Batman Akham | Rocksteay garante que games do Homem Morcego ficaram no passado

Batman Arkham é sem dúvida alguma a melhor franquia de games de heróis da história, mas parece que a Rocksteady não quer mais saber do Homem Morcego. Com a ficalização de Batman Arkham VR, o trabalho envolvendo o herói se encerrou.

Em entrevista concedida para a Eurogamer, o produtor Dax Ginn declarou que a produtora está procurando seu próximo “game dos sonhos”. Ainda segundo Ginn, a Rocksteady tem carta branca dentro da Warner Bros. para fazer seu próximo game.

Batman Arkham Knight foi o último game da Rocksteady lançado, que encerrou a série de games iniciada em 2009 com Arkham Asylum.

Review | Batman: Arkham Knight – DLC Época da Infâmia

Batman: Arkham Knight fez sua estreia nos consoles há alguns meses encerrando, por enquanto, a saga Arkham do Cavaleiro das Trevas. Porém, muitos fãs ainda clamam que o jogo deveria ter sido mais cumprido. Através de diversas DLC’s lançadas durante o ano, como Batgirl: Uma Questão de Família, Cara ou Coroa (protagonizando o Robin Tim Drake), Fechamento do DPGC (com Asa Noturna) e Vingança da Mulher-Gato, a Warner tentou atender a demanda. Obviamente, nenhuma dessas expansões possui mais de meia hora (às vezes quinze minutos, se muito) de jogatina e nem atendeu ao que os fãs realmente queriam: jogar com o Batman.

Para encerrar o ano, a Rocksteady decide botar a mão na massa (todos os conteúdos de expansão são feitos pela Warner Montreal, trazendo terrível qualidade em gráficos, jogabilidade e efeitos sonoros) e lançar Época da Infâmia. Época da Infâmia consiste em quatro novos vilões adicionados ao mapa de Gotham City e a jogatina principal (se passando antes do protocolo Knightfall), sendo estes Ra’s Al Ghul, Crocodilo, Chapeleiro Maluco e Senhor Frio.

Enquanto, por uma ótica demasiadamente otimista, essa expansão apresenta respostas para perguntas iniciadas em Arkham City – como o sumiço do corpo de Ra’s, Crocodilo em Black Gate e o desaparecimento do Frio -, por outro lado temos a máquina capitalista agindo em cima da inocência do mercado gamer. Em outras épocas, estas missões seriam especiais e desbloqueáveis dado o avanço do jogador, no entanto, agora devemos pagar por algo que já deveria estar no jogo. Devemos pagar por um produto já pago para que se torne, de certo modo, completo outra vez.

No entanto, não devemos nos abater. A expansão, de modo fiel, entrega todo o prometido. Feita pelas mãos da Rocksteady, não há erros quando inserida no jogo e cai como uma luva, servindo de continuidade para o que estava parado. Com exceção da história do Chapeleiro Maluco, sendo esta a mais curta, Época da Infâmia irá aumentar sua jogatina de Arkham Knight em pelo ao menos duas horas. Caso opte por fazer tudo do modo mais minucioso possível, irá aproveitar mais a DLC, aumentando sua duração em quatro horas. Certamente, a expansão mostra-se proveitosa diante de todos os outros fracassos impostos pela Warner para aumentar a longevidade do jogo. Além disso, há um deleite especial para a finalização da história de Frio (qual, infelizmente, implica em uma terrível modificação na cidade) e Ra’s Al Ghul. Vale lembrar também que a expansão adiciona uma nova área na cidade e no DPGC.

Uma dica para melhor aproveitamento é ter a expansão antes de terminar o jogo. Então, caso você ainda não tenha concluído, vale a pena ter as quatro novas missões. Para aqueles que já concluíram Arkham Knight, sentiram-se desrespeitados pelas expansões anteriores e ainda estão em dúvidas sobre adquirir uma continuação para a narrativa, fiquem avisados de que não haverá arrependimentos caso deseje realmente voltar a Gotham mais uma vez para um último voo do Morcego.

Leia também – Crítica | Batman: Arkham Knight

A expansão Época da Infâmia está disponível por R$ 30,90 ou para quem possui o Season Pass. Batman: Arkham Knight foi lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC em junho de 2015.

