Infográfico: Algumas diferenças dos livros para os filmes famosos

Sabe aquele filme espetacular que você assistiu e ficou pensando em ler o livro? Talvez seja uma boa ideia mesmo. Muitas vezes os livros são mais detalhados, porém, você não iria imaginar que em alguns casos até o final é diferente.

Veja esse infográfico produzido pela Net Combo mostrando algumas das diferenças entre filmes e suas versões em livros. Confira se a história daquele seu filme favorito bate com a versão original do livro.

DVDs e Blu-Rays: Pré-venda Coleção Terra-Média

Atenção: Fãs de Tolkien de todo o Brasil, ja esta em pré-venda no nosso país a coleção com todos os filmes dirigidos por Peter Jackson e conta com as edições das seis produções, em suas versões estendidas.

O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001)
O Senhor dos Anéis: As Duas Torres (2002)
O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (2003)
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada (2012)
O Hobbit: A Desolação de Smaug (2013)
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (2014)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Teremos duas edições exclusivas em DVD e Blu-Ray com os seguintes preços:

  • DVD, com 36 discos e preço de R$ 299,90.
  • Blu-Ray, com 30 discos e preço de R$ 399,90.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Também estará incluso nesta coleção um livreto com informações de todos os filmes.

Informações dos Discos:

Trilogia “O Senhor Dos Anéis”

Vídeo: 2.40:1 (2.40:1 anamórfico para DVD)
Áudio: inglês DTS-HD Master Áudio: Inglês 6.1, português Dolby Digital 5.1 (inglês Dolby Digital 5.1 e português Dolby Digital 5.1 para DVD)
Legendas: inglês, português, espanhol

Extras:

  • Comentários em áudio
  • Documentários dos Bastidores
  • Os Apêndices Parte 1: De Livro a Visão
  • Os Apêndices Parte 2: De Visão a Realidade
  • Os Apêndices Parte 3: A Jornada Continua…
  • Os Apêndices Parte 4: A Batalha pela Terra-Média Começa
  • Os Apêndices Parte 5: A Guerra do Anel
  • Os Apêndices Parte 6: A Passagem de uma Era

Trilogia “O Hobbit”

Vídeo: 2.40:1 (2.40:1 anamórfico para DVD)
Áudio: inglês DTS-HD Master Áudio: Inglês 7.1, português Dolby Digital 5.1 (inglês Dolby Digital 5.1 e português Dolby Digital 5.1 para DVD)
Legendas: inglês, português, espanhol

Extras:

  • Comentários em áudio
  • Os Apêndices Parte 7: Uma Jornada Esperada Durante Muito Tempo: As Crônicas de O Hobbit – Parte 1
  • Os Apêndices Parte 8: O Retorno para a Terra-média
  • Os Apêndices Parte 9: Nas Terras Ermas: As Crônicas de O Hobbit – Parte 2
  • Os Apêndices Parte 10: Jornada para Erebor
  • Os Apêndices Parte 11: A Tempestade que se aproxima: As Crônicas de O Hobbit – Parte 3
  • Os Apêndices Parte 12: Aqui no Fim da Jornada

Lançamentos previstos para o dia 16 de Fevereiro.

Listamos 20 filmes e séries com o antes e depois dos efeitos especiais

Listamos 20 cenas entre filmes e séries com exemplos fantásticos do poder dos efeitos especiais. Das telas verdes ao CGI, as pessoas que trabalham com VFX, são os responsáveis por dar vida aos seus filmes favoritos.

Game of Thrones

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Guardiões da Galáxia

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Piratas do Caribe

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As Aventuras de Pi

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A Saga Crepúsculo: Eclipse

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Alice no País das Maravilhas

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O Hobbit

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Batman: O Cavaleiro das Trevas

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Boardwalk Empire

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O Grande Gatsby

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Matrix

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X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido

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Game of Thrones

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Olhos da Justiça

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Alice no País das Maravilhas

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Oz: Mágico e Poderoso

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O Hobbit

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As Aventuras de Pi

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O Lobo de Wall Street

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Harry Potter e o Enigma do Príncipe

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[Unboxing] O Hobbit: A Trilogia Estendida

A Warner Home Vídeo lançou no mês passado um item sensacional para a sua coleção: box com a Trilogia Completa de O Hobbit em Edição Estendida, disponível em DVD e Blu-ray, com MAIS DE 28 HORAS de Extras Incríveis!

