Daniel Day-Lewis decide encerrar carreira como ator

Uma notícia triste para os amantes do cinema. De acordo com a Variety. Daniel Day-Lewis anunciou sua aposentadoria como ator.

“Daniel Day-Lewis não vai mais trabalhar como ator. Ele é imensamente grato a seus colaboradores e espectadores por tantos anos. Essa é uma decisão particular e nem ele ou seus representantes vão falar mais sobre o assunto”, disse um agente do ator.

Lewis poderá ser visto no cinema pela última vez em Phantom Thread, filme que retoma sua parceria com o cineasta Paul Thomas Anderson (Sangue Negro).

O ator de 60 anos ganhou três Oscars de Melhor Ator em Meu Pé Esquerdo, Sangue Negro e Lincoln.

As 10 melhores séries da CW de todos os tempos!

O canal CW, que se originou de uma parceria da CBS e Warner Bros, já exibiu mais de 40 produções originais. Dentre essas 40, selecionamos as 10 séries que achamos as melhores de todos os tempos do canal.

Veja a lista e deixe o seu top melhores séries da CW nos comentários!

10 – One Tree Hill

(Divulgação/CW)

Como podemos começar descrevendo a influência do drama da WB/CW, One Tree Hill? A série do ensino médio passou por uma série de mudanças ao longo dos anos à medida que os personagens envelheciam e se afastavam, apenas para serem substituídos por recém-chegados igualmente bonitos como os originais. Embora houvessem altos e baixos em todas as temporadas da série, em um melodrama de nove temporadas, havia uma pessoa que poderia ser contada para aterrar o drama: Brooke Penelope Davis. Sim, todos nos lembramos de Lucas com sua citações de Dante, e todos nós desfalecemos sobre a épica história de amor de Nathan e Haley, mas no final do dia, a única coisa que nos manteve colados em One Tree Hill ao londo dos anos foi a oportunidade de acompanhar a evolução de Brooke enquanto ela assumia o mundo complicado.

9 – Veronica Mars

(Divulgação/CW)

As opiniões em torno da terceira temporada do drama, que foi a única transmitida na CW, são tão polarizadas quanto a divisão entre Team Logan e Team Piz. Não há como negar que a terceira temporada conseguiu cumprir o alto padrão previamente estabelecido do programa – um destino infeliz que pode ser explicado pela baixa audiência. Mas uma vez que você supera os colegiais decepcionantes de sempre (das séries de TV) e um tom drasticamente mais leve, há uma grande quantidade de coisas para apreciar na temporada. Após o fracasso drástico de Ducan, Veronica Mars finalmente apresentou um digno adversário romântico para Logan, além de oferecer um foco de boas-vindas no relacionamento de Keith e Veronica e mais cenas para alguns dos melhores personagens da série, Weevil, Mac e Dick!

8 – Supernatural

(Divulgação/CW)

Seria fácil colocar a culpa da longevidade e a imortalidade dos Winchesters em algum chefe da CW, que talvez vendeu sua alma ao demônio. Mas o sucesso de Supernatural é realmente tudo sobre sua capacidade de encontrar novas e interessantes maneiras de inserir humor e conflitos em suas histórias.

7 – Gilmore Girls

(Divulgação/CW)

Embora a temporada final – que foi a única exibida pela CW – não tenha sido uma das melhores, não há como negar a sua influência e o calor que ainda sentimos todas as semanas, enquanto acompanhávamos as três mulheres de Gilmore. Essa temporada pode não ter sido perfeita, mas a vida nunca é.

6 – The 100

(Divulgação/CW)

The 100 poderia facilmente tornar-se outra série de “adolescentes sexy em circunstâncias extraordinárias”, mas em vez disso, tornou-se um dos melhores dramas de ficção científica dos últimos anos. Sua violência é implacável, particularmente para a CW, e seu interesse em políticas e tribalismo é algo que a rede nunca antes havia abordado. E sim, todos sabemos que a terceira temporada teve problemas, mas isso não diminui tudo o que o criador Jason Rothenberg e sua equipe nos proporcionaram.

5 – Everybody Hates Chris

(Divulgação/CW)

Por algum motivo, quando pensamos nas melhores comédias da televisão, muitas vezes esquecemos de Todo Mundo Odeia o Chris, mas basta algum episódio sendo reprisado na televisão que nossos olhos fixam da tela e esquecemos das demais programações. Mesmo não sendo uma infância hilária a de Chris Rock, ela nos forneceu grandes explorações de raça e classe social. Há uma razão pela qual foi nomeado em três Emmys e um Globo de Ouro.

4 – The Vampire Diaries

(Divulgação/CW)

The Vampire Diaries poderia ter sido facilmente apenas outro romance de vampiros, mas rapidamente desenvolveu sagas de famílias épicas, emocionantes e reais. Para os novatos, a mitologia de The Vampire Diaries pode parecer esmagadora, mas o núcleo de relacionamentos – que se estende por séculos e gerações – esteve sempre fundamentada em contos universais que dão peso ao mundo elevado do sobrenatural. Embora tenha dado alguns tropeços em sua oitava temporada, The Vampire Diaries nunca recebeu o crédito que merece pela forma como evoluiu consistentemente seus personagens de maneiras interessantes e inesperadas.

