10 motivos para você (re)assistir The O.C.

Neste mês está programado para entrar no catálogo da Netflix aquela série, que para muitos, foi a porta de entrada para o mundo das séries. Estamos falando de The O.C. (ou para muitos The O.C. – Um estranho no paraíso).

Orange County é um paraíso na terra dos ricos, na Califórnia. Nas mansões por trás dos muros, tudo parece ser perfeito. Quando Ryan Atwood (Benjamin McKenzie), um adolescente problemático que vive se metendo em roubadas, chega em Orange County (“O.C.”) com o advogado Sandy Cohen (Peter Gallagher), ele começa a descobrir que nem tudo ali naquele lugar é tão perfeito como aparenta.

A série durou 4 temporadas e nós listamos 10 motivos para você assistir ou reassistir essa maravilha da televisão.

1 – Rostos conhecidos

Com certeza você já viu Benjamin McKenzie, Mischa Barton, Rachel Bilson, Adam Brody e grande parte do elenco em alguma outra obra para televisão ou cinema.

2 – Enredo

A história é bem desenrolada e não deixa tantas pontas soltas. É tudo bem casado.

3 – Personagens

O desenvolvimento dos personagens são bem feitos, destacando bem os conflitos pessoais deles.

4 – Participações

Ao passar das temporadas vários atores fizeram participações especiais, tornando a história ainda mais interessante.

5 – Romance

Leve, sutil e faz você sofrer com o término de alguns casais e amar outros que decidem ficar juntos.

6 – Drama

Não chega a ser aquela drama Grey’s Anatomy, é um pouco mais leve, mas dá aquele nó na garganta.

7 – Comédia

As piadas não são forçadas e, na maioria das vezes, são super sarcásticas.

8 – Trilha Sonora

Quem nunca cantou Califórnia do Phantom Planet na vida? Californiaaaaaaa! Here we come!!!!

9 – Lição de vida

The O.C. querendo ou não ensinou muita coisa e passava boas lições de vida. É sempre bom pegar as coisas boas das séries e colocar em prática no dia a dia.

10 – Nostalgia

Ver os personagens que você assistia aos domingo de manhã pela SBT vai fazer você se sentir nostálgico e lembrar que sua única preocupação era não perder seus episódios.

BÔNUS:
11 – SETH COHEN E SUMMER ROBERTS

DONOS DA SÉRIE!!!!!!

Se você se convenceu ou não, assista a série do mesmo jeito. A Netflix vai disponibilizar a partir do dia 15 de outubro, todas quatro temporadas de uma vez, ou seja, dá pra fazer uma maratona maravilhosa. Se você acha que faltou alguma coisa nessa lista, comenta aí pra gente.

O que aconteceu com a saga Divergente?

O ano é 2011 e a Summit Entertainment comprou os direitos de uma grande aposta: Divergente.

Um livro que conta a história de Beatrice Prior, uma garota que ao completar 16 anos tem que escolher uma facção para seguir e mudar totalmente sua vida. Cada facção ajuda em uma coisa na cidade de Chicago, que é isolada, cercada e protegida contra tudo que há de ruim fora dela. Seguindo a linha dos últimos best-sellers, Divergente também se passa em um futuro distópico e tem como protagonista uma garota. O livro foi super aclamado em todo o mundo, ficando no top 10 dos mais vendidos por semanas.

A história do livro é boa, os personagens são bem construídos e os diálogos bem estruturados. A série conta com três livros, sendo assim uma trilogia, com Divergente, Insurgente e Convergente. Depois do sucesso que foi Jogos Vorazes, a adaptação tinha tudo para ser um grande estouro de bilheterias, mas então onde foi que a produtora errou?

Como um fã dos livros digo que eles erraram na construção dos roteiros, isso quer dizer que eles não são bons? Longe disso, isso quer dizer que eles não estão nem aí para os fãs ao adaptar uma obra literária. O primeiro filme, Divergente, seguiu quase a risca tudo que tinha no livro, cortaram algumas cenas aqui e ali, mas nada que pudesse prejudicar tanto a história. Divergente foi um bom filme, não foi cem por cento fiel ao livro, mas chegou a uns setenta por cento.

Aí vem Insurgente, o segundo filme adaptado, toda vez que assisto ao filme me pergunto de onde que eles basearam o roteiro. Se você quer algo mais infiel ao livro que os filmes de Percy Jackson, vá assistir Insurgente. A história é totalmente paralela do que se está no livro, que em vários momentos mostra nossa heroína passando por conflitos pessoais para se salvar e salvar as pessoas que ela ama, sem contar que ninguém sabia da tal caixa que Jeanine Matthews (Kate Winslet), encontra no começo do filme. A adaptação de Insurgente foi realmente um tiro aos fãs da trilogia, já que não possuía fidelidade alguma. Ta que o livro também não é lá aquelas coisas, mas possui passagens e momentos muito importantes, principalmente da parte final, antes deles divulgarem o vídeo de Edith Prior.

Por fim temos o último livro, Convergente, que não sei porque cargas d’água eles decidiram dividir em duas partes, desde que Harry Potter e as Relíquias da Morte foi dividido, isso meio que virou regra. O que é péssimo, pois inventaram de dividir Jogos Vorazes: A Esperança e quase que tiveram prejuízo.

Sei que a ideia de divisão é para que não se perca detalhes importantes do livro, mas tem livros que não tem essa necessidade e Convergente é um deles, mas quem disse que as produtoras estão se importando com isso? Aí que está o erro! A Lionsgate, uma das produtoras da série de filmes de Divergente, estava decidindo se o último filme que se chama Ascendente iria ou não para o cinemas, por quê? A resposta é clara, porque mais uma vez eles ficaram cem por cento nem aí para o livro e criaram uma outra história para o roteiro de Convergente, que foi a pior bilheteria da série e com razão. Depois do fiasco de Insurgente a maioria dos fãs dos livros não animaram em ir ao cinema para ver o filme (eu fui um deles) e, por isso esperavam o lançamento em algum lugar para fazerem o download e assistir.

