Carrie Fisher fez da Princesa Leia o símbolo de uma geração

Em 1977 era lançado Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança, filme que serviu de iniciação ao mundo nerd para milhares de pessoas e, que se tornou um sinônimo de luta dos oprimidos, de que há luz no fim do túnel em tempos sombrios. O eterno embate da luz contra a escuridão.

A interpretação de Carrie Fisher como a Princesa Leia marcou uma geração. Ela foi capaz de mostrar que uma mulher merece seu devido espaço, pode decidir seu próprio caminho e não depende de nenhum homem para isso. Mas, não confunda a auto-confiança com orgulho, porque ela soube pedir socorro a Obi-Wan Kenobi e contou com a ajuda de Luke Skywalker e Han Solo. Contudo, ela era capaz de pegar o blaster, atirar em stormtroopers e enfrentar sem temor o vilão Darth Vader.

Dona de uma personalidade forte, Fisher sempre rebateu que Princesa Leia foi mais que uma referência de moda e mais que um símbolo sexual. A atriz lutou contra todos esses esteriótipos e conseguiu redefinir o papel da mulher em filmes do gênero. Demorou, mas sua personagem foi base para os principais papeis femininos na atualidade como Imperatriz Furiosa, Katniss, Rey e Jyn Erso, as duas últimas personagens da saga Star Wars.

Além de atriz, ela também foi escritora e aproveitava o espaço para criticar o show business e exorcizar seus demônios internos. O romance Postcards from the Edge (1987) abordou sua experiência com as drogas, que resultou em uma overdose de medicamentos em 1985.

Uma guerreira até os últimos momentos de vida, Carrie Fisher continuará servindo de inspiração para que jovens garotas sejam mais confiantes, fortes e determinadas. Com sua icônica interpretação, ela mostrou que a mulher é capaz de ter sua voz ouvida e respeitada em todas as galáxias.

Obrigado, Carrie! Que a força esteja sempre com você, doce Princesa Leia.

Segundo site, General Leia terá papel importante em Star Wars: Episódio VIII

Com a inesperada morte da atriz Carrie Fisher na tarde de hoje, os fãs de Star Wars estão em luto com a partida da querida Princesa Leia. A atriz finalizou meses atrás sua participação em Star Wars: Episódio VIII , que estreia em dezembro de 2017.

Segundo o Deadline, a agora General Leia terá um papel maior no filme. A Walt Disney Pictures e Lucasfilm ainda não se pronunciaram se haverá alguma mudança com as cenas que a atriz deixou gravado.

Carrie Fisher foi hospitalizada depois de sofrer uma parada cardíaca na última sexta-feira (23), enquanto estava a bordo de um avião que ia de Londres para Los Angeles. Fisher foi socorrida no avião e levada para a UTI.

Ela reprisou seu papel como a Princesa Leia (agora General Leia) no ano passado em Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força.

Carrie Fisher, estrela de Star Wars, morre aos 60 anos

E 2016 aprontou mais uma vez!

A atriz Carrie Fisher faleceu aos 60 anos de idade.

A Princesa Leia de Star Wars foi hospitalizada depois de sofrer uma parada cardíaca na última sexta-feira (23), enquanto estava a bordo de um avião que ia de Londres para Los Angeles. Fisher foi socorrida no avião e levada para a UTI.

Ela reprisou seu papel como a Princesa Leia (agora General Leia) no ano passado em Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força.

#RIP

Debbie Reynolds diz que a filha Carrie Fisher está em condição estável

A cantora e atriz Debbie Reynolds, mãe da também atriz Carrie Fisher, usou a rede social para dar informações sobre o atual estado de saúde da filha.

“Carrie está em condição estável. Se houver alguma mudança, nós iremos compartilhar. Para todos os fãs e amigos. Agradeço as orações e os bons votos”, disse Debbie.

A Princesa Leia de Star Wars foi hospitalizada depois de sofrer uma parada cardíaca nesta sexta-feira (23), enquanto estava a bordo de um avião que ia de Londres para Los Angeles. Fisher foi socorrida no avião e levado para a UTI.

Fisher recentemente esteve em turnê promovendo seu livro de memórias The Princess Diarist. Ela estava filmando Catastrophe, série da Amazon estrelada por Sharon Horgan e Rob Delaney, alguns dias em Londres. Fisher interpreta a mãe do personagem de Delaney.

Ela reprisou seu papel como a Princesa Leia (agora General Leia) no ano passado em Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força.

“Não há boas notícias ou más notícias”, diz irmão de Carrie Fisher sobre o estado da atriz

Carrie Fisher, a Princesa Leia de Star Wars, foi hospitalizada depois de sofrer uma parada cardíaca nesta sexta-feira (23), enquanto estava a bordo de um avião que ia de Londres para Los Angeles.

