Assista ao primeiro trailer legendado de O Zoológico de Varsóvia, drama com Jessica Chastain

A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer legendado de O Zoológico de Varsóvia, drama estrelado por Jessica Chastain inspirado em fatos sobre Antonina Żabińska, esposa e mãe que se tornou uma heroína para centenas de pessoas durante a Segunda Guerra Mundial. Veja no player abaixo!

Na trama, em 1939, na Polônia, Antonina (Jessica Chastain) e seu marido, Dr. Jan Żabiński (Johan Heldenbergh) observam o zoológico de Varsóvia florescer sob seus cuidados. Quando o país é invadido pelos nazistas, o casal é forçado a reportar o recém-nomeado chefe do zoológico (Daniel Brühl) ao Reich. Mas eles começam trabalhar secretamente ao lado da resistência com o intuito de salvar vidas no que se tornou o Gueto de Varsóvia, mesmo que para isso Antonina coloque sua própria vida e a de seus filhos em grande risco.

Sob direção de Niki Caro (Terra Fria) e escrito por Angela WorkmanO Zoológico de Varsóvia tem previsão de estreia para 27 de abril.

The Zookeeper’s Wife | Filme estrelado por Jessica Chastain e Daniel Brühl ganha primeiro trailer

A Focus Features liberou hoje o primeiro trailer de The Zookeeper’s Wife, longa estrelado por Jessica Chastain e Daniel Brühl.

A trama segue a história do casal Antonina Żabińska (Chastain) e Dr. Jan Żabiński (Brühl). Donos de um zoológico, o casal usa o estabelecimento para ajudar 300 judeus a escaparem da invasão nazista em 1939.

Escrito por Angela Workman (Flor da Neve e o Leque Secreto) a partir do livro de Diane AckermanThe Zookeeper’s Wife deve estrear em 2016.

Crítica 2 | Capitão América: Guerra Civil é a obra de arte da Marvel Studios

poltrona-guerracivil-posterA saga dos quadrinhos Guerra Civil escrita por Mark Millar foi um marco para o gênero nos anos de 2006/2007. Dividida em sete fascículos, a história estabelecia o que seria mais importante: Segurança ou a Liberdade? A HQ surgiu em um período pós os eventos do 11 de setembro e Guerra no Iraque nos EUA. Quem acompanhou os quadrinhos da Marvel durante esses anos, percebeu que as narrativas implementavam sua posição dos fatos que ocorriam no mundo. Foi assim, por exemplo, na década de 60 com o surgimento dos X-Men, marcada por um forte período de segregação racial.

10 anos mais tarde, eis que chega aos cinemas Capitão América: Guerra Civil, que não chegou neste ano de 2016 por acaso. Além de ser uma resposta ao que seria o maior duelo de super-heróis da história com Batman vs Superman (o que não foi!), a Marvel Studios sabe que o período atual, principalmente, aqui no Brasil com nossa crise política, remete um filme que possa deixar uma discussão, uma reflexão acerca do que está acontecendo. Dirigido por Joe e Anthony Russo (Capitão América: O Soldado Invernal), o longa segue um caminho diferente da HQ, o que já era esperado, mas toda a essência está ali. A discussão política, divergências de opiniões e a questão da perspectiva de cada herói é muito bem construída.

A trama começa com as principais autoridades políticas ao redor do mundo questionando as consequências das ações dos Vingadores, que chega ao estopim com uma ação que acaba deixando muitos feridos na Nigéria. Capitão América (Chris Evans) e sua equipe são responsabilizados e o Estado exige uma resposta. Tentando apaziguar os ânimos, Tony Stark (Robert Downey Jr.) decide acatar com as ordens, percebendo que não há outro caminho a não ser assinar o Tratado de Sokovia, que obriga os Vingadores a trabalharem para o governo e serem requisitados somente se necessário. O grupo então se divide, tendo aqueles que são a favor e aqueles que são contra. Para Steve Rogers, isso seria uma afronta à liberdade, já que foi moldado por princípios iluministas durante sua época na Segunda Guerra. Para Tony Stark, isso é uma forma de diferenciar os heróis dos vigilantes e vilões.

