Marvel’s Jessica Jones estreia no próximo dia 20 de novembro na Netflix, e tivemos a oportunidade de conferir os sete primeiros episódios da temporada enviados pelo serviço de streaming. Lembrando que o texto não possui spoilers, já que fomos orientados apenas a fazer uma pequena análise. Então, não se preocupem, o nosso texto completo estará disponível no dia 20.

Enfim, nos sete episódios iniciais, já fica claro que a intenção da Marvel é estabelecer na Netflix um cenário mais urbano, mais pesado, o que difere totalmente do universo do cinema e, até, de séries como Agents of SHIELD e Agent Carter.

O piloto é bastante eficiente e, para os fãs da HQ Alias, presta uma homenagem a Brian Michael Bendis, com algumas referências ao seu estilo de escrita. A roteirista e produtora Melissa Rosenberg (da série Dexter) foi a escolha certa para o programa, conseguindo trabalhar muito bem no desenvolvimento dos personagens.

Os episódios apresentam um humor sarcástico e com piadas bastante inteligentes com o universo dos quadrinhos (atenção, Nerds!). E sim, aquela cena polêmica tirada dos quadrinhos está lá.

Krysten Ritter apresenta uma Jessica Jones atormentada por erros do passado, o que a torna uma mulher longe de manter relações sociáveis,  até quando conhece o grandão Luke Cage (Mike Colter), que parece ter saído diretamente dos quadrinhos. Kilgrave é utilizado de maneira eficaz na série, e esperarem uma atuação não menos do que incrível de David Tennant (da série Doctor Who) no papel do vilão.

A cada episódio, Marvel’s Jessica Jones deixa uma interrogação sobre o que vai acontecer a seguir, obrigando que todos os episódios sejam vistos na sequência. Na contagem regressiva para assistir o restante da série no dia 20 de novembro.

 

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