Toda a bola de neve começou com a adaptação de Insurgente, depois disso eles só foram descendo ladeira abaixo e chegamos ao ponto de que Ascendente não irá mais para o cinema e sim para a TV. O que nos traz mais um grande problema, o elenco original do filme estão insatisfeitos com a decisão e, com isso, pode ser que eles não voltem para gravar a continuação de Convergente.

Leia também: Shailene Woodley não quer participar da adaptação de Divergente para a TV

Então fica aí a reflexão para as grandes produtoras, até onde vale o dinheiro investido sem a satisfação do fã? Sabemos que é complicado, nem sempre temos cem por cento de acerto, mas é como diz o ditado, “em time que está ganhando não se mexe”. Agora é esperar os próximos capítulos dessa novela que está sendo o fim da série Divergente.

This is US | 10 coisas que podemos esperar da série

This is Us é uma das nossas apostas nesta fall season, se você não conhece aqui vai uma breve apresentação da série:

A série acompanha quatro histórias dos personagens de Mandy Moore, Milo Ventimiglia, Jason Hartley, Chrissy Metz e Sterling K. Brown, que de algum modo estas pessoas possuem uma ligação. Além disso somos apresentados a conflitos pessoais de cada personagem, fazendo com que elas se entrelaçam em algum momento da série.

Com isso, decidimos listar 10 coisas que podemos esperar da nova aposta da NBC.

Dica: coloque para tocar I Won’t Give Up do Jason Mraz enquanto você lê esse post.

1 – Representatividade.

Kate (Chrissy Metz) é uma pessoa que sofre de obesidade. Na maioria das vezes o “gordinho” da trama vem para fazer parte do núcleo cômico. Em This is Us as pessoas que sofrem dessa doença realmente sofrem e passam por inúmeras dificuldades.

2 – História Reais

Randall (Sterling K. Brown) é um personagem que não conhece seus pais biológicos, ele vem para mostrar a realidade de muitas pessoas que passam por isso em suas vidas.

3 – Muito Drama

Pegue o lencinho e prepare-se para chorar, pois a série é definida como drama e comédia. Ou seja, vai rolar muitas lágrimas sim!

4 – Comédia na Medida Certa

Assim como iremos chorar, iremos rir. As piadas na série são leves e inteligentes, fazendo-nos rir na hora certa.

5 – Conflitos

Para que ela se mantenha com a qualidade que foi o piloto, a série precisa manter os conflitos pessoais do personagens como o ponto alto da história.

6 – Música Boa

Para que as cenas façam sentido a trilha sonora é essencial, o piloto não deixou a desejar e, com isso, podemos esperar que ela seja maravilhosa.

7 – Romance

Pra ter drama tem que ter romance, então podemos ter certeza que é um dos pontos a serem explorados na série, mas sem ser o centro das atenções.

8 – Fortes Personagens Secundários

Para que as histórias avancem de forma boa, os personagens principais precisam de apoio dos secundários e This is Us vai nos trazer ótimos coadjuvantes.

9 – Lição de Moral

This is Us parece que foi lançada apenas para ter um objetivo: FAZER A GENTE PENSAR SOBRE A NOSSA VIDA.

10 – Reviravoltas

Vai ter muito plot twist, o episódio piloto já teve um dos plots mais lindos da história, imagina o resto da série? Que continue assim!

Agora é só acompanhar para ver o que nos espera. Se interessou sobre a série? Assista ao nosso vídeo onde comentamos as nossas primeiras impressões:

Ler é bom vai! | Azeitona, um romance que vai fazer você rir e chorar!

azeitona-livroConfesso que quando fiquei sabendo que o youtuber Bruno Miranda iria escrever um livro isso me animou, pois acompanho o seu canal já tem algum tempo. Ao mesmo tempo em que fiquei feliz por ele lançar o livro, eu me preocupei. Lançar um livro por si só já uma grande dificuldade, quando você faz vídeos para o Youtube, parece que essa dificuldade é multiplicada por dois, visto que muitos livros de youtubers recebem inúmeras críticas. Porém, Azeitona veio para superar minhas expectativas.

O livro conta a história de Ian, um garoto normal de dezesseis anos que tinha duas preocupações em sua vida: estudar e dar aulas de tênis. Assim como lemos em outros livros, Ian não é o cara mais popular da escola, as meninas não se matam para ficar com ele e muito menos para que ele as convidem para sair. Ian é como a maioria dos meninos na escola, sabendo que o único objetivo é passar de ano. Somos apresentados a Emília, uma garota que está no top dez das meninas mais bonitas da escola, aquela menina ‘inalcançável’ para o menino que quer se passar despercebido. Inicialmente você pode imaginar que o livro é um grande clichê, como a maioria dos romances lançados, mas é aí que você se engana. Azeitona tem cara de ser uma comédia romântica ou um sitcom que faria muito sucesso.

A história do casal principal Ian e Emília é um pouco mais complicada do que vocês imaginam, já que o protagonista é convidado para participar de um reality show chamado Novos Pais, onde jovens casais que estão ‘grávidos’ mostram como é a sua rotina até o parto da criança, só que há um pequeno detalhe nisso, Ian e Emília não estão grávidos e muito menos são um casal. É a partir daí que a história começa a se desenrolar, pois eles precisam manter essa mentira por seis meses até que o filho ou filha dos dois nasça. O desenrolar da história é uma verdadeira loucura, você vai rir (muito, de verdade eu nunca ri tanto lendo um livro), também vai chorar (sim, tem um plot twist nesse livro que você fica até apreensivo ao continuar lendo) e vai amar muito esses dois.