Fizemos o unboxing da edição especial, você confere no player em destaque acima e o trailer das edições no player abaixo:

O Hobbit: Uma Jornada Inesperada

Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) vive uma vida pacata no condado, como a maioria dos hobbits. Um dia, aparece em sua porta o mago Gandalf, o cinzento (Ian McKellen), que lhe promete uma aventura como nunca antes vista. Na companhia de vários anões, Bilbo e Gandalf iniciam sua jornada inesperada pela Terra Média. Eles têm por objetivo libertar o reino de Erebor, conquistado há tempos pelo dragão Smaug e que antes pertencia aos anões. No meio do caminho encontram elfos, trolls e, é claro, a criatura Gollum (Andy Serkis) e seu precioso anel.

O Hobbit: A Desolação de Smaug

Após iniciar sua jornada ao lado de um grupo de anões e de Gandalf (Ian McKellen), Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) segue em direção à Montanha Solitária, onde deverá ajudar seus companheiros de missão a retomar a Pedra de Arken, que fará com que Thorin (Richard Armitage) obtenha o respeito de todos os anões e o apoio na luta para retomar seu reino. O problema é que o artefato está perdida em meio a um tesouro protegido pelo temido dragãoSmaug (voz de Benedict Cumberbatch). Ao mesmo tempo, Gandalf investiga uma nova força sombria que surge na Terra Média.

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

Após ser expulso da montanha de Erebor, o dragão Smaug ataca com fúria a cidade dos homens que fica próxima ao local. Após muita destruição, Bard (Luke Evans) consegue derrotá-lo. Não demora muito para que a queda de Smaug se espalhe, atraindo os mais variados interessados nas riquezas que existem dentro de Erebor. Entretanto, Thorin (Richard Armitage) está disposto a tudo para impedir a entrada de elfos, anões e orcs, ainda mais por ser tomado por uma obsessão crescente pela riqueza à sua volta. Paralelamente a estes eventos, Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) e Gandalf (Ian McKellen) tentam impedir a guerra.

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Evangeline Lilly esbanja simpatia e fala sobre LOST na CCXP 2015

Evangeline Lilly (Lost, O Hobbit e Homem-Formiga) esbanjou simpatia e encantou centenas de fãs que acompanharam o painel da atriz no último sábado (05) na Comic-Con Experience.

Lilly veio ao Brasil para divulgar o seu livro infantil “Os Molambolengos”, recém-lançado pela Editora Aleph. A atriz se surpreendeu com o calor dos Brasileiros, eloginando o público que vibrava a cada resposta. “Vocês são mais entusiasmados do que San Diego (EUA)”, disse.

Durante o painel Lilly comentou sobre as dificuldades de sair Canadá e viver longe da família no Hawai, onde a série foi gravada:

O trabalho era estressante, foi difícil na primeira temporada, ao final dela eu estava dando entrevistas em Nova York, promovendo a série… E eu estava num hotel tomando banho, mas chorando falando com meus pais na banheira. “Eu quero desistir, e meus pais disseram: Que se danem esse pessoal, vamos te dar uma canja, venha para casa minha filha!”

Em Lost, Kate teve um desenvolvimento muito bacana, ela começou como uma fugitiva, depois ela muda muito, de maneira inesperada, se tornando mãe. Quando você começou as filmagens você imaginou que a Kate teria tido essa linha de progressão?

Definitivamente não.  As pessoas me perguntavam: Será que você poderia ter feito outra personagem? E eu dizia: Eu faria a Claire, adoraria fazer uma mãe e brincar com bebês e meu desejo se tornou realidade. Teve um menino que fez o papel, os bebês são sempre diferentes, mas o menininho é sempre o mesmo ator, e eu te digo que esses foram os melhores episódios para mim, porque te tira do trabalho, quando você trabalha com uma criança de dois, três anos. Realmente foi incrível. Mas confesso que não esperei, também não imaginei que uma fugitiva se tornaria uma mãe.

Houve um momento no painel que perguntaram a preferência de Lilly. Jack ou Sawyer? Com toda a sua simpatia, Lilly: “OK, vamos fazer este jogo novamente” seguindo a pergunta para o auditório que em 90% escolheram Sawyer com o preferido.