Batman: Arkham Knight | Veja o primeiro gameplay da DLC da Mulher-Gato

Caso você tenha adquirido ao season pass de Batman: Arkham Knight (disponível por meros R$ 80,99), você terá direito exclusivo a diversos conteúdos que estão sendo lançados para o jogo, incluindo novas skins, arenas, a DLC da Batgirl (Assunto de Família) e agora a nova DLC da Mulher-Gato, Catwoman’s Revenge. Na DLC, qual se passa após os eventos do game, a Mulher-Gato procura vingança contra o Charada.

Assista:

Além da DLC de história da Mulher-Gato, o season pass também tem uma novidade para 2016: a skin de Batman v Superman: Alvorecer da Justiça para o Batman e o Batmóvel. No jogo, podemos ter os primeiros vislumbres completos da roupa que Ben Affleck usará no filme, baseada no Cavaleiro das Trevas de Frank Miller.

Confira nossa crítica de Batman: Arkham Knight.

Batman: Arkham Knight está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC.

Batman: Arkham Knight | Confira o primeiro trailer de Batgirl: A Matter of Family

Na tarde de ontem foram liberadas as primeiras informações da DLC de Batgirl no novo jogo da franquia Arkham. Intitulada de A Matter of Family, a DLC trará Barbara Gordon como protagonista e o Coringa como vilão. Na página oficial do jogo, a Rocksteady liberou o primeiro trailer da DLC. Parece incrível.

Assista:

Batgirl: A Matter of Family estará disponível no dia 21 de Julho. Caso você tenha adquirido o season passo, pode jogar a DLC à partir do dia 14.

Você pode conferir a nossa crítica de Batman: Arkham Knight clicando aqui.

Batman: Arkham Knight | Primeiras informações da DLC de Batgirl

Batman: Arkham Knight ainda não tem um mês de seu lançamento, porém, é hora de adicionar novas histórias. Depois das três primeiras DLC’s (vendidas na pré-venda), a Warner vai lançar no dia 14 de Julho – para quem adquiriu o season pass de preço absurdo – A Matter of Family, uma pequena história que se passa Seagate Amusement Park com Batgirl no papel principal.

A Matter of Family já foi mencionado no jogo em uma das charadas do Charada – aquela que precisa escanear o traje da Bárbara – e deve seguir basicamente o roteiro. Pelo que se sabe, o Comissário Gordon foi sequestrado pelo Coringa e a DLC se passará uns bons anos antes de Arkham Asylum.

Veja primeira imagem:

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A Warner Bros. tem reforçado a ideia de que Bárbara será uma hacker, sendo que ela não é tão poderosa quanto o Batman. O sistema de Dual Play estará na DLC, haverá sidequests e coletáveis, além de uma Arlequina usando sua roupa original.

A Matter of Family estará disponível dia 21 de Julho. Caso você possua o season pass, pode jogá-la à partir do dia 14.

Fonte: Entertainment Weekly.

Saiba como foi o lançamento de Batman: Arkham Knight

O lançamento oficial de Batman: Arkham Knight, realizado em São Paulo, foi um grande exemplo para outras desenvolvedoras de games se inspirarem e, quiçá, realizarem até melhor. A organização foi plenamente satisfatória desde o início do dia, na retirada das pulseiras de acesso pela manhã, até a saída do evento, à noite. O local era espaçoso e de fácil movimentação, evitando os tumultos que enfrentamos em eventos de grande porte. Neste caso, seriam apenas 150 sortudos que teriam a honra de presenciar Ettore Zuim e realizar um bate-papo de perguntas e respostas que não só tangiam ao assunto do novo jogo, mas também a diversos aspectos de realização de uma dublagem.

A Saraiva disponibilizou um espaço para que todos pudessem jogar Batman: Arkham Knight, embora houvesse extrema competição entre todos os participantes do evento e usuários da loja para dominar o joystick. Isso gerou um problema, pois eram muitas pessoas para apenas um console. O pouco que consegui sentir ao jogar foi suficiente para despertar a vontade de jogá-lo do início ao fim. Os gráficos estão dignos de nova geração. A jogabilidade foi totalmente aprimorada e, em alguns aspectos, diria até que refeita.  A interação com o batmóvel dá outro ar para a série, além de despertar inúmeras possibilidades de gameplay, além de interações com o carro. Há um trecho específico onde você deve utilizar as armas do carro para atingir uma plataforma e, só então, sair do automóvel para acessar o caminho anteriormente bloqueado. As impressões iniciais foram ótimas – e não poderia ser diferente.

