outras plataformas falharem”

A guerra de consoles pode não ser tão antiga quanto a famosa guerra da DC vs Marvel (qual também é ultrajante) ou guerra de filme x vs filme y, porém, existe. Esse tipo de confronto entre uma massa de fãs se intensificou muito na internet nos últimos anos, causando todo tipo de controvérsia e até mesmo afetando ambas a própria indústria, mesmo que pouco.

Em relação a isso, o CEO da Xbox Phil Spencer já disse algumas vezes que é contra esse tipo de banalidade, afirmando que seu trabalho “não é fazer você deixar de comprar algo, e sim deixá-lo orgulhoso do nosso produto” além de ter elogiado a Sony e Nintendo diversas vezes por seus incríveis trabalhos. Essa semana, novamente Spencer voltou a falar sobre o assunto no Twitter, cortando para valer um usuário.

“O ‘chefe da Xbox’ falando sobre quão grandioso UC4 (Uncharted 4) será. Levante a bandeira branca de uma vez. Isso é embaraçoso”.

Wrath foi então respondido por Phil Spencer “devemos aplaudir quando um time faz algo especial. Aqueles que torcem por um time falhar devido a plataforma oposta não são verdadeiros gamers”.

Certamente, a opinião de Spencer não é a dos gamers e a guerra simplesmente continuou no Twitter, porém, é sempre bom saber o que realmente pensam os desenvolvedores e chefes da indústria de games.

The Solus Project | Sobrevivência e muita exploração no novo trailer do jogo

Perdido em um planeta distante, o protagonista de The Solus Project, novo game da Teotl Studios, precisa sobreviver e explorar este novo planeta. No novo trailer, podemos ter uma ênfase maior em como a exploração e sobrevivência irá ocorrer. De acordo com o desenvolvedor o planeta é vivo e promete sugá-lo para dentro, alterando sua percepção de acordo com eventos climáticos que podem ocorrer a qualquer momento, como o dia sendo muito quente e a noite muito fria.

Assista:

The Solus Project é uma aposta interessante e chega exclusivamente para Xbox One e PC em maio.

Halo 5 | Master Chief provavelmente nunca mostrará o rosto

Se você está curioso para ver o homem por trás da máscara, é melhor se habituar. Há um mistério que não será resolvido, segundo a 343 Industries, desenvolvedora do jogo. Master Chief não vai tirar a máscara em Halo 5, e vai continuar assim por um bom tempo.

O diretor criativo de Halo 5, Tim Longo, falou em uma conferência da Microsoft no evento X15 no Canadá que Master Chief não irá remover a máscara em nenhum momento do jogo.

Eu nem sei se posso falo sobre isso. Mas dou certeza de que Master Chief não irá tirar o capacete em nenhum momento

Alguns fãs criam a teoria de que o único momento em que o lendário protagonista da franquia Halo deve tirar o capacete é o momento de sua morte, enquanto outros curiosos ainda são a fazer de ver o homem por trás da lenda. Apesar de tudo, é possível ver rapidamente o rosto do protagonista durante a franquia.

Fonte: Destructoid.