Não podemos esquecer de outros personagens que também são importantes nesta história, como Iris a irmã mais velha de Ian, que cuidou dos dois desde que sua mãe faleceu e seu pai os abandonou (isso nem é spoiler, pois está na contracapa do livro ok!?), temos também Catarina, uma produtora extremamente bipolar, Lisa, uma amiga de infância que tinha se afastado de Emília, mas que a reencontrou pelo fato de também participar do programa, Gael, o verdadeiro namorado de Emília e Caio, o aluno de tênis e amigo de Ian. Em Azeitona também somos recheados de referências à cultura pop, algo que nos deixa ainda mais próximo aos personagens, por ser uma coisa que você provavelmente deve fazer.

Azeitona é a prova que criadores de conteúdo e influenciadores pode sim fazer um ótimo trabalho, que não é sua profissão que te faz um ótimo profissional, mas sim sua dedicação em fazer um ótimo trabalho.

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Quanto mais representatividade, melhor!

Quando falamos em representatividade na cultura pop o que nós vemos? Muitos comentários negativos, muita coisa ruim e principalmente muito preconceito.

Antes de escrever este texto voltei há algumas notícias para ler os comentários e me assustei com a grande quantidade de preconceituosos. Vou citar alguns casos que acompanhei de perto e, a cada um que lia eu pensava:

“PELO AMOR DE DEUS, VOCÊ NÃO APRENDEU NADA COM AS COISAS QUE VOCÊ CONSOME CULTURALMENTE?!”.

Não vou me aprofundar muito neles, pois não são o foco deste texto, eles só são o primeiro passo.

O primeiro caso a ser comentado foi a escolha do ator Michael B. Jordan como o Johnny Storm do reboot de 2015 para O Quarteto Fantástico.

O segundo caso foi a escolha do ator Finn Jones para ser o personagem Danny Rand, o Punho de Ferro, na série original da Netflix.

O terceiro caso para se lembrar foi a escolha do elenco principal de Caça-Fantasmas.

O que todos estes casos têm em comum? Todos eles foram atacados com comentários preconceituosos e com certa discriminação.

“Um ator negro fazer um personagem loiro de olho azul, que absurdo! Como que um personagem tão forte e másculo como o Punho de Ferro seria interpretado por um ator que fez papel gay em uma série de sucesso mundial? Meu Deus, é sério que vão colocar quatro mulheres para fazer as Caça-Fantasmas? Putz, acabaram de destruir um clássico dos anos 80.”

Confesso que em minha interpretação peguei leve, pois li comentários bem mais maldosos.

A representatividade é importante sim! Quanto maior o número de mulheres em papéis aparentemente para homens, melhor! Quanto maior o número de atores negros em papéis de destaque, melhor! Quanto menos preconceito, melhor!

Quando falamos de representatividade, não estamos querendo forçar você a gostar disso. Queremos mostrar como isso é realmente importante e o quanto isso faz a diferença na vida dessa minoria que sempre foi repreendida. Não sei se vocês lembram, mas no começo deste ano, um menino viu o boneco do Finn de Star Wars e ele se identificou com o mesmo, pois era da cor dele.

Eu fico pensando  o quanto todos ainda têm um pensamento errado sobre algo ou alguém. Por que não buscam ver que isso vai ser importante para a população em geral?!

Quantas mulheres não amaram ver a Charlize Theron em Mad Max, quebrando aquele conceito de mulher fraca? É isso que temos que priorizar. O mundo é diversificado, as pessoas são diferentes, as culturas são diferentes.

Eu fico extremamente desanimado quando vejo que pessoas apreciadoras da cultura pop atacam algum ator/atriz por conta do seu gênero ou da sua cor. Que eu saiba ser “nerd”, também não era cool até dez anos atrás.

É um absurdo ver uma minoria, que ganhou força, começar a atacar outra minoria. Precisamos parar e pensar que, quanto mais representatividade houver, mais pessoas podemos alcançar e assim, mais produções serão colocadas em prática.

Novamente volto a falar, representatividade é importante e quanto mais melhor. Vamos pensar mais nisso, vamos pensar o quanto isso é importante para a vida social das pessoas e para a cultura pop.

Rebirth | Tudo vai mudar nos quadrinhos DC

O evento Rebirth da DC tinha prometido não deixar pedra sobre pedra nos quadrinhos da editora e, parece que esse vai ser justamente o caso. A edição que começaria a saga, DC Universe Rebirth #1 – que tem roteiros de Geoff Johns e arte de vários desenhistas e só sairia no dia 25 desse mês – acabou vazando e várias informações muito interessantes foram divulgadas. Cuidado com os SPOILERS.

A edição já começa com a volta de Wally West pré-Flashpoint, um dos Flashes mais populares, ele parece se lembrar de sua vida antes dos Novos 52, mas o personagem acabou perdido na força da Aceleração e precisa, que alguém o ajude a sair dali e, é aí que Barry Allen percebe o pedido de ajuda do sobrinho e o resgata. O antigo Kid Flash explica para Barry, que ele viu um mundo estranho onde muitas coisas foram perdidas. É bem possível, que Wally seja uma das peças centrais dessa trama que deve acabar com os Novos 52.

rebirth1-bbb64Wally ainda diz ao tio, que uma escuridão estava infectando o universo antes de Flashpoint e que alguém roubou 10 anos de suas vidas. O Kid Flash começa a contar ao tio o que ele viu enquanto estava preso na Força da Aceleração.

Outro herói que está de volta é o antigo Besouro Azul, Ted Kord, que está interagindo com  Jaime Reyes. Logo depois, Jaime saí e um Doutor Destino aparece para Ted, existiu um Destino nos Novos 52, mas ele está na Terra 2 o que nos leva a crer que esse é Destino original.

Também temos um vislumbre da volta de Ray Palmer, o Átomo original, que acaba salvo do microverso por Ryan Choi, que foi o herói durante um período antes do Novos 52. O Aqualad Jackson Hyde também está de volta e ele é gay.

Geoff Johns também coloca algumas pistas para a volta da Sociedade da Justiça da América e a Legião dos Super – Heróis.