3 – Gossip Girl

(Divulgação/CW)

Quando Gossip Girl estreou, tornou-se um fenômeno cultural – e por uma boa razão! A série foi instantaneamente viciante e nos encontramos incrivelmente frisados nas dramáticas vidas da elite do Upper East Side. Embora a qualidade tenha diminuído nas últimas temporadas (e preferíamos morrer do que aceitar Dan como a Gossip Girl), a série é facilmente um dos maiores dramas adolescentes de todos os tempos – para não dizer a mais elegante.

2 – Smallville

(Divulgação/CW)

A adaptação da história do jovem Superman para a televisão, procedeu a atual formação de super-heróis da rede (Arrow, The Flash, Supergirl e Legends). Por mais de uma década a série mostrou a evolução do jovem Clark Kent à medida que ele cresceu de um jovem inocente do ensino médio para um super-herói que se tornaria muito famoso. Talvez sem a influência de Smallville, quem sabe não teríamos o lançamento de Arrow e suas séries derivadas? E também não teríamos descoberto a boa aparência de Michael Rosenbaum sem cabelo? Obrigado Smallville.

1 – Jane the Virgin

(Divulgação/CW)

Ao elaborar esse Top 10, não houve dúvidas que Jane The Virgin merecia estar no topo. A telenovela levantou a moral da CW, tanto em termos de programação de qualidade quanto em termos de representações positivas e realistas de mulheres na televisão. Guiado pelo talento de Jennie Snyder Urman e protagonizado pela ganhadora do Globo de Ouro, Gina Rodriguez, a série encantou e entregou duas temporadas perfeitas, e agora no meio da sua terceira, continua revelando surpresas e quebrando fronteiras, usando seu gênero dramático para contar histórias universais, emocionantes e envolventes.

Bônus: Universo “Arrowverse”

(Divulgação/CW)

As séries de super-heróis da CW/Warner merecem entrar nessa lista já que elas dão destaques a diversos personagens e vilões que estavam esquecidos das grandes produções do cinema. Após Smallville, Arrow conseguiu trazer esse universo em tempos que os fãs são bem exigentes. Sim, sabemos que algumas temporadas de Arrow não foram lá as melhores, mas a série conseguiu o seu destaque e nos proporcionou a oportunidade de gerar novas séries como The Flash e Legends of Tomorrow.

Deixe nos comentários quais são as suas séries preferidas do canal CW!

Essa matéria é uma adaptação da revista online TV Guide.

Crítica | O Círculo é um choque de realidade necessário

A melhor frase que pode definir e/ou caracterizar o filme O Círculo é um meme, criado e dissipado pela internet e consequentemente adotado para diversas situações diárias. Mesmo que você não seja fã ou nunca tenha visto um episódio sequer, duvido que nunca tenha ouvido alguém falar:

“Isso é muito Black Mirror”

O Círculo é baseado no livro homônimo de Dave Eggers, e pode ser descrito como uma extensão do episódio 3×01 de Black Mirror, repleto de tecnologia futurista e pessoas ainda mais alienadas do que já são atualmente. Por mais que pareçamos estar a léguas de distância de viver em uma sociedade como a relatada no filme, infelizmente a longinquidade é menor do que pensamos. O longa relata o dia à dia de Mae Holland (Emma Watson), uma jovem do interior passando por problemas financeiros e que precisa do dinheiro para cuidar da saúde do pai com Esclerose Múltipla. A chance da vida de Mae surge quando sua amiga Annie (Karen Gillan) consegue uma entrevista em uma das empresas mais poderosas do planeta, cujo nome é o título do filme. A Círculo funciona com base em informações disponíveis na internet, desde emails pessoais até atividades diárias fora do mundo virtual, mas que de alguma forma foram registradas no imenso universo digital.

Exposta a tantas informações novas, Mae se vê encantada e empolgada em fazer parte daquilo e logo se torna mais uma no time dos alienados. Ela passa a se envolver cada vez mais no “círculo social” que lidera a população da área e faz o possível para alcançar uma posição maior na hierarquia de popularidade. Assim como em grandes conglomerados – como o Google -, os funcionários encontram tudo o que necessitam dentro dos muros da instituição, e antes que perceba ela não precisa mais sair de lá. Eamon Bailey (Tom Hanks) vê na menina o protótipo necessário para seu novo experimento, levando-a a mudar seu próprio ponto de vista e ir contra seus princípios. O propósito inicial de conseguir dinheiro para a saúde do pai se perde e ela chega a ficar até mesmo semanas sem vê-los. Até que ponto deixamos a influência das redes sociais dominar nosso dia à dia e nossas vidas? Mae percebe isso da pior maneira.