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Algum tempo depois, surgiu do nada (literalmente), o Batman em pessoa. Todas as pessoas que outrora não tiravam os olhos do jogo se voltaram a um dos melhores cosplays do Cavaleiro das Trevas. Felizmente, o homem-morcego colaborou com algumas fotos que tirei e se mostrou pouco tímido perante as diversas câmeras apontadas para ele. Houve uma enorme sessão de fotos e reportagens até o início (um pouco atrasado) do evento. Depois de alguma espera, a entrada para o palco onde seria a entrevista coletiva foi tranquila. Todos foram recebidos com bebidas (sucos e refrigerantes) e salgados antes do início. Erico Borgo, do site Omelete, dirigiu a entrevista e as perguntas do público do início ao fim.

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Você já imaginou dublar o Batman alguma vez na sua vida?

Eu dublava o Christian Bale, por isso que eu fiz o Batman. Eu nunca imaginei fazer o Batman alguma vez na minha vida. Não tinha a menor ideia e nunca almejei fazê-lo. Era algo inatingível. Eu até dirigi a série animada com o Márcio Seixas (dublador do Batman na série animada), que as pessoas adoram e eu também sou fã, mas eu nunca imaginei e já estou fazendo-o há 10 anos.

O nosso país não dá muito valor aos dubladores, como você se sente em relação a isso?

Mas aqui não se dá valor a ninguém (aplausos da platéia). Fora essa sala cheia de pessoas que dá satisfação, fora isso… É complicado.

Se você pudesse dar um conselho a alguém que quer seguir o caminho de dublagem, qual seria?

Eu aconselharia a pessoa a pensar bem se é isso que ela realmente quer, porque ultimamente anda complicado, ainda mais com essa pulverização de estúdios de fundo de quintal por aí. Além da falta de respeito com os profissionais, é complicado. Você tem que ter muita vontade além de pensar em fazer teatro, que é algo fundamental. A minha especialidade é palco, eu fiz teatro amador, tentei fazer faculdade, mas não terminei nenhuma. Segui o caminho de teatro e fui arrastado para a dublagem, porque na minha época não tinha curso de dublagem, não tinha nada disso. Nenhum dos atores se interessava por dublagem. Quando eu cheguei lá havia apenas o pessoal de rádio, a professora, mecânico, advogado, atores não tinham.

Qual a sensação que você teve de ser o Batman? Afinal, o Batman é o Batman.

Eu também não sei. Eu nunca fui o Batman (risadas). Eu já me vesti uma vez há muitos anos em uma festa, fiquei com a mão toda murcha e suada. Não tenho muita paciência para essas coisas. Eu prefiro dublar o Batman.

O que você pensa de estúdios que chamam artistas famosos para realizarem dublagens?

Isso é coisa do brasileiro querer imitar o americano. Lá nos Estados Unidos, os dubladores ganham muito bem, e quando estes estão de férias ou indisponíveis, eles costumam chamar algum ator que é contratado do mesmo estúdio para dublar. Aqui eles fazem o contrário, eles chamam uma pessoa que tem apenas o nome, pagam muito mais e o público não consegue desvincular aquela voz daquela imagem que ele já conhece. É gente errada fazendo coisa errada. Eu não gosto de ver, sinceramente. Nós dubladores temos a voz conhecida que se encaixam em vários personagens, mas o público não vê o nosso rosto, a pessoa se lembra de algum personagem que você dublou e isso é importante. Falta um pouco de bom senso.

O que você pensa sobre a dublagem da Pitty no jogo Mortal Kombat, onde ela alterou uma fala por “Eu vou equalizar a sua cara”?

Isso é falta de noção, não é? Ela está fazendo pra turma dela ou para o público? Nós somos dubladores… Eu, por exemplo, sou carioca e não posso ter sotaque de carioca. A gente dubla para o Brasil inteiro.

O seu trabalho de dublagem é realizado com imagens?