Durante o arco Darkside War, Batman descobriu, que o Coringa não é apenas uma pessoa, mas sim três. Essa deve ter sido a revelação, que o Cavaleiro das Trevas teve quando virou um dos Novos Deuses ao se sentar no trono de Metron. Nos mesmo arco, a Mulher-Maravilha descobre que tem um irmão gêmeo morto, que renasceu como o filho da Superwoman.

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Alguns personagens também começam a se lembrar de suas vidas antigas, como o Arqueiro Verde e a Canário Negro. Os heróis tiveram um longo relacionamento e até casaram antes de Flashpoint, mas nos Novos 52 sua relação nunca chegou perto da antiga.

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Outra revelação interessante é que Aquaman finalmente pede Mera em casamento, lembando que os personagens já foram casados na antiga continuidade e, que esse foi mais um dos relacionamentos apagados nos Novos 52.

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Em relação ao Superman, é mostrado que o Homem Aço dos Novos 52 relamente morreu em Superman #52 e, que o Clark barbudo pré-Flashpoint sobreviveu ao evento Convergência e está escondido com Lois e seu filho Jonhathan em um hotel. A morte do Superman dos Novos 52 é noticiada sem parar na TV e Lois e Clark se indagam se o herói voltará a vida, assim como ocorreu com Clark depois de sua luta com Apocalypse.

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Depois de contar tudo isso ao tio, Barry pergunta se a culpa disso tudo não é dele, já que o herói aparentemente causou os Novos 52 no evento Flashpoint, mas Wally diz que outra pessoa é responsável por tudo isso.

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O grande plot-twist da edição fica por conta da revelação, que possivelmente o responsável por tudo isso é o Dr. Manhattan, o personagem extremamente poderoso de Watchmen criado por Alan Moore e Dave Gibbons em 1986.

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Essa cena, na qual o personagem cria vida acontece em Antes de Watchmen #4. Essa iniciativa da DC para trazer o universo de Watchmen para dentro da cronologia regular é uma jogada interessante da editora, que deve ser muito bem pensada para não estragar uma das maiores obras da literatura moderna, entretanto, as possibilidades são infinitas com a presença do Dr. Manhattan na história. Agora só nos resta torcer para, que Geoff Johns saiba o que está fazendo.

O pai do survival horror faz aniversário: 20 anos de Resident Evil

Tenho memórias bem frágeis quando se trata sobre Resident Evil porque era um moleque na época em que o game chegou aos consoles. Na verdade, não tinha nem mesmo nascido. E, com a situação econômica da época (as mudanças presidenciais na entrada do milênio) era difícil financeiramente adquirir um videogame, especialmente o PlayStation 1, sonho de todos.

Mas lá estavam, quando tinha 4 ou 5 anos, meus irmãos jogando Resident Evil 2.

De fato, é o título que mais recordo em minha infância. Depois vem o Resident Evil 3: Nemesis. Lembro de estar comendo pipoca ao lado dos meus dois irmãos mais velhos, ainda um pivete, e eles percorrendo o cenário com Leon e brigando para ver quem jogaria depois. Afinal, os clássicos da franquia não tinham vidas e, caso você morresse, continuava na última gravação, então parecia meio cronometrado quem jogava e quem ficava lendo o detonado. Sim, o jogo era difícil! Depois disso, lembro ainda de jogar o Resident Evil 3: Nemesis com meu irmão mais velho. Eu iria ler o detonado e ele jogava porque, francamente, estava borrando as calças.

Mais tarde, meu contato de jogar para valer veio mesmo com Resident Evil 4 em 2006. Tinha uma lan house perto da minha casa, quase numa esquina, em que o Fabiano (dono) cobrava R$ 2,00 a hora. Estava lá minha pessoa, todos os dias, sendo o único cliente e jogando a tarde inteira. Dois anos depois adquiri meu próprio PlayStation 2 e zerei Resident Evil 4 milhares de vezes, apresentando o jogo aos meus amigos e até meu sobrinho.

O que este relato tem a ver?

Hoje, dia 22 de março de 2016, a franquia Resident Evil completa seus 20 anos de idade. É inegável dizer a importância trazida a todos os gêneros, inovando primeiramente como survival horror. Se não fosse por RE, não teríamos tido clássicos como Galerians, Dino Crisis e até Alone in the Dark. Mais tarde, ainda sob supervisão de seu criador, Shinji Mikami, a franquia inovou de novo com RE 4. Aquela ação frenética com jogabilidade e gráficos superior para a época tornaram o game um clássico contemporâneo e o jogo da saga a receber mais ports para os consoles (RE4 foi praticamente lançado para todos os videogames existentes, até mesmo celulares) e deslanchou o personagem (Leon) e o chavão mais famoso da série: LEON, HELP! LEON, HELP!

Santa Ashley!

Resident Evil é um marco no mundo dos jogos. Um feito de valor imenso, podendo ser comparado a titãs como Metal Gear Solid (cuja inovação é mais para o lado cinematográfico) até clássicos como Mario. Embora a franquia tenha cometido suicídio criativo, tentando replicar seus jogos repetitivamente e reviver as glórias do passado, jogar os antigos ainda bate aquele sentimento bom. O gostinho da infância na tarde de domingo, comendo pipoca com os irmãos mais velhos e se borrando de medo quando um corvo quebrava a janela. Toda vez que está noite e falta luz, Resident Evil nos faz lembrar o icônico barulho de uma porta abrindo.

Resident Evil não somente deu vida a um gênero e estabeleceu o que é um jogo de verdade, mas também criou uma nação de fãs e jogadores eternamente gratos por todos aqueles sustos nas noites chuvosas.

A Microsoft deu um passo para o futuro. Mas e agora?