Divulgação: IMAGEM FILMES

O filme trata-se de uma grande aula para o público que o assiste. Hanks pode ser comparado ao próprio Steve Jobs durante suas palestras para a empresa, mas para alguém com posicionamentos autoritários, ele perde seu poder muito facilmente mediante as atitudes de Mae. O Círculo nos expõe a questão da falta de privacidade, limites e respeito para com os outros, e então nos damos conta das consequências de nossas atividades diárias. Quem nunca “stalkeou” um perfil desconhecido e descobriu tudo sobre uma pessoa sem ao menos conhecê-la? Isso não é muito diferente do que Bailey faz em sua instituição – na verdade, é exatamente isso. A trama tem a duração necessária para não se tornar algo monótono, pois mesmo com nomes como Watson e Hanks no elenco, a dupla não exerce todo o seu potencial e se atém ao mediano, o que está muito longe de ser ruim. John Boyega inicia o filme dando a entender que terá um grande papel no desfecho da obra, mas seu personagem torna-se apagado no decorrer e sua voz retorna em um momento crucial.

O Círculo é uma produção que tinha tudo para se tornar um filme memorável, pois é realmente bom, mas um roteiro falho acaba por prejudicá-lo. As tecnologias são complicadas demais para serem descritas em poucos segundos, o que torna tudo mais irreal do que deveria. Apenas alguns minutos a mais dedicados a cada uma seriam necessários para ter a relação transparente que o público necessita para entrar na história, e caracterizaria o longa como nota máxima. Entretanto, a mensagem do diretor James Ponsoldt foi passada e chega a assustar a maneira como nos identificamos com diversas situações. Assim como em Black Mirror, a trama é intrigante e nos deixa com uma pulga atrás da orelha, o que somada a um ótimo elenco é o essencial para nos fazer ir ao cinema assistir.

Cinema: Estreias da Semana – [15 de Junho]

Na semana de feriado em todo o país, temos os lançamentos de grandes filmes nas telonas. A Paramount trás de volta a comédia “Baywatch – S.O.S Malibu” agora estrelada pelos atores Dwayne Johnson, Zac Efron e Alexandra Daddario.

A banda brasileira Sepultura lança nos cinemas o documentário “Sepultura Endurance” que conta a sua trajetória e com imagens de arquivos de shows, bastidores e momentos pessoais, a direção fica por conta de Otávio Juliano.

A Warner Bros e a diretora Stella Meghie apresentam o romance “Tudo e Todas as Coisas” com a participação de Amanda Stenberg e Nick Robinson, os atores Marcus Majella, Ana Lucia Torre e Letícia Isnard estrelam “Um Tio Quase Perfeito” comédia com direção de Pedro Antonio e distribuição da H20 Filmes.

Confira a seguir os lançamentos da semana:

Baywatch – S.O.S Malibu 

EUA – 2017 – Comédia – Duração: 116 min

Sinopse: Mitch Buchannon (Dwayne Johnson) é um devoto salva-vidas, orgulhoso do seu trabalho. Enquanto está treinando o novo e exibido recruta Matt Brody (Zac Efron), os dois descobrem uma conspiração criminosa no local que pode ameaçar o futuro da baía.

 

Trailer:

 

Diretor: Seth Gordon

Elenco: Dwayne Johnson, Zac Efron, Alexandra Daddario

Distribuidora: Paramount

Classificação: 14 Anos

 

Sepultura Endurance 

BRA – 2016 – Documentário – Duração: 99 min

Sinopse: Documentário sobre a trajetória da banda Sepultura, com imagens de arquivos de shows, bastidores e momentos pessoais.

 

Trailer:

 

 

 

Diretor: Otávio Juliano

Distribuidora: O2 Play

Classificação: 12 Anos

 

Tudo e Todas as Coisas 

(Everything, Everything) – EUA – 2017 – Romance – Duração: 96 min

Sinopse: Ao longo da sua vida, uma adolescente viveu cheia de restrições e cuidados devido aos seus problemas de alergia a tudo que se possa imaginar. E agora, que ela se apaixonou pelo garoto que se mudou para a casa do lado?

 

Trailer:

 

 

 

Diretor: Stella Meghie

Elenco: Amanda Stenberg, Nick Robinson, Anika Noni Rose

Distribuidora: Warner Bros

Classificação: 12 Anos

 

Um Tio Quase Perfeito 

BRA – 2017 – Comédia – Duração: 96 min

Sinopse: Tony (Marcus Majella) é um malandro trambiqueiro que adora se disfarçar para ganhar dinheiro de inocentes. Ele já foi estátua viva, pastor, cartomante – tudo com a ajuda de sua mãe, Cecília (Ana Lucia Torre). Depois de serem despejados de casa, os dois procuram Ângela, outra filha de Cecília e com quem eles não falam há anos, que cai na lábia dos dois e se oferece para dividirem o mesmo teto. Após receber uma promoção no emprego que a obriga a passar um tempo viajando, Angela decide deixar os seus três filhos sob os cuidados do Tio Tony – o que vai ocasionar muitas confusões.

 

Trailer:

 

Diretor: Pedro Antonio

Elenco: Marcus Majella, Ana Lucia Torre, Letícia Isnard

Distribuidora: H2O

Classificação: Livre

Crackdown 3 | Terry Crews é o protagonista do game apresentado na E3 2017

Terry Crews dá vida ao comandante Jaxon no game Crackdown 3, que será lançado com exclusividade para o X Box One e Windows 10 em novembro de 2017! Assista ao trailer no player:

No game, que chegou com a proposta de revolucionar a experiência de jogos em mundo aberto, o usuário será um agente de justiça com superpoderes para deter o crime no mundo de violência e destruição.