Lilly não aguentou e caiu na gargalhada. “Brasil odeia Jack é isso? Porque vocês são caubóis, vocês gostam de uma coisa meio brusca, meio diferente”. 

Evangeline Lilly confessou que até ela ficou confusa com o desenrolar da série:

Quando li o roteiro, achei que sabia o que estava acontecendo, e aí veio a segunda temporada… e eu não sabia mais o que estava acontecendo. E na quarta eu disse: Não dá para assistir mais, estou totalmente perdida.

Prometendo responder apenas uma vez sobre o final da série, Lilly deu sua opinião:

A série passou seis anos levantando perguntas. E no final as pessoas estavam ali esperando qual é a resposta. E de uma certa forma foi como se fossem fiéis na igreja olhando para o padre e perguntando: Qual é a resposta. E o padre diz: Vou dar a resposta para vocês e vocês me dão seu dinheiro. Não quero dizer isso para falar mal da igreja, mas a nossa série não era uma religião para te dar uma resposta, a ideia era fazer com que você visse o que isso significava para você encontrar a sua própria resposta e ter orgulho disso.

“Sim!, Eu adorei, realmente gostei muito do final.”

Evangeline se declarou “totalmente geek” ao falar da personagem Tauriel, de “O Hobbit”, a quem atribuiu a oportunidade de interpretar “a melhor coisa do mundo”. “Sou fã da saga, eu sonhava em ser uma elfa desde os 13 anos de idade. Fazer a Tauriel, que não está nos livros, foi uma oportunidade de participar de uma criação dentro de um universo pronto”, afirmou.

Sobre o papel da Vespa em “Homem-Formiga”, ela disse que nunca havia assistido a um filme da Marvel, mas ficou intrigada quando soube da participação de Paul Rudd. Em seguida, despistou sobre a sequência, programada para 2018. “Ainda não sei do roteiro, mas gostaria que ela tivesse um filho. E que sua mãe fosse Michelle Pfeifer”, brincou.

Foto: Heu VI! (Helvecio)

Monstros da Terra Média são destaques entre os novos colecionáveis na Iron Studios Concept Store

A Iron Studios não para de nos surpreender com suas belíssimas figuras. Agora, quem ganha destaque são dois dos monstros mais icônicos da mitologia de Tolkein: o dragão Smaug e o demônio Balrog. As estátuas, ricas em detalhes, pertencem à linha de produtos licenciados dos filmes e foram concebidas e produzidas pela WETA, uma das empresas de efeitos visuais mais respeitados do mundo, criada por Peter Jackson. Confira as imagens:

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A do demônio Balrog, que aparece em A Sociedade do Anel (2001), mede 52 cm de altura, pesa 15 kg e foi fabricada em edição limitada de 1,5 mil no mundo.

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A do dragão Smaug, um dos principais vilões nos filmes de O Hobbit, também foi feita em edição limitada de apenas 2 mil unidades, mede 30 cm de altura, tem 19 kg. As duas peças podem ser encontradas na Concept Store, localizada na Alameda Gabriel Monteiro Silva, 946, no bairro dos Jardins, em São Paulo.

Publicados em 1937 e 1955, respectivamente, O Hobbit e O Senhor dos Anéis são considerados por muitos os livros seminais da fantasia moderna, com milhões de fãs espalhados pelo mundo. Além do cinema, as obras de Tolkien já foram adaptadas para inúmeras mídias, como programas de TV, peças teatrais, atos musicais, histórias em quadrinhos, desenhos animados e videogames.

Crítica – O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

Há 10 anos atrás, Peter Jackson encerrava a trilogia O Senhor dos Anéis com o capítulo O Retorno do Rei. Com a fantástica obra de J.R.R. Tolkien, o cineasta foi capaz de criar um universo fantástico e até amplia-lo, demonstrando ser um profundo conhecedor da Terra-Média.

As longas horas juntando todos os filmes pareciam cansativas para alguns, mas foram incansáveis e inesquecíveis para os fãs que desejavam uma nova aventura da saga, que veio acontecer em 2012 com a adaptação de O Hobbit.