Segundo informações da Variety, a atriz estava em estado crítico no início do dia. Ela foi transferida da sala de emergência para a UTI horas atrás, disse Todd Fisher, o irmão da atriz.

“Ela está na UTI e todo mundo está orando por aqui. Não há nada de novo dos médicos. Não há nada de novo… Não há boas notícias ou más notícias”, disse Todd.

Fisher recentemente esteve em turnê promovendo seu livro de memórias The Princess Diarist. Ela estava filmando Catastrophe, série da Amazon estrelada por Sharon Horgan e Rob Delaney, alguns dias em Londres. Fisher interpreta a mãe do personagem de Delaney.

Ela reprisou seu papel como a Princesa Leia (agora General Leia) no ano passado em Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força.

Feminina a força é em Star Wars!

Uma das coisas mais bacanas com o retorno de Star Wars aos cinemas é a força feminina, algo bem presente na saga. Anteriormente, a Princesa Leia (Carrie Fisher) fugia do esteriótipo de mulher dependente, assumindo o controle das situações. No Episódio IV, ela questiona a passividade de Han Solo, que não pensa duas vezes em dar o fora com receio de enfrentar o Império. Padmé (Natalie Portman) nos Episódios I e II, principalmente, também representou essa independência, embora muito sutil.

Porém, nenhuma dessas personagens eram protagonistas de suas histórias. Muito disso, se dava ao medo dos estúdios em escalar uma mulher como personagem central por puro machismo. Não adianta tapar o sol com a peneira ou fingir que a sociedade não é machista e continua torcendo o nariz para isso. Basta relembrar quando anunciado os personagens de Star Wars – O Despertar da Força, muitos “fãs” confrontaram a ideia de uma mulher protagonista (Rey), e um negro e latino (Finn e Poe) ilustrando o cartaz do filme.

A interpretação de Daisy Ridley como Rey no ano passado acabou se tornando um dos grandes símbolos da força feminina dentro e fora das telas. A personagem exemplificou que a força está dentro de cada um. No filme, a Força é a fonte dos Jedi. Levando para o mundo real, a força é a crença, a vontade de seguir uma meta, um sonho.

Para isso, Rey não precisou ser a coitadinha, a indefesa. Uma cena bastante ilustrativa no filme é quando Finn constantemente segura sua mão, acreditando dela ser uma jovem insegura, quando na verdade ele que precisou ser salvo por ela.

Neste final de semana, surge Rogue One: Uma História Star Wars, que introduz Jyn Erso (Felicity Jones), uma rebelde que precisa tomar uma importante decisão para o futuro da galáxia. Assim como Rey, Jyn precisou abraçar seu destino e acreditar em si mesma.

Outro ponto comparativo entre as duas: elas não são submissas ou não se deixam oprimir com o Império. O ceticismo de Jyn em se juntar a causa rebelde é o mesmo de Rey em acreditar na Força. Contudo, a personalidade forte das duas as levam a crer que é preciso tomar alguma atitude para enfrentar não apenas seus próprios demônios, mas o Império e Primeira Ordem, respectivamente.

Uma cena importante de Jyn em Rogue One e, que define essa personalidade forte, é quando confronta o veterano rebelde Saw Gerrera (Forest Whitaker), que questiona se a jovem não se incomoda de ver as bandeiras do Império espalhadas pela galáxia. A resposta de Jyn é: “Não há problema; basta não olhar para cima”.

Por fim, como um homem criado por uma mãe solteira, é deveras gratificante ver esse empoderamento feminino. Nos últimos anos nunca houve no cinema tanto espaço para elas. Katniss, Furiosa, Rey, Jyn superaram barreiras e mostraram do que são capazes.

Feminina a força é, diria Mestre Yoda.

Crítica | Rogue One – Uma História Star Wars é o resultado de um fanservice bem feito

Rogue One – Uma História Star Wars tinha um caminho, no mínimo, complicado para trilhar: ser parte integrante do Universo de Guerra nas Estrelas e ainda adicionar algo novo à franquia. Inicialmente, o longa consegue atingir ambas as expectativas e deixar, principalmente, o público mais saudosista impactado com toda a sua reverência à série clássica. Rogue One usa e abusa do fanservice, o que para muitos foi o grande problema do filme, mas não é o caso. As presenças de personagens clássicos da franquia como: General Tarkin, o Senador Organa e, principalmente, Darth Vader são elementos nostálgicos muito bem-vindos.