Além de toda a experiência exclusiva, também será possível jogar com até quatro amigos pela Xbox Live para acabar com um império criminoso violento e usar a cidade como arma contra os inimigos.

Cinema: Estreias da Semana – [08 de Junho]

Confira a seguir os lançamentos da semana:

A Múmia 

(The Mummy) – EUA – 2017 – Ação – Duração: 110 min

Sinopse: Nas profundezas do deserto, uma antiga rainha (Sofia Boutella) cujo destino foi injustamente tirado está mumificada. Apesar de estar sepultada em sua cripta, ela desperta nos dias atuais. Com uma maldade acumulada ao longo dos anos, ela espelha terror desde as areais do Oriente Médio até os becos de Londres.

 

Trailer:

 

 

Diretor: Alex Kurtzman

Elenco: Tom Cruise, Annabelle Wallis, Russell Crowe

Distribuidora: UniversalLaia Costa

Classificação: 12 Anos

Neve Negra 

(Nieve negra) – ARG, ESP – 2016 – Drama – Duração: 92 min

Sinopse: Salvador (Ricardo Darín) vive isolado do mundo nas colinas geladas da Patagônia. Sozinho a décadas, ele recebe a inesperada visita do irmão Marcos (Leonardo Sbaraglia) e da cunhada Laura (). O objetivo dos dois é que Salvador aceite vender as terras que os irmãos receberam em herança, mas ele não está nem um pouco disposto.

 

Trailer:

 

Diretor: Martin Hodara

Elenco: Ricardo Darín, Leonardo Sbaraglia, Laia Costa

Distribuidora: Paris Filmes

Classificação: 14 Anos

 

Paris Pode Esperar 

(Paris Can Wait) – EUA – 2016 – Romance – Duração: 92 min

Sinopse: Anne (Diane Lane) é esposa de um produtor de Hollywood que inesperadamente faz uma viagem pela França, o que reaviva sua autoestima e sua alegria de viver. Anne está em uma encruzilhada em sua vida. Casada há muito tempo com um bem-sucedido, porém ausente produtor de cinema (Alec Baldwin), ela se vê em uma viagem de carro entre Cannes e Paris com um sócio de seu marido (Arnaud Viard). O que deveria ser uma viagem de sete horas, se torna em uma jornada de descoberta, incluindo vistas pitorescas, ótima gastronomia e vinhos, humor, sabedoria e muito mais.

 

Trailer:

 

Diretor: Eleanor Coppola

Elenco: Diane Lane, Alec Baldwin, Arnaud Viard

Distribuidora: California Filmes

Classificação: 12 Anos

Morre Adam West, o eterno Batman da TV

Adam West, o eterno Batman da televisão, morreu hoje aos 88 anos. O ator tinha 88 anos e a causa da morte ainda não foi informada. A notícia foi confirmada via Hollywood Reporter.

Apesar de muitos trabalhos na TV, seu papel marcante foi Bruce Wayne/Batman na série de TV que ficou no ar de 1966 a 1968. Ele também trabalhou como  dublador para as séries Padrinhos Mágicos e Uma Família da Pesada. Recentemente, reprisou o papel do Batman dublando-o na animação Batman: Return of the Caped Crusaders.

Um dos últimos trabalhos de West foi na série Powerless, da NBC.

Pantera Negra tem primeiro teaser trailer divulgado. Confira!

Como esperado, a Marvel Studios divulgou o primeiro teaser trailer de Pantera Negra. Assista abaixo!

A trama segue T’Challa que, depois da morte de seu pai, o Rei de Wakanda, retorna para casa à nação africana isolada e tecnicamente avançada para triunfar no trono e tomar o lugar legítimo como rei. Mas, quando um poderoso inimigo antigo reaparece, o poder de T’Challa como rei – e Pantera Negra – é testado quando ele é atraído para um formidável conflito que coloca o destino de Wakanda e todo o mundo em risco. Diante da traição e do perigo, o jovem rei deve reunir seus aliados e libertar o poder total da Pantera Negra para derrotar seus inimigos e garantir a segurança de seu povo e seu modo de vida.

Chadwick Boseman interpreta o personagem título. Michael B. Jordan (Erik Killmonger), Winston Duke (M’Baku)Lupita Nyong’o (Nakia), Forest Whitaker (Zuri), Angela Bassett (Ramonda, mãe de T’Challa), Sterling K. Brown (N’Jobu) e Danai Gurira (Okoy) também estão no elenco.

Pantera Negra estreia em 15 de fevereiro de 2018. Ryan Coogler (Creed) dirige e escreve o roteiro em parceria com Joe Robert Cole.