O grande deslize de Jackson, que apenas produziria a adaptação, foi em querer transformar a aventura de Bilbo em um novo O Senhor dos Anéis, buscando dar o mesmo tom épico. Mas, O Hobbit é uma história de mais aventura, algo que conseguiu apenas em Uma Jornada Inesperada. Porém, a decisão de transformar o livro de poucas páginas em algo grandioso prejudicou esta nova franquia, que ficou bem clara neste capítulo final, A Batalha dos Cinco Exércitos, um filme apenas ok e melhor que A Desolação de Smaug, que não chega a ser nenhum mérito.

No máximo, O Hobbit daria dois ótimos filmes, mas três foram exagero, já que não havia o que mais adaptar. Resultado: As nove horas de projeção desta nova trilogia foram irregulares e podem ser consideradas um fracasso. Não de bilheteria, porque a obra atrairia milhões, mas um fracasso ao se comparar com tudo que foi conquistado há 10 anos e nem de longe foi alcançado aqui. O roteiro da trilogia O Senhor dos Anéis possuía um extremo cuidado com o clímax, as sequências de ação, a introdução dos personagens. Já a trilogia O Hobbit estabeleceu cenas extensas apenas para preencher e sugerir três filmes, personagens com pouco espaço e alguns desnecessários, que acabaram ofuscando os principais personagens da história.

Com roteiro de Jackson, Fran Walsh, Philippa Boyens e Guillermo del Toro, A Batalha dos Cinco Exércitos inicia com o que deveria ter sido o final da saga, ou pelo menos, o final de A Desolação de Smaug, apresentando o ataque do dragão enfurecido a Esgaroth, e com a chegada dos anões liderados por Thorin (Richard Armitage) na Montanha Solitária. Procurando a pedra de Arken, que está sob a proteção de Bilbo (Martin Freeman), Thorin logo se deixa levar pela ganância por ouro e tudo que havia acordado com Bard (Luke Evans) vai por água abaixo. Enquanto isso, o rei elfo Thranduil (Lee Pace) decide recuperar o ouro que considera seu na Montanha e o temido orc Azog (Manu Bennett) também se aproxima no local ocasionando na batalha que dá nome ao filme.

No livro de Tolkien, a batalha é citada em uma, duas páginas, não tendo a importância que Peter Jackson buscou neste longa, que pode ser classificado como um clímax de quase 3 horas. Outro ponto negativo por essa extensão desnecessária na história foram os personagens que não possuem a mesma força. Enquanto isso, somos obrigados a acompanhar planos sem sentido, diálogos que nada acrescentam e um triângulo amoroso sem nenhum atrativo.

Em A Batalha dos Cinco Exércitos, todos os personagens são mero coadjuvantes. O que fez valer realmente foram as sequências de ação bem coordenadas com o conhecido capricho no design de produção e efeitos visuais, que podem beliscar alguma indicação ao Oscar nas categorias técnicas. Contudo, não funciona estabelecer cenas de ação sem um símbolo a frente, como aconteceu com Frodo, Aragorn, Legolas, Gandalf e cia. Aqui é simplesmente um bando lutando com apenas alguns momentos em que há um personagem principal no combate.

Depois de proporcionar para o público uma incrível jornada para destruir O Anel, Peter Jackson frustra em adaptar a história mais tranquila de Tolkien. O que poderia ser uma grande aventura de Bilbo e os anões, se tornou em um verdadeiro tormento de 9 horas. Valeu apenas a nostalgia em ver conhecidos personagens de volta e alguns momentos épicos, principalmente no primeiro capítulo.

Veja o primeiro comercial de ‘O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos’

O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos, a conclusão da trilogia O Hobbit, ganhou seu primeiro comercial de TV. Veja abaixo:

Na trama, tendo recuperado sua terra natal do dragão Smaug, a Companhia involuntariamente despertou uma força mortal para o mundo. Enfurecido, Smaug espalha sua ira sobre homens, mulheres e crianças indefesas da Cidade do Lago. Enquanto a escuridão cresce, os anões, elfos e homens devem tomar uma decisão: ou se unem ou serão destruídos. Bilbo (Martin Freeman) se encontra lutando por sua vida e pela de seus amigos na épica Batalha dos Cinco Exércitos, com o futuro da Terra-Média em jogo.

O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos chega aos cinemas em 11 de dezembro.