Ainda falando sobre a história, o filme utiliza o não explicado roubo dos Rebeldes dos planos da Estrela da Morte para se desenvolver e também aproveita para responder algumas dúvidas antigas. Um dos pontos negativos do longa está, justamente, no começo arrastado e pouco interessante. A apresentação do personagem de Mads Mikkelsen é necessária, mas o desenvolvimento é muito monótono. Já o maior problema do filme reside na protagonista Jyn Erso, interpretada pela atriz Felicity Jones, as motivações da personagem são pouco desenvolvidas e seu ponto de virada é muito conveniente e pouco verossímil. A comparação fica ainda mais pesada, quando olhamos para Rey, ou para os próprios personagens secundários do filme.

Talvez o maior destaque do filme fique por conta dos personagens secundários extremamente carismáticos do filme. As participações de Diego Luna como Cassian Andor, Donnie Yen como Chirrut Imwe e o robô K-2SO interpretado por Alan Tudyk são ótimas. Aliás, grande parte das piadas são relacionadas a K-2SO e são extremamente divertidas. O maior feito de Rogue One é conseguir explorar a guerra entre Império e Rebeldes por outro ângulo, mostrando os horrores da qualquer conflito armado, as decisões dúbias que precisam ser tomadas e se afastar da atmosfera positiva dos filmes clássicos. Todos esses pontos podem ser creditados a excelente direção de Gareth Edwards. É curioso que um filme com tal premissa tenha demorado tanto para dar as caras, levando em conta o riquíssimo mundo de Star Wars.

Os efeitos especiais de Rogue One são sensacionais, tornando quase impossível diferenciar o que é efeito prático e o que é CGI – vale destacar as aparições de personagens clássicos usando a computação gráfica. Outro elogio a computação gráfica fica por conta da épica batalha espacial ocorrida no final do filme, que é a mais verossímil de toda a franquia.

Em termos dos elementos clássicos, é aqui que o filme cresce. A participação magistral de Darth Vader adiciona um elemento interessante a trama e mostra toda a imponência do maior vilão de todos os tempos. Todas essas referências são muito bem-vindas, mas talvez falhem em conversar com o público não fã de Star Wars, mas isso é um detalhe, já que o filme é realmente mais voltado para os fãs da trilogia original.

Rogue One – Uma História Star Wars cumpre seu papel como primeiro filme derivado da franquia. Apesar de focar mais nos fãs antigos, a boa dose de fanservice, os personagens secundários cativantes, as respostas a perguntas antigas e atmosfera de filme de guerra, transformam o longa em um dos melhores blockbusters de 2016.

Emilia Clarke entra para o elenco do filme sobre Han Solo

O site StarWars.com divulgou que a atriz Emilia Clarke, Daenerys Targaryen em Game of Thrones, foi escalada para o elenco do filme sobre Han Solo.

Emilia se junta a Alden EhrenreichDonald Glover — já anunciados como Han solo e Lando Calrissian, respectivamente — em um papel ainda misterioso no filme que vai abordar a juventude de Han Solo antes de se tornar o conhecido mercenário. O longa será situado antes de Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança.

Com o roteiro de Lawrence Kasdan e Jon Kasdan e direção por Phil Lord e Chris Miller (dupla de Uma Aventura Lego), Han Solo estreia em 25 de maio de 2018.

Darth Maul terá HQ solo pela Marvel

Um dos personagens mais interessantes das prequelas de Star Wars é, sem dúvida alguma, Darth Maul. Agora, o lord Sith terá uma nova HQ solo, que se passará antes de Star Wars I – A Ameaça Fantasma.

A trama de revista se focará no treinamento de Maul sob a tutela de Darth Sidious, o futuro imperador da galáxia, e também mostrará a personalidade raivosa do personagem, que se nega a aceitar as ordens de seu mestre. Confira a arte do #1:

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Segundo o roteirista da série, Cullen Bunn, ele sempre quis explorar de onde toda essa raiva do personagem vinha e também estabelecer a relação nada calorosa entre aluno e mestre.

Além dos roteiros de Bunn, a HQ contará com a arte de Luke Ross e deverá sair nos EUA no começo de 2017.

Ewan McGregor espera reprisar o papel de Obi-Wan Kenobi nos filmes derivados de Star Wars

Com Star Wars expandindo seu universo no cinema com Rogue One e Han Solo, muitos fãs aguardam o filme sobre Obi-Wan Kenobi, que pode estar nos planos da Lucasfilm e Walt Disney Pictures, que separou uma data a ser preenchida em 2020.

Ewan McGregor, que interpretou o personagem nos episódios I, II e III, disse durante a premiere de American Pastoral que espera retornar ao papel do Mestre Jedi.

“Eu sempre achei que havia uma história para contar entre a minha última participação e a primeira de Alec Guinness”, disse McGregor se referindo ao espaço de tempo entre os filmes A Vingança dos Sith e Uma Nova Esperança.