Crítica | A Múmia não é um bom começo para o Dark Universe

Desde que a Universal anunciou a criação de seu novo universo de monstros, o Dark Universe, muitas expectativas foram postas em cima de seu primeiro capítulo. Para iniciar os trabalhos, o estúdio escolheu A Múmia como primeiro capítulo e contou com Tom Cruise para viver o protagonista ao lado da mesma. Por mais que a ideia tenha sido boa, o primeiro filme ficou muito longe de um começo com o pé direito. Há pouco entusiasmo, o que foi bem diferente da versão anterior de 1998 estrelada por Brendan Fraser, que foi uma surpresa agradável e um dos grandes filmes de aventura daquele ano. Ali há entretenimento, cenas empolgantes de ação e um elenco competente e divertido. Com o Dark Universe, a Universal buscou um tom mais sóbrio com menos diversão e mais explicações para o que virá a seguir.

Até hoje diversos filmes voltados para múmias foram lançados, alguns inclusive com o mesmo nome, o que acarretou em uma responsabilidade muito grande para o diretor Alex Kurtzman. A nova franquia já tem próximos filmes e protagonistas definidos (Javier Bardem como Frankenstein e Johnny Depp como o Homem Invisível) e o apelo popular da última versão de A Múmia pode ter levado Kurtzman a começar pelo monstro egípcio.

Na trama, Nick Morton (Tom Cruise) e Chris Vail (Jake Johnson) são dois soldados do exército dos EUA implantados no Iraque. Mas eles têm uma pequena “empresa” paralela quando resgatam as antiguidades e as vendem no mercado negro. Ao serem atacados por militantes, eles acabam encontrando uma antiga tumba egípcia enterrada sob o deserto. O caminho da dupla se cruza com a da arqueóloga Jenny Hasley (Annabelle Wallis). Eles percebem que o local onde a tumba se encontra está fora de contexto. Em primeiro lugar, é um túmulo egípcio no meio do Iraque. Em segundo lugar, não é um túmulo, mas uma prisão por um mal antigo. Quem está preso é Ahmanet (Sofia Boutella), uma princesa egípcia que fez um acordo com o diabo. Em troca de receber poderes sobrenaturais e vida eterna, ela ajudaria o Set, o deus egípcio da Morte, em nosso mundo. Ela só precisa de um anfitrião para ele. Como Nick, Chris e Jenny libertam involuntariamente Ahmanet de seu túmulo, a princesa começa o processo de cumprir o acordo com o Set. Mas primeiro ela deve executar seu ritual em seu anfitrião escolhido para Set. Infelizmente para Nick, é ele.

O encontro de vários monstros no cinema não é algo inédito. O que a Universal Pictures planeja com Dark Universe é retornar às raízes e recuperar o prestígio de clássicos do gênero. Este primeiro capítulo abre portas para um universo rico e que pode ser muito bem aproveitado. Há cenas que parecem perdidas, mas que mostram que muita coisa boa está por vir. Prestem atenção na cena em que Nick está na sede de Dr. Jekyll (Russell Crowe), há uma chuva de Easter Eggs.

Com o tom mais sério em relação às últimas produções, o filme acerta em conectar a sequência inicial aos eventos atuais mostrando os militantes do ISIS destruindo antiguidades e as vendendo para ajudar a financiar seu terrorismo, o que acontece na realidade.

Quanto à ação, há alguns momentos de destaque, uma pena que todos os trailers entregam praticamente 90% de toda a trama. Com isso, há poucas situações de surpresa. Porém, as cenas envolvendo a Múmia são impressionantes na medida que buscam referências aos clássicos filmes de terror. E o desempenho de Sofia Boutella é excelente. A que se salva.

Nem mesmos a atuações de Tom Cruise e Russell Crowe conseguiram transparecer tudo aquilo que prometeram. Enquanto Cruise vive o galã Nick Morton, Crowe é Jekyll e Hide ao mesmo tempo que será o grande elo entre as produções futuras, o que ainda nos dá esperança de um maior desenvolvimento. A introdução de Jekyll e Hyde foi confusa e mal feita, e o personagem ficou perdido em meio a tanta ação e um elenco significativo para a trama em questão. A Múmia parece uma versão egípcia de The Walking Dead, com mortos-vivos nadando melhor do que seres humanos e caindo do céu no meio de uma floresta. O ponto positivo é a atuação excelente de Sofia Boutella no papel da antagonista. Ter optado por uma personagem feminina talvez tenha sido a escolha mais inteligente de Kurtzman e, Boutella supera até mesmo Tom Cruise e Russell Crowe.

A Múmia é o pontapé inicial não tão empolgante do Dark Universe. O que seria Os Vingadores do mundo dos monstros não deixa sequer um aperitivo durante os créditos finais. A produção pode ser um eficaz passatempo para quem está entediado e quer ver um filme pipoca. Mas ao final, ficou devendo muito. O filme de 1998 estrelado por Brendan Fraser e Rachel Weisz continua sendo imbatível.

P.S: Esse filme foi conferido em duas sessões, uma delas na sala 4DX dos cinemas UCI, no Rio de Janeiro, caso contrário teria sido ainda pior. Com cadeiras que se movimentam (muito), tremem, reproduzem efeitos de tiros, ventos, cheiros e até mesmo jogam água no público, a sala nos leva para mais perto do filme e aumenta ainda mais a intensidade das cenas de ação. A qualidade da tela e do som não está altura da tecnologia das poltronas – sendo iguais a de uma sala 3D tradicional – e visto que estamos em uma espécie de simulador, faltou apenas isso para a experiência completa. O UCI está de parabéns com seu novo lançamento, é incrível.