A indústria dos games foi abalada nesta semana por um acontecimento completamente inesperado por parte da Microsoft. A gigante fundada por Bill Gates e Paul Allen lá em 1975 consolidou-se no mercado após décadas de trabalho e hoje em dia é responsável por um dos maiores consoles no mercado, a marca Xbox. Não vamos louvar aqui a Xbox porque houve suas mancadas em relação ao anúncio do Xbox One e a história de proibir a troca de jogos, pagar para jogar, etc. Porém, a companhia foi em frente e deu um salto de fé para o futuro: disseram alto e claro que acabariam com a guerra consolista e iriam liberar sua rede para outras plataformas.

 

 

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Mas e aí, o que isso significa para o futuro do mercado e outras plataformas?

Não há motivo para enganação. A Microsoft pode ter dado sim um passo em direção a um futuro melhor, uma rede mais aberta, mas tudo é uma grande jogada de marketing. A publicidade gerada em cima da noticia é gigantesca e torna a MS como a “boazinha” do ramo, querendo fazer as pazes com outras produtoras.

Ao abrir a rede para jogadores da Live interagirem com jogadores do PC (até mesmo Steam e Origin, provavelmente), a MS concretizou algo que já deveria ter sido feito há décadas. A criação da internet é de origem militar, mas seu alcance hoje é mundial. Algo fora dos parâmetros pensados. Então por que existem redes fechadas e particulares? Por que não poderíamos interagir com pessoas de outras redes? Toda essa questão gira em um ponto particular: dinheiro.

Seria difícil medir o quanto isso irá custar a Microsoft. Pode existir agora um vácuo na “exclusividade” sendo que, em questão de multiplayer, as desenvolvedoras poderão correr para qualquer lado e terem jogadores em múltiplas plataformas. Entretanto, outro contraponto está na competitividade. Enquanto a MS parece aberta a deixar tudo de lado (em uma vista publicitária, lógico), a Sony não levantou a mesma bandeira branca.

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A Microsoft abertamente cutucou a Sony declarando que seu convite se estende a outros consoles (óbvio que a Nintendo está quietinha, afinal, seu peso no mercado é hoje praticamente irrelevante), a gigante japonesa pegou o pior caminho. Foi lá e declarou a iniciativa como sua há mais de uma década, quando a conectividade era um bebê recém nascido. A Sony declarou que já havia feito o cross-plataform (interatividade entre plataformas) com Final Fantasy 11 no PS2 e PC e estaria disposta a trabalhar com desenvolvedores.

Aí está a grande pegadinha. Desenvolvedores, e não rival.

Agora que temos todos os fatos na mesa, qual o real significado de tudo? Para os jogadores, é um novo dia. O futuro da conectividade está diante de nós assim quando todas as redes tornarem-se. Plataformas serão apenas um nome na loja. Haverá unicamente a opção de fidelidade entre escolher um videogame ou outro e a famosa rixa chega ao fim. Em relação ao mercado, as desenvolvedoras deveriam esbanjar e aproveitar, principalmente as independentes. Com uma gama maior de jogadores a serem atingidos, significa mais vendas e, automaticamente, mais lucros. Contudo, se uma plataforma não entrar na brincadeira (como a Sony acaba de fazer) isso significará tornar-se um vilão da época virtual e perder fama por não querer dividir o parquinho.

Na suma de tudo, acaba se resolvendo em dinheiro e a Microsoft não está lá para mudar o futuro ou ser a boazinha. Está lá para aparecer. E, ao abrir o mundo virtual, não poderia ter feito um melhor golpe publicitário nem mesmo em cem anos.

Afinal de contas, a melhor publicidade é aquela em que ninguém para de falar.

Os 20 games mais aguardados de 2016

Para alguns, finalmente 2016 está entre nós. Para outros, é mais um ano que passa, muitas festividades (igual a muita comilança) e, claro, novos lançamentos no mundo da cultura pop. Aqui no Poltrona Nerd nós fizemos uma incrível lista deixando à disposição dos leitores Os 20 filmes mais aguardados de 2016 para que escolham com plena sabedoria seus investimentos porque, confie, serão muitos investimentos e escolhas difíceis, indo desde Deadpool até Doutor Estranho. Só de pensar já começo a ter uma parada cardíaca.

Enfim, chegou a hora de elegermos Os 20 games mais aguardados de 2016. Nossa lista varia entre games tão esperados como Uncharted 4: A Thief’s End, o queridinho Unravel e até jogos que foram infinitamente adiados e cuja data de lançamento era o ano passado, como The Division. Além disso, temos também os mitos: aqueles que estão marcados para este ano e podem muito bem nunca verem a luz do dia. Não é querer dizer nada, mas estamos falando com você, The Last Guardian.

Preparados?

Resident Evil Zero HD Remaster

PC, PS3, PS4, Xbox 360, Xbox One

Resident Evil é querido do público há quase 20 anos, mas infelizmente tem tido uma queda em seus títulos cronológicos. Agora, após o lançamento arrasador de Resident Evil REMAKE, chegou a hora de RE Zero chegar para os consoles e mostrar a história por trás da história. A trama acompanhará Rebecca, uma integrante da equipe STARS, com Billy, um fugitivo, dentro da famosa mansão Spencer.

Digimon Story: Cyber Sleuth – 2 de Fevereiro

PS4, PSVita

Digimon Story: Cyber Sleuth é o quinto jogo da franquia e o segundo a chegar para os consoles de mesa. Na trama, o jogador irá assumir o papel de Takumi Aiba na aventura de capturar Digimons e enfrentar batalhas ao melhor estilo RPG da saga. O jogo será lançado pela Bandai. Parece ser uma época boa para os fãs de Digimon, com novo anime e a franquia voltando à sua glória, por isso decidimos colocar Cyber Sleuth na lista, afinal, quem não está ansioso?

Unravel – 9 de Fevereiro

PC, PS4, Xbox One

Se Unravel não é o mais esperado, é com certeza um dos maiores esperados jogos indie do ano. Unravel traz aquele jeito sereno e cativo de Limbo, porém, totalmente colorido. Além de um personagem fofinho vermelho que se desfia. No game, Yarny deve alcançar seus objetivos usando o próprio corpo de lã. O jogador deve enfrentar todos os puzzles do jogo faltar qualquer lã. Do contrário Yarny irá se desfazer e o jogo acabar.