“Seria divertido filmar essa história agora que estou mais velho. Eu teria a idade certa. Tenho quarenta e cinco anos, Alec Guinness tinha o que, sessenta? Eu poderia fazer dois deles! Eu espero que eles estejam indo explorar diferentes gêneros sob a bandeira Star Wars. E um desses poderia ser um filme de Obi-Wan Kenobi. Ou dois! Obi-Wan Kenobi Parte 1 e Parte 2!”, comenta.

Enquanto isso, o primeiro filme derivado da franquia, Rogue One: Uma História Star Wars, chega aos cinemas brasileiros em 15 de dezembro.

Fonte: Den of Geek

Nova HQ de Yoda vai explorar o passado do mestre Jedi

Um dos Jedis preferidos dos fãs de Star Wars é o Mestre Yoda e o arco, que se iniciará em Star Wars #26 contará o passado do simpático ser verde. Seguno o roteirista da série Jason Aaron, a história do passado de Yoda começará quando Luke achar os diários de Obi-Wan falando sobre o mestre Jedi.

Ainda segundo Aaron, a proposta da série é conectar Luke, Obi-Wan e Yoda mesmo que em perídos temporais diferentes e fazer algo diferente em relação ao mestre Yoda. Depois de pensar muito sobre o personagem, o roteirista disse estar buscando “um equilíbrio entre o sábio, sério mestre Jedi e algum senso de diversão.” Confira a arte do #26:

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Além de Jason Aaron nos roteiros, a HQ contará com a arte de Salvador Larroca e deve sair nos EUA em dezembro.

Quanto mais representatividade, melhor!

Quando falamos em representatividade na cultura pop o que nós vemos? Muitos comentários negativos, muita coisa ruim e principalmente muito preconceito.

Antes de escrever este texto voltei há algumas notícias para ler os comentários e me assustei com a grande quantidade de preconceituosos. Vou citar alguns casos que acompanhei de perto e, a cada um que lia eu pensava:

“PELO AMOR DE DEUS, VOCÊ NÃO APRENDEU NADA COM AS COISAS QUE VOCÊ CONSOME CULTURALMENTE?!”.

Não vou me aprofundar muito neles, pois não são o foco deste texto, eles só são o primeiro passo.

O primeiro caso a ser comentado foi a escolha do ator Michael B. Jordan como o Johnny Storm do reboot de 2015 para O Quarteto Fantástico.

O segundo caso foi a escolha do ator Finn Jones para ser o personagem Danny Rand, o Punho de Ferro, na série original da Netflix.

O terceiro caso para se lembrar foi a escolha do elenco principal de Caça-Fantasmas.

O que todos estes casos têm em comum? Todos eles foram atacados com comentários preconceituosos e com certa discriminação.

“Um ator negro fazer um personagem loiro de olho azul, que absurdo! Como que um personagem tão forte e másculo como o Punho de Ferro seria interpretado por um ator que fez papel gay em uma série de sucesso mundial? Meu Deus, é sério que vão colocar quatro mulheres para fazer as Caça-Fantasmas? Putz, acabaram de destruir um clássico dos anos 80.”

Confesso que em minha interpretação peguei leve, pois li comentários bem mais maldosos.

A representatividade é importante sim! Quanto maior o número de mulheres em papéis aparentemente para homens, melhor! Quanto maior o número de atores negros em papéis de destaque, melhor! Quanto menos preconceito, melhor!

Quando falamos de representatividade, não estamos querendo forçar você a gostar disso. Queremos mostrar como isso é realmente importante e o quanto isso faz a diferença na vida dessa minoria que sempre foi repreendida. Não sei se vocês lembram, mas no começo deste ano, um menino viu o boneco do Finn de Star Wars e ele se identificou com o mesmo, pois era da cor dele.

Eu fico pensando  o quanto todos ainda têm um pensamento errado sobre algo ou alguém. Por que não buscam ver que isso vai ser importante para a população em geral?!

Quantas mulheres não amaram ver a Charlize Theron em Mad Max, quebrando aquele conceito de mulher fraca? É isso que temos que priorizar. O mundo é diversificado, as pessoas são diferentes, as culturas são diferentes.

Eu fico extremamente desanimado quando vejo que pessoas apreciadoras da cultura pop atacam algum ator/atriz por conta do seu gênero ou da sua cor. Que eu saiba ser “nerd”, também não era cool até dez anos atrás.

É um absurdo ver uma minoria, que ganhou força, começar a atacar outra minoria. Precisamos parar e pensar que, quanto mais representatividade houver, mais pessoas podemos alcançar e assim, mais produções serão colocadas em prática.

Novamente volto a falar, representatividade é importante e quanto mais melhor. Vamos pensar mais nisso, vamos pensar o quanto isso é importante para a vida social das pessoas e para a cultura pop.