Assim como na HQ, o longa Guerra Civil propõe que não há certo ou errado. Os dois argumentos são válidos, sendo uma questão de perspectiva e, principalmente, atitudes dos heróis. Nos quadrinhos, as atitudes de Stark acabam pesando mais, enquanto que no longa Rogers vai um pouco além pela presença do amigo Bucky Barnes (Sebastian Stan). O personagem é uma figura central neste filme, definindo o tom da história e sendo um dos principais motivos pelo duelo do Homem de Ferro e Capitão América.

O roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely segue uma narrativa que não perde jamais o ritmo. Ele conseguiu utilizar de maneira efetiva algumas liberdades criativas para que a história fique apenas no núcleo Vingadores.

Um dos muitos receios sobre este filme seria a quantidade de personagens, e observem que nem se compara com o número exorbitante na obra original. Diante disso, o longa consegue utilizar bem cada herói, explicando de maneira efetiva suas motivações e escolhas. Contudo, os estreantes no universo Marvel Studios roubam a cena.

Começando pelo Pantera Negra de Chadwick Boseman, que emprega uma postura ideal para o herói de Wakanda, com um sotaque perfeito de alguém de origem africana e não decepcionando nas cenas de ação. Mas, o amigão da vizinhança merece todo o destaque. A nova versão do Homem-Aranha não poderia ter sido melhor. Tom Holland apresenta o Peter Parker mais próximo das HQs, um jovem e talentoso cientista que chama a atenção de Tony Stark. O carisma do ator é inegável e sua fisionomia lembra deveras o jovem aranha que sempre almejamos ver. Nas cenas de ação, o Cabeça de Teia não decepciona e demonstra o porquê de ser um herói tão querido. Vê-lo em cena ao lado dos Vingadores foi um sonho realizado para qualquer fã de quadrinhos. E o mais importante: sua introdução não soou forçada no filme e sua origem não precisou de “uma história não contada” que a Sony tentou estabelecer em O Espetacular Homem-Aranha. Bastou alguns minutos para compreendermos de onde Peter Parker veio. Mas, claro, muito mais do pirralho será explorado em seu filme solo.

Outro personagem inédito MCU é o Zemo interpretado por Daniel Bruhl. O conhecido algoz do Capitão América em nada se assemelha com a versão dos quadrinhos e suas motivações não são tão bem exploradas no longa. Sua função mais existe para definir o ato final. É esperado que o personagem possa ser melhor explorado, já que Bruhl é um baita ator. Foi o único ponto negativo da produção.

Formado por um grande elenco, todos eles ótimos, não há como destacar a excelente atuação de Robert Downey Jr., a melhor neste filme e de todo o MCU. O ator desempenha uma função primordial para que haja o conflito contra Steve Rogers. Neste filme, Tony Stark começa a sentir o peso de suas ações como Vingador e fantasmas do passado o atormentam. Embora suas atitudes possam gerar um discordância, não há como ficar totalmente contra sua posição. Por outro lado, Chris Evans apresenta um Steve Rogers ciente de que sua posição não é somente a ideal para os Vingadores, mas para os próprios civis. Ser privado do direito de escolha é algo que se discute atualmente em nosso cenário mundial e sempre haverá ressalvas. O conflito de ideias durante o diálogo dos dois principais heróis é um dos pontos altos do longa.

Em relação ao aspecto técnico, os irmãos Russo repetem a mesma competência vista em O Soldado Invernal. As cenas de ação são impecáveis e bem conduzidas. Os diretores têm a sutileza de situar cada herói com suas habilidades peculiares, sem jamais deixar o público confuso com tanta gente saindo no braço. Cada herói tem seu momento de ação e as lutas são bem coreografas e, verossímeis. A fotografia está ótima, usando bem os diversos cenários onde a narrativa se passa. E a trilha sonora é pontual, jamais se sobressai e vai acompanhando o peso dramático da trama.