Street Fighter V – 18 de Fevereiro

PC, PS4

Street Fighter é o novo título da amada franquia de luta criada pela Capcom exclusivo do PlayStation e PC, trazendo diversas funcionalidades, como ser um dos primeiros jogos a apresentar cross-play entre as plataformas. Haverão também novos lutadores, incluindo uma personagem brasileira.

Far Cry Primal – 23 de Fevereiro

PC, PS4, Xbox One

Far Cry Primal traz uma premissa diferente dos games anteriores da franquia. Agora ambientado em mundo selvagem e pré-histórico, Far Cry Primal segue o protagonista Takkar em sua ascensão como líder de uma tribo, tentando demonstrar seu poder. O jogo mostra-se promissor e promete ser selvagem, com um mundo aberto ainda mais maravilhoso para exploração. A versão de PC chega apenas em março.

Tom Clancy’s: The Division – 8 de Março

PC, PS4, Xbox One

The Division é o novo game da franquia Tom Clancy’s e, até o momento, promete ser uma das melhores apostas da Ubisoft em relação a novos títulos. O jogo se passa em um mundo pós apocalíptico que devastou a humanidade graças a grande epidemia. O jogador poderá acompanhar os protagonistas em uma Nova Iorque destruída e totalmente explorada, com direito a upgrade nas armas, nos personagens e um vasto mundo aberto. A data de lançamento não pode ser confirmada para valer, pois o jogo já sofreu diversos adiamentos.

HITMAN – 11 de Março

PC, PS4, Xbox One

HITMAN é o sexto jogo da franquia do Agente 47 e será lançado pela Square Enix. O novo game irá mostrar a história um pouco antes dos acontecimentos de outros jogos e um agente mais novato, porém, deve trazer um vasto mundo aberto para exploração, novas táticas de espionagem e, claro, o careca mais letal de todos os tempos.

Quantum Break – 5 de Abril

Xbox One

Quantum Break está sendo desenvolvido pela Remedy Entertainment e promete revolucionar o mundo dos games com a escolha de ações. O jogo acompanha Jack Joyce, um homem com poderes de manipulação temporal envolvido em uma perseguição frenética. De acordo com a desenvolvedora, os jogadores controlarão a história do jogo através de suas ações, que irão impactar todo o futuro do enredo. Uma série complementar também está sendo desenvolvida e deve ser lançada no mesmo dia, utilizando o sistema de ações do jogo e mudando as cenas dos espectadores. Pareceu confuso? É o efeito temporal.

Uncharted 4: A Thief’s End – 26 de Abril

PlayStation 4

O queridinho dos fãs e mais azarado caçador de recompensas, Nathan Drake, está de volta para uma última caçada ao tesouro. Na trama, já se passaram alguns anos desde Drake’s Deception e Nathan reencontra seu irmão que lhe diz estar em apuros. Nathan Drake entra mais uma vez em uma perseguição ao tesouro perdido com a ajuda de Sully e a desaprovação de Elena. Uncharted 4: A Thief’s End já sofreu alguns adiamentos, porém, deve lançar ainda este ano e será o último game da saga.

Mirror’s Edge: Catalyst – 24 de Maio

PC, PS4, Xbox One

Mirror’s Edge: Catalyst é com certeza um dos games mais esperados do ano devido à imensa comunidade fã do primeiro Mirror’s Edge. Apesar de Catalyst não ser uma sequência direta, o jogo irá trazer todos os elementos originais – assim como a tão pedida protagonista – e o estilo parkour em primeira pessoa que consagrou o primeiro título. A trama deve abordar mais da história de Faith Connors e certamente irá desbancar alguns outros jogos, podendo ser o melhor do ano.

No Man’s Sky – 21 de Junho

PC, PS4

No Man’s Sky ganhou notoriedade mundial ao conseguir a curiosidade de toda a mídia internacional em que o parece ser um grande jogo indie. Grande, mesmo. No Man’s Sky será um game de exploração espacial, com 18 planetas disponíveis para que os jogadores explorem ao seu máximo e o quanto quiserem, ou seja, mapa aberto. Em suas explorações, os jogadores poderão encontrar novos lugares, fauna e deixá-los no Atlas da comunidade online para que todos conheçam suas pesquisas. Além disso, o jogo terá um sistema de upgrade para o seu personagem e promete levá-lo realmente a uma galáxia muito, muito distante.

Deus Ex: Mankind Divided – 23 de Agosto

PC, PS4, Xbox One

Deus Ex: Mankind Divided está sendo desenvolvido pela Eidos e lançado pela Square Enix. O jogo é uma sequência direta de Human Revolution, lançado em 2011, e tem Adam Jensen novamente como protagonista. A trama acompanha a humanidade em desespero após os eventos do game anterior e o Incidente Panchaea. A Eidos prometeu que Deus Ex: Mankind Divided trará inúmeras alterações no modo de jogar, incluindo mudanças no stealth e na ação. Por enquanto a data de lançamento é 23 de agosto, mas o jogo já sofreu mais de um adiamento, então vale a pena ficar de olho.

Megaman Legacy Collection – 25 de Agosto

PC, PS4, Xbox One

Megaman é um dos jogos mais clássicos de todos os tempos, ganhando notoriedade ao lado de franquias como Zelda e Mario, entretanto, o personagem não tem tido muito destaque por parte da Capcom nos últimos anos. Felizmente, para os fãs mais assíduos, a companhia decidiu revitalizar alguns dos jogos antigos e lançar tudo em uma coletânea para o público. De acordo com a Capcom, Legacy Collection terá os seis jogos originais reproduzidos com fidelidade, um museu com artes e 100 faixas originais da trilha sonora.

Jogos que serão lançados este ano e odiamos não saber quando.