Não. Todos os filmes do Batman, assim como os jogos, eu realizei apenas me baseando nas faixas de áudio originais. Eu acho isso uma falta de respeito com o dublador, porque não podemos expressar corretamente o que está se passando em uma cena. Não sabemos, por exemplo, quando se trata de uma cena de luta, apenas dublamos baseando-se nos arquivos originais.

Em quanto tempo foi realizada a dublagem de Batman: Arkham Knight?

Em dois dias, algo em torno de três a quatro horas em cada um.

Você assistiu ou jogou as mídias que dublou do Batman?

Não, nunca vi e nem joguei nenhum. Eu tenho uma espécie de raiva, sabe? Nós não dublamos olhando a imagem e fica realmente difícil de dar o melhor. Eu sou uma pessoa perfeccionista e não conseguiria assistir aos filmes pensando que poderia ser realizado melhor se tivéssemos o auxílio da imagem. Os estúdios dizem que não vinculam mais as imagens por conta da pirataria.

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Ettore Zuim foi extremamente sincero do início ao fim da entrevista, exibindo o porquê de muitas vezes algum filme não ter uma dublagem decente (seja pela falta de imagem no processo de dublagem ou pela falta de profissionais em determinada obra). Encerrado o bate-papo, ele autografou pôsteres do jogo para todos os presentes, sendo extremamente atencioso e simpático. Recebi o meu pôster (que vocês vão conferir logo abaixo), e um doce como lembrança do evento. A Warner fez um ótimo trabalho trazendo uma figura tão importante da dublagem brasileira para os jogos. Nós, profissionais do meio e acima de tudo, fãs, apreciamos um bom trabalho em uma das figuras mais importantes para o mundo nerd.

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E você, já jogou Batman: Arkham Knight? Gostou da dublagem do game? Aproveite e confira a nossa review e conte-nos o que achou!

Crítica | Batman: Arkham Knight

Batman: Arkham Knight marca o final da trilogia do Cruzado Encapuzado. O game começou em 2009 com inicio glorioso, abrindo uma sequencia com um dos heróis e vilões mais famosos da cultura pop – Batman e Coringa, respectivamente – e que representam o bem e o mal. A força de vontade do indivíduo sem poder e a força de querer destruir tudo que o homem criou e espalhar a insanidade. Focando nessa força de vontade indestrutível, um desejo de querer o melhor, a trilogia Arkham se encerra levando o Cavaleiro das Trevas ao limite enquanto assiste Gotham queimar sem poder fazer nada.

A premissa do mocinho contra o malvado é bem batida. Dificilmente há muito para ser explorado de um roteiro assim, especialmente quando o vilão supremo está morto. Agora, quase um ano após a queda de Arkham City, o Batman desapareceu. Com o Coringa fora das ruas, a criminalidade sumiu e Gotham City parece uma boa cidade para viver. Então a guerra acontece. Espantalho. Duas-Caras. Pinguim. O pior da humanidade corre solto por Gotham. A cidade implora por seu protetor. Nesta trama tão bem ambientada, feita para corresponder à expectativa criada pelos dois jogos anteriores e encerrar tudo com maestria, não temos mais um Batman onipotente. Há aqui um homem quebrado, atormentado pela morte do ser mais vil que andou por esta terra e por todos aqueles caídos em sua cruzada – como Barbara Gordon e Jason Todd. O Batman apresentado aqui precisa lidar com um novo vilão, chamado de Arkham Knight, e seus próprios tormentos, sem a ajuda de ninguém. O ponto alto do roteiro que encerra a trilogia com chave de ouro não está no confronto do bom e mau. Está no altruísmo e no verdadeiro significado de ser um herói. Esse significado é raro e difícil de ser explorado em um personagem como o Batman, sendo feito apenas algumas vezes pelas mãos de roteiristas como Frank Miller, Jeph Loeb e Scott Snyder. Apesar de tudo, a Rocksteady consegue passar o peso de ter uma cidade à sua proteção.

