#MeChamadeBruna | Série promete olhar mais feminino sobre prostituição

Mais uma vez, a vida de Raquel Pacheco vai ser adaptada para as telas. Você já deve conhecê-la pela alcunha que a tornou famosa “Bruna Surfistinha”. No dia 8 de outubro, às 22h, o FOX1, canal do FOX+ Premium, vai apresentar em uma megaprodução uma nova versão baseada na vida de Raquel/Bruna: a série #MeChamadeBruna.

A história que já foi contada em um filme (Bruna Surfistinha) e dois livros (“O Doce Veneno do Escorpião — O Diário de uma Garota de Programa” e “O que Aprendi com Bruna Surfistinha”) parece ainda ter fôlego para diferentes enfoques e na versão da diretora Márcia Faria, promete retratar a vida da garota de programa com um enfoque mais feminino.

De acordo com a protagonista, a novata Maria Bopp, “o olhar feminino é mais responsável com o assunto, a história da Bruna Surfistinha ao longo dos anos, representa uma ideia de prostituição romantizada e não acho que foi assim de fato na vida da Raquel”.  Essa preocupação em retratar a profissão de Bruna de uma forma mais real e sem fantasia está presente na diretora: “a série não quer deixar a prostituição glamourosa, mas também não vai demonizar”.

As cenas de nudez estão presentes ao longo dos oito episódios da primeira temporada e Maria não se omite tanto com as palavras quanto em cena. Além disso, a produção de #MeChamadeBruna fez uma pesquisa de campo profunda. Bopp se encontrou com Raquel Pacheco e, junto de outras atrizes do elenco, visitaram prostíbulos e conversaram com mulheres que lá trabalham.

O recorte da primeira temporada vai mostrar o início da história de prostituição de Raquel, em seu primeiro ano de trabalho no privê de Stella (Carla Ribas), a dona do bordel. Sua vida se transforma à medida em que ela se torna Bruna e começa a se destacar entre as outras garotas da casa – Georgette (Stella Rabelo), Mônica (Luciana Paes) e Jéssica (Nash Laila) – ganhando a preferência dos clientes.

Uma pena que a série vai estar disponível apenas para assinantes do FOX+ Premium.