Ao final, Capitão América: Guerra Civil entrega tudo aquilo que se espera. O longa dá uma lição de que é possível fazer um filme violento, sombrio e sério, sem esquecer da diversão e entretenimento. Se as produções da Marvel Studios fossem pinturas que começaram em 2008 com Homem de Ferro, Guerra Civil seria a obra de arte para ficar em exposição. Uma das melhores, senão, a melhor adaptação de super-heróis do cinema.

Observação: Há duas cenas pós-créditos. Permaneçam na sala, porque a segunda cena deve ser vista.

EW divulga novas imagens de Capitão América: Guerra Civil

A revista EW lançou uma edição especial do filme Capitão América: Guerra Civil. Além das capas variadas, há a primeira imagem de Daniel Brühl como o vilão Barão Zemo. Veja na galeria abaixo!

Depois dos eventos de Vingadores: Era de Ultron, Capitão América: Guerra Civil encontra Steve Rogers liderando o recém formado grupo de Vingadores em seus esforços contínuos para proteger a humanidade. Mas após outro incidente, envolvendo os Vingadores, resultar em danos colaterais, aumenta a pressão política para instalar um sistema de responsabilização, comandado por uma agência do governo para supervisionar e dirigir a equipe. O novo status quo divide os Vingadores, resultando em duas frentes – uma liderada por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores se mantenham livres para defender a humanidade sem a interferência do governo, e a outra que segue a surpreendente decisão de Tony Stark de apoiar a responsabilização e supervisão do governo.

Veja mais: Veja o novo vídeo de Capitão América: Guerra Civil exibido no MTV Movie Awards

Chris Evans (Capitão América), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Frank Grillo (Ossos Cruzados), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Anthony Mackie (Falcão), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Daniel Brühl (Barão Zemo), Emily VanCamp (Agente 13), Don Cheadle (Jim Rhodes/Máquina de Combate), Paul Bettany (Visão), Paul Rudd (Homem-Formiga),William Hurt (General Ross), Tom Holland (Homem-Aranha) e Martin Freeman estão no elenco.

Capitão América: Guerra Civil estreia em 28 de abril no Brasil. Joe e Anthony Russo dirigem a partir do roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely.

Veja o trailer de Colonia, drama com Emma Watson

Colonia, drama dirigido pelo alemão Florian Gallenberger, seu primeiro trailer. Veja no player abaixo:

World exclusive COLONIA trailer!

Posted by Emma Watson on Segunda, 14 de setembro de 2015

Emma Watson interpreta Lena, uma jovem mulher cujo marido Daniel (Daniel Bruhl) é raptado pela polícia secreta de Pinochet durante o golpe chileno de 1973.

Richenda Carey, Mikael Nyqvist, Vicky Krieps, August Zirner e Martin Wuttke também estão no elenco.

Colonia ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

The Zookeeper’s Wife | Daniel Brühl vai estrelar drama com Jessica Chastain

De acordo com o TheWrap, Daniel Brühl (Rush – No Limite da Emoção) está se juntando ao elenco de The Zookeeper’s Wife, drama inspirado em fatos dirigido por Niki Caro (Encantadora de Baleias, Terra Fria).

O ator se junta a Jessica Chastain (A Hora Mais Escura) Johan Heldenbergh (Alabama Monroe).

A trama segue a história do casal Antonina Żabińska (Chastain) e Dr. Jan Żabiński (Brühl). Donos de um zoológico, o casal usa o estabelecimento para ajudar 300 judeus a escaparem da invasão nazista em 1939.

Escrito por Angela Workman (Flor da Neve e o Leque Secreto) a partir do livro de Diane AckermanThe Zookeeper’s Wife deve estrear em 2016.