Não é novidade que a trilogia de games da Rocksteady conseguiu atingir feitos sem precedentes em cada um de seus games. Seja no Asylum, trazendo uma das melhores jogabilidade em games de heróis, ou em City, explorando Gotham como nunca visto antes. Novamente, a desenvolvedora conseguiu êxito. Arkham Knight mantém o mesmo padrão de jogabilidade, adicionando novos movimentos e deixando o jogo incrivelmente mais suave e mais rápido. Em matéria de jogabilidade, a inovação da vez é o Batmóvel. Apesar de um ser um pouco forçado no jogo – às vezes, o jogador é obrigado a usá-lo em sequências desnecessárias, como se o jogo quisesse exibir o veículo -, o Batmóvel é um complemento que faltava na franquia e tem batalhas de tirar o fôlego na cidade. Infelizmente, o veículo pode tirar um pouco a graça de voar por aí, encontrar confrontos com capangas e morrer no jogo.

Diferente de Batman: Arkham Origins (qual não foi desenvolvido pela Rocksteady), Arkham Knight raramente é vítima de bugs ou lags. Não há nenhuma tela de carregamento e o gráfico é um avanço digital na era das remasterizações. É incrível ver quanto a Rocksteady conseguiu evoluir de uma geração para a outra. Ainda há o sistema de troca de personagens em modo de batalha. Pode ser um pouco complicado e confuso, mas é possível pegar o jeito bem rápido. Lembrando também que agora Gotham City está realmente vinte vezes maior do que no game anterior e há mil e uma coisas para fazer. A trama central está lá, mas existem alguns bons vilões a serem capturados. Isto torna o jogo longo e faz valer o investimento, honrando a mitologia dos quadrinhos – não existe honra maior do que recriação do assassinato de Jason Todd e a Piada Mortal – e o slogan do game, Be The Batman (Seja o Batman, em tradução livre).

É raro ver uma franquia de filmes, jogos ou livros conseguir ser encerrada de forma tão bem conduzida e sem falhar miseravelmente. Obviamente, o game não é a prova de falhas e possui algumas, porém, a Rocksteady conseguiu fazer o Cavaleiro das Trevas deixar os consoles em grande estilo.

Batman: Arkham Knight está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC.

Batman: Arkham Knight | Vendas estão suspensas no PC

Lançado na última terça-feira (dia 23), Batman: Arkham Knight conseguiu novamente ser o jogo do momento, porém, desta vez de forma negativa. O jogo alcançou o ranking de “Mostly Negative” na Steam, sendo avaliado negativamente por mais de 5.500 pessoas. Motivo? O game não é o primeiro lançado pela Warner Bros. nos PC’s a não rodar. Este último título da trilogia do Cavaleiro das Trevas tem rodado com gráficos deploráveis e quedas de 30 frames por segundo, especialmente quando o Batmóvel é ativado. Mesmo com as soluções provisórias dadas pelo Rocksteady – como baixar a resolução ao mínimo possível e substituir arquivos do jogo -, os jogadores não conseguem ter paz.

Com isso em mente, a Warner Bros. decidiu suspender indefinidamente as vendas do game para PC, deixando a seguinte mensagem no fórum oficial:

“Queremos nos desculpar com aqueles que enfrentam problemas na performance de PC do Batman: Arkham Knight. Levamos estes problemas a sério e por isso decidimos suspender as vendas para a versão de PC enquanto trabalhamos para resolver estas questões e honrar nosso símbolo de qualidade. Damos verdadeiro valor aos nossos consumidores e entendemos que há jogadores conseguindo desfrutar o jogo no PC, mas queremos fazer o possível para que todos tenham essa experiência.”

Dinheiro também estará sendo desenvolvido através do sistema de reembolso da Steam para compradores insatisfeitos. É mole, Bat-leitor?

Batman: Arkham Knight também está disponível para PlayStation 4 e Xbox One.

Fonte: Giant Bomb.

Batman: Arkham Knight | Novo trailer mostra o terror do Espantalho

Entrando em contagem regressiva para o lançamento de Batman: Arkham Knight, a Rocksteady liberou – durante a conferência da Sony – um novo trailer do game. O vídeo gira em torno da morte do Coringa, os tempos de paz que acompanham este acontecimento e o terror do Espantalho.

Assista:

Batman: Arkham Knight terá DLC’s exclusivas do Espantalho para jogadores do PlayStation 4, incluindo missões e skins. O jogo chega no dia 23 para os consoles da nova geração.

Fonte: Destructoid.