Mulher-Maravilha abre com $223 milhões na bilheteria mundial

O final de semana foi ótimo para Warner Bros. Pictures/DC Films com a grande estreia Mulher-Maravilha arrecadando $100.5 milhões no mercado estadunidense. O longa bateu o recorde da maior estreia de uma diretora (Patty Jenkins) superando os $85 milhões de Sam Taylor-Johnson em Cinquenta Tons de Cinza.

Com os $122.5 milhões no mercado internacional, o filme da Amazona já arrecadou no primeiro final de semana $223 milhões em bilheteria no mundo.

Antes de tornar-se Mulher-Maravilha, ela era Diana (Gal Gadot), princesa das Amazonas e treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa isolada ilha paradisíaca, Diana descobre que um grande conflito assola o mundo quando um piloto americano (Chris Pine) cai com seu avião nas areias da costa. Convencida de que é capaz de vencer a ameaça de destruição, Diana deixa a ilha. Lutando lado a lado com homens numa guerra que pretende acabar de vez com todas as guerras, ela vai descobrir todos os seus poderes… e seu verdadeiro destino.

Robin Wright, Danny Huston, David Thewlis, Ewen Bremner, Saïd Taghmaoui, Elena Anaya, Connie NielsenLucy Davis estão no elenco.

Sob direção de Patty Jenkins a partir do roteiro de Allan Heinberg, Mulher-Maravilha estreou em 1º de junho. Charles Roven, Zack Snyder e Deborah Snyder produzem o longa, com  Richard Suckle, Stephen Jones, Wesley Coller, Geoff Johns e Rebecca Roven na produção executiva.

Leia mais:

Crítica | Mulher-Maravilha é a razão para continuar acreditando no universo cinematográfico da DC

Cinco motivos para assistir Mulher-Maravilha

Mulher Maravilha é o filme que a DC – e nós – precisávamos

Cinema: Estreias da Semana – [01 de Junho]

A primeira semana do mês de Junho chega com grandes estreias para toda a família, a comédia romântica nacional “Amor.com” estreias nas telonas protagonizado por Ísis Valverde e Gil Coelho, a Playarte apresenta a animação “As Aventuras de Ozzy” com a direção de Alberto Rodriguez e os atores Oscar Martínez, Rodrigo De la Serna e Alejandra Flechner estrelam o drama “Inseparáveis” com a distribuição da Paris Filmes.

Um dos filmes mais esperados de 2017, “Mulher Maravilha” estreias nas telas com a distribuição da Warner Bros e DC com os atores Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen e direção de Patty Jenkins. O diretor James Gray e a Imagem Filmes apresentam “Z – A Cidade Perdida” estrelado por Charlie Hunnam, Sienna Miller e Tom Holland.

Confira a seguir os lançamentos da semana:

Amor.com 

BRA – 2016 – Comédia Romântica – Duração: 90 min

Sinopse: Katrina (Isis Valverde) é uma famosa blogueira de modas que dita tendências no mercado brasileiro através de seus populares vídeos na internet. Fernando (Gil Coelho), por sua vez, é um vlogueiro de um canal de videogames que ainda não é muito famoso, mas que já está fazendo certo sucesso. Quando os dois se conhecem, em uma situação complicada, acabam se apaixonando e o romance dos dois vira “febre” na internet, uma febre que eles vão precisar controlar, equilibrando o mundo real e o virtual.

 

Trailer:

 

Diretor: Anita Barbosa

Elenco: Ísis Valverde, Gil Coelho, Alexandra Richter

Distribuidora: H2O

Classificação: 12 Anos

 

As Aventuras de Ozzy 

(Ozzy) – ESP – 2016 – Infantil – Duração: 90 min

Sinopse: Ozzy é um pacífico e amigável cão da raça Beagle que mora com os Martins. Quando a família decide fazer uma longa viagem na qual cães não são permitidos, eles decidem deixar o amado Ozzy em um spa para cachorros. Acontece que esse lugar perfeito na verdade é um fachada construída por um vilão que deseja sequestrar cachorros. Preso, Ozzy precisa evitar o perigo e encontrar força nos seus novos amigos para conseguir voltar a salvo para casa..

 

Trailer:

 

Diretor: Alberto Rodríguez

Elenco: Guillermo Romero, Dani Rovira, José Mota, Michelle Jenner, Carlos Areces, Fernando Tejero, Luis Bajo, Héctor Cantolla

Distribuidora: Playarte

Classificação: Livre

 

Inseparáveis 

(Inseparables) – ARG – 2016 – Drama – Duração: 110 min

Sinopse: Um rico empresário se tornou tetraplégico devido a um acidente e está procurando por um novo assistente terapêutico. Apesar de conhecer pessoas muito qualificadas, ele decide contratar o assistente de seu jardineiro, ainda que as pessoas mais próximas a ele desaprovem sua escolha. Incrivelmente, uma amizade entre os dois começa a brotar.