Sim, existem alguns jogos que irão ser lançados ainda este ano e, infelizmente, as produtoras estão causando um tormento aos seus fãs por não revelar uma data de lançamento. Aqui vale mencionar que alguns jogos podem ser adiados para o ano que vem, como Scalebound, ou nunca nem mesmo serão lançados. Confira:

 

Batman: A Telltale Game Series

PC, PS4, Xbox One

A Telltale já está conhecida e amada pelos fãs por fazer grandes jogos com roteiros maravilhosos. Desde The Walking Dead até Game of Thrones, incluindo o premiado The Wolf Among Us, a desenvolvedora sempre acerta em cheio. Então como errar com o Cavaleiro das Trevas? Ainda em 2015, o jogo foi anunciado com trailer empolgante e, como de costume da Telltale, não existem mais informações sobre o game além daquela promessa: lançamento em algum momento de 2016.

DOOM

PC, PS4, Xbox One

Você provavelmente já conhece Doom. Especialmente se for uma criança dos anos 80/90. DOOM, no entanto, promete ser melhor ainda. O novo jogo da famosa franquia que ganhou até mesmo um filme vem sendo desenvolvido há anos e parecia cancelado, quando de repente foi revivido pela Bethesda em 2011. O título é conhecido entre os fãs como Doom 4 e trará todo o estilo clássico de volta, como monstros estranhos, alienígenas e um multiplayer violento. DOOM está agendado para o segundo semestre deste ano, sem data definida.

Gears of War 4

Xbox One

Gears of War 4 será o quinto jogo da franquia e o quarto ligado diretamente, sendo sequência de Gears 3. O game foi anunciado durante a E3 2015 e recebeu  uma demo que fala um pouco sobre os protagonistas sem revelar muita coisa. Infelizmente, Gears é um destes jogos que sabemos chegar esse ano (ou não), mas a desenvolvedora The Coalition não revelou uma data especifica de lançamento.

Mafia III

PC, PS4, Xbox One

O novo game 2K Games marca a volta do protagonista Lincoln Clay para a renomada franquia Mafia. Na trama, Lincoln está de volta para se vingar da máfia por tudo o que lhe fizeram. Obviamente, isso vai render alguns bons tiroteios. O forte do jogo está mesmo em seu desenvolvimento de mundo aberto – que sempre foi marcante na franquia – e a incrível Nova Orleans disponível para exploração, dando aquela ênfase contida na clássica música do The Animals (There Is a House in New Orleans). Infelizmente, sabemos apenas que o jogo chega aos consoles este ano.

Overwatch

PC, PS4, Xbox One

Overwatch causou alvoroço por parte da comunidade gamer por  ser realmente muito divertido como um multiplayer. Overwatch é um misto de MMO com FPS em que os jogadores poderão escolher seus personagens, diversos heróis com habilidades mistas, e jogar em um modo cooperativo contra outras pessoas. O game está sendo desenvolvido pela Blizzard e foi anunciado lá em 2014, ganhando uma beta fechada em outubro de 2015. De acordo com a Blizzard, Overwatch será lançada no segundo semestre deste ano.

The Last Guardian

PS4

The Last Guardian deveria ganhar o prêmio de jogo mais aguardado da última década. O projeto foi anunciado inicialmente para o PlayStation 3 ainda em 2007, sendo desenvolvido pela genDESIGN com exclusividade para o console, entretanto, foi cancelado múltiplas vezes e revivido para o tormento dos fãs, que esperam algo realmente grandioso e épico. Na última E3, a Sony confirmou que The Last Guardian será mesmo lançado. E mais: dizem que vai ser esse ano. Não vale à pena segurar o fôlego…

The Walkind Dead: Season 3

PC, PS4, PS3, Xbox 360, Xbox One

The Walking Dead da Telltale já arrecadou diversos prêmios, incluindo Melhor Jogo do Ano para a primeira temporada, qual conseguiu conquistar os fãs com as desventuras de Lee e Clementine pelo mundo dominado por zumbis. Com o término da primeira (e as lágrimas nos olhos de muito marmanjo), ficamos com o coração em frangalhos esperando uma segunda temporada. Novamente a Telltale entregou o prometido e nos tornou ainda mais apaixonados pela garotinha bad ass. Porém, e agora, Telltale? Cadê a terceira temporada? A desenvolvedora não liberou nem mesmo uma data, deixando a comunidade especular que a terceira temporada chegue no final de ano como é de costume.

Enquanto isso, também de praxe, a Telltale lançará uma mini série adicional tendo Michonne como protagonista. Veja o trailer do The Game Awards 2015:

Enfim, essa é a nossa lista dos games mais esperados de 2016. Com certeza o ano vai ser recheado de diversos outros lançamentos e tivemos que deixar alguns games para trás, afinal, a lista é curta. Mas e aí, qual é o jogo que você mais espera? Lembre-se que 2016 está apenas começando.

Os sensacionais cosplayers que passaram pela #CCXP2015

A segunda edição da Comic-Con Experience, maior evento do universo de heróis, quadrinhos, cinema e TV da América Latina, levou à loucura os 142 mil presentes da feira, que aconteceu de 3 a 6 de dezembro no São Paulo Expo Imigrantes.

Entre todas as atrações, uma das grandes sensações foram os cosplayers, com seus detalhes únicos e criativos que circularam pelo evento. Veja as fotos na galeria!

Bira Natchios criou e vestiu o traje da Mulher-Maravilha, denominado “Wonder Bira”, que por onde passou chamou atenção de grande parte do público. Bira comentou que não vestiu apenas um traje, copiado ou recriado, mas que seu propósito foi “levantar uma singela bandeira pró-feminista”.

wonder-bira
Bira Natchios

De onde surgiu a ideia de criar um traje masculino da Mulher Maravilha? Foi a sua primeira opção?

“Não apenas por ser fã da Mulher Maravilha desde a era Lynda Carter, mas também para levantar uma singela bandeira pró-feminista. Simplesmente copiar ou recriar uma uniforme previamente definido ao mesmo sexo, a adaptação é sempre mais desafiadora. Assim como a Supergirl está para o Superman, a Batgirl está para o Batman, eu criei o “Wonder Bira” para a Mulher Maravilha. A ideia já era firme, mas ainda faltavam pular os obstáculos do julgamento alheio. Tendo em vista a falta de tolerância que nos assombra cada vez mais em todos os lugares do mundo e comentários preconceituosos e ignorantes sobre o papel da mulher na sociedade, foi então que decidi levantar essa bandeira juntando com minha admiração pela Mulher Maravilha, os papeis femininos de extrema importância em minha vida pessoal e a volta (finalmente) da própria nos cinemas e ir adiante com o projeto.”

Como foi o processo de caracterização, materiais e confecção do traje?

“O material foi simples: inteiramente EVA. As crianças usam demais na escola e é facilmente encontrado em qualquer lugar. Sem olhar técnicas ou referencias, fotos ou vídeos pela internet, essa minha primeira criação foi inteiramente original, caseira e simples, apenas contando com diferentes tipos de acabamentos como tintas e vernizes. O solado da bota foi o único item previamente feito e mais trabalhoso pois as “caneleiras” foram moldadas diretamente nas pernas com borracha quente, assim queimando minhas pernas na frente e atrás no processo, mas nada grave.”

Os visitantes da #CCXP ficaram impressionados com o cosplay. Como seus amigos e familiares reagiram quando te viram?

“Quem mora (ainda) com os pais, sabe que essa história de super-herói não “desce” muito bem, mas mesmo assim o apoio deles junto com os melhores amigos, não deu outra: a coragem de concretizar essa ideia era certa. Em conversa com todos eles, chegamos a conclusão (antes do evento) que essa minha aventura com certeza chamaria atenção e eu mesmo já estava armado até os dentes para as mais intolerantes e ignorantes críticas possíveis, mas daí que veio a surpresa que me desarmou por completo: o carinho do público. Sim, existiram pessoas que olhavam meio atravessado, faziam comentários meio duvidosos, mas esses poucos se tornaram invisíveis no meio de tanto carinho, respeito, admiração vindos de quase 300 pessoas numa tarde de sábado apenas. Eu fiquei extremamente surpreso e confesso que nem soube reagir a tantas palavras e mensagens de solidariedade, não só pelo uniforme, mas pela coragem e ousadia.”

Camarim Cosplay Syfy
Camarim Cosplay Syfy

Os cosplayers tiveram, ainda, uma estrutura dedicada para atendê-los, o Camarim Cosplay Syfy, onde puderam guardar seus pertences e se produzirem para as atrações.

Nesta edição, o Cosplay Universe contou com workshops de duas cosplayers profissionais, Lady Lemon e Emily Anderson, que também foram juradas na final do concurso Cosplay Experience, que aconteceu no último dia do evento, 6 de dezembro, domingo. O concurso trouxe ainda com a participação de Armando Fonseca, um dos especialistas em efeitos especiais do programa Cinelab, exibido pelo canal SyFy.

Fotos: Chev Roberto e Luan Damascena

Dia #7 | O que é literatura, afinal?

O que é literatura, afinal?

Essa questão está muito além do que sou capaz de responder e, provavelmente, além do que a maioria dos intelectuais no ramo irão responder. Se você já assistiu “Sociedade dos Poetas Mortos”, percebeu que literatura é tudo e nada ao mesmo tempo. É a construção das palavras e dos sentimentos sobre essa sociedade (aí está a mágica da coisa) em que vivemos e sobre tudo o que lutamos para ser.

Na coluna passada, decidi que era hora de falar mais sobre a literatura. Sobre mim e sobre minha carreira, fugindo da parte técnica, afinal, este é meu diário. Então vou tentar responder este dilema.

Literatura, em minha mais modesta opinião, caro leitor atrevido, é o meio termo de todas as artes. A música, uma das artes mais utilizadas hoje em dia, fala na cara. Às vezes com letras políticas e outras vezes com letras românticas, usa de seus artifícios poéticos para descrever o que sentimos e nos dizer que é exatamente assim. Porém, a literatura é muito mais complexa e assustadora.

Literatura necessita compreensão, especialmente por parte de quem conta.

Quantas são as vezes em que Jack Kerouac, um dos autores que mais gosto, não se compreendeu? Ou Victor Hugo tentou declarar a infâmia de sua sociedade narrando seus podres (o realismo, dentro do padrão fútil das escolas literárias, é um dos que mais me apetece). Não creio jamais que literatura possa ser classificada em padrões e gêneros. Existe uma complexidade que não permite isso e jamais pode ser vulgarmente chamada de “simbolismo” como fazem aqueles que se acham profundos conhecedores da arte. Não se julga arte e muito menos se classifica.

Essa é a beleza.

Arte consegue andar sozinha, evoluindo aos poucos e sendo simplesmente o que é. E literatura, para mim, é isto. É uma explosão de palavras, ações e pensamentos ideológicos de seus autores. Não escrevemos porque queremos escrever ou passar uma mensagem para alguém. Já diria Asimov – um dos pais da ficção científica – “um escritor que não escreve está morto”. Talvez não seja bem assim, mas é por aí. Nossa necessidade de escrever vem de dentro, da própria arte. Analisamos o mundo com olhos curiosos, percebemos o farfalhar das folhas e então é isto. Precisamos contar isso. Declarar aos outros como enxergamos, sem sermos classificados como “realistas” ou “românticos”. Literatura é tudo e é nada. Está dentro do mundo, em nossos olhos, nossas almas e nossos corações. Você não precisa ser um escritor, um mestre e um grande intelectual para ser um literário.

Faça dois versos sobre a vida e a complexidade humana e estará fazendo literatura.

 

E aí, já está curtindo minha página? Curte lá e saiba mais das minhas peripécias.

Síndrome do adiamento: o atual problema desta geração de videogames

Torna-se evidente, conforme uma nova geração de videogames progride quantos são