 

Trailer:

 

Diretor: Marcos Carnevale

Elenco: Oscar Martínez, Rodrigo De la Serna, Alejandra Flechner, Carla Peterson, Rita Pauls, Malena Sánchez, Monica Raiola

Distribuidora: Paris Filmes

Classificação: 14 Anos

 

Mulher-Maravilha 

(Wonder Woman) – EUA – 2017 – Ação – Duração: 140 min

Sinopse: Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

 

Trailer:

 

Diretor: Patty Jenkins

Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen

Distribuidora: Warner Bros

Classificação: 12 Anos

 

Z A Cidade Perdida 

(The Lost City of Z) – EUA – 2016 – Aventura – Duração: 141 min

Sinopse: A incrível história real do explorador britânico Percy Fawcett (Charlie Hunnam), que viaja para a Amazônia no século XX e descobre evidências de uma civilização avançada desconhecida que pode ter habitado a região. Depois de ter sido ridicularizado pelo corpo científico que considera as populações indígenas como “selvagens”, Fawcett está determinado a retornar à sua amada selva e provar seu caso.

 

Trailer:

 

Diretor: James Gray

Elenco: Charlie Hunnam, Sienna Miller, Tom Holland

Distribuidora: Imagem Filmes

Classificação: 12 Anos

Mulher Maravilha é o filme que a DC – e nós – precisávamos

Finalmente, depois tantos erros e tropeços, a DC lançou algo digno de nota máxima. Após a péssima recepção de Batman vs Superman e Esquadrão Suicida, quando a empresa anunciou o filme solo de Mulher-Maravilha todos ficamos apreensivos, mesmo com todos os indícios possíveis de que algo bom iria sair. Felizmente, para a alegria geral da nação, assim como a protagonista representou na história uma salvação para o que estava praticamente perdido, a nova produção é a luz no fim do túnel obscuro de filmes recentes da DC. Em meio a um cardápio de filmes de heróis, e digo me referindo aos do gênero masculino, Mulher-Maravilha veio para desconstruir toda e qualquer opinião remanescente sobre um possível sexo frágil.

Seja no mundo das séries ou dos filmes, poucas são as vezes onde vemos um artigo diferente precedendo o nome do herói. Entretanto, o fato da protagonista da vez ser uma mulher não deveria ser assim tão digno de destaque, apenas algo rotineiro e presente no cotidiano como tantos outros. E é exatamente isso que a diretora Patty Jenkins tenta mostrar a todos com a trama, seja por meio das inúmeras cenas de ação da personagem ou pela descrença dos homens em relação a guerreira que está em sua frente. Em uma época onde mulheres “serviam” para cuidar da casa e dos filhos, ter uma que não apenas fosse para guerra como também acabasse com ela, é em suas devidas proporções um reflexo do que ainda enfrentamos na sociedade. Jenkins não precisou apelar para argumentos feministas e/ou piegas em sua produção, pois Diana Prince fala por si só em cada momento onde segue seu instinto, seja ele aprovado ou não pelo público masculino a seu redor.

Um dos diversos pontos positivos do filme é a independência em relação aos quadrinhos, o que acaba por agradar todos os públicos. Os fãs aficcionados pela história de Diana terão seus ideais retratados na tela da melhor forma possível, respeitando o material original e apenas melhorando-o. Ao mesmo tempo, quem ainda não conhecia nada da heroína além do tradicional símbolo e das roupas vermelhas e azuis, terá a chance de ver a criança crescendo e sendo treinada na ilha Themyscira – muito bem representada pelo lugar paradisíaco escolhido nas filmagens – até sua chegada ao “mundo real”, em Londres. A excelente escolha de cenário e os gráficos maravilhosos são acompanhados por uma uma trilha sonora de arrepiar todos os fios de cabelo. Temos desde o clássico tema da personagem composto por Hans Zimmer, e que corroborou para a formação da imagem da Mulher-Maravilha em Batman vs Superman, até uma música composta pela Sia, ou seja, nada que pudesse deixar a desejar!

O filme possuí diversos elementos chave que juntos formaram a bela produção final, mas não podemos deixar de citar a responsável por tudo isso ao lado da diretora. O que falar da beleza estonteante de Gal Gadot? Com trejeitos delicados e ao mesmo tempo intensos e precisos, ela atribui a personagem as expressões no momento certo. Gadot é uma grande guerreira nas cenas de batalhas e explosões; enquanto sabe ser a mulher digna de olhares, elegante e poderosa em um vestido longo. Diana é ingênua e passa a conhecer o mundo pelos olhos de Steve Trevor (Chris Pine), provocando muitas risadas no público e dando o tom de comédia necessário para não se tornar algo bobo. A jovem israelense de 32 anos encarou um papel já interpretado por Lynda Carter e não deixou o peso do nome atrapalhar. Sua atuação é sem sobra de dúvida o maior acerto do filme e serviu de lição para todos que criticaram sua escalação. Que seja nossa Mulher-Maravilha por um bom tempo!

Por mais que todos os holofotes estejam virados para a heroína, não podemos deixar de dar os devidos créditos a seus colegas de elenco. A química entre Chris Pine e Gal Gadot é para romântico nenhum botar defeito, fazendo dele o parceiro ideal para os impulsos de Diana. São entre os dois os momentos de diversão e carinho que servem para amenizar o clima tenso das cenas de ação, e até mesmo quem não é fã de romance se pegará torcendo pelo casal.

Os personagens mais vazios de Mulher-Maravilha são os vilões. Mesmo sendo interpretados por atores de enorme talento, os mesmos não conseguem mostrar tudo aquilo que são capazes e vivem figuras um tanto infantis. Elena Anaya é a Dra. Isabel Maru, ou Doutora Veneno, e mais parece uma cientista louca de um filme de comédia; Danny Huston vive o famoso ditador e general alemão Erich Ludendorff, temido desde os minutos iniciais do filme, mas que não provoca medo nenhum em quem está assistindo.

O verdadeiro vilão é revelado apenas nos minutos finais, por mais que pequenas dicas dêem a entender quem ele é desde o início. David Thewlis abandonou o lado mocinho do Professor Lupin na saga Harry Potter, para viver Ares, o deus da guerra segundo a Mitologia Grega. Ao lado de Gal Gadot, ele protagoniza os momentos de maior ação e efeitos especiais de todo o filme, principalmente quando assume a forma monstruosa do Deus. Entretanto, mesmo com todo o talento já conhecido de Thewlis, Ares não consegue se tornar um vilão emblemático e memorável em um filme da DC, proporcionando ainda mais destaque ao casal principal.

Em suma, Mulher-Maravilha é o filme da heroína que todos precisávamos – principalmente a DC -, surgindo em uma época onde outros semelhantes não emplacaram tanto quanto prometido. Gal Gadot é a nossa nova Mulher-Maravilha e espera-se que permaneça no papel pelo máximo de tempo possível. Com uma trilha sonora invejável, efeitos especiais e visuais adequados para as cenas de ação e um roteiro para fã nenhum botar defeito, a produção merece todas as críticas positivas que vem recebendo pelo mundo. Em um universo rodeado por heróis do sexo masculino foi a do feminino que sobressaiu, já caracterizando a nova história da DC como memorável e necessária nos dias de hoje. Palmas para a Mulher-Maravilha.

 

Divulgação/Netflix

Bye Bye! Sense8 é cancelada pela Netflix após duas temporadas

” hey yeah yeah, hey yeah yeah. I said hey, WHAT’S GOING ON?”

A Netflix resolveu cancelar Sense8 após duas temporadas e não divulgou motivo.

Depois de 23 episódios, 16 cidades e 13 países, a história de Sense8 chegou ao fim” disse Cindy Holland, VP da Netflix.

Holland também comentou sobre a importância da série.

Nunca existiu uma série mais global com uma diversidade igual e elenco internacional que é refletida pela comunidade conectada de fãs profundamente apaixonados. Agradecemos Lana, Lilly e Grant por sua visão e todo o elenco e equipe pelo seu compromisso.”

A má notícia veio após a campanha dos fãs nas redes sociais por meio da hashtag #RenewSense8 

Desculpe galera. Obrigada por sua paixão e apoio nesses últimos dias, foi muito tocante ver o amor de vocês pelo show. Para frente!” – comentou o ator Brian J. Smith, que interpretava o personagem Will.

Obrigado por terem sido parte disso. O #sense8 continua com cada um.

Posted by Sense8 on Thursday, June 1, 2017

COMO VOCÊ FEZ ISSO CONOSCO NETFLIX? 

Assassinato no Expresso do Oriente | Adaptação ao cinema do romance de Agatha Christie ganha primeiro trailer

20th Century Fox divulgou hoje (01) o primeiro trailer de Assassinato no Expresso do Oriente (Murder on the Orient Express), adaptação ao cinema do aclamado romance de Agatha Christie, publicado em 1934. Veja no player abaixo!

A história se passa em um luxuoso trem onde ocorre um misterioso assassinato. Cabe então ao detetive mundialmente conhecido Hercule Poirot, que estava a bordo da viagem, investigar o caso.

Kenneth Branagh (Thor, Cinderela) dirige  e estrela no papel do detetive Hercule Poirot. Johnny Depp (Ratchett), Michelle Pfeiffer (Mrs. Hubbard), Daisy Ridley (Mary Debenham), Judi Dench (Princess Dragomiroff), Lucy Boynton (Countess Andrenyi), Tom Bateman (Bouc), Derek Jacobi (Masterman), Michael Peņa (Marquez), Josh Gad (Hector McQueen), Willem Dafoe (Mr. Hardman), Leslie Odom Jr. (Doctor Arbuthnot) e Penelope Cruz também estão no elenco.

Ridley Scott (Perdido em Marte), Simon Kinberg (X-Men: Dias de um Futuro Esquecido), Mark Gordon (Steve Jobs) e Branagh produzem a adaptação com Michael Schaefer, Aditya Sood e Judy Hofflund.

Assassinato no Expresso do Oriente estreia em 23 de novembro no Brasil. Michael Green (Blade Runner 2049) escreveu o roteiro com James Prichard e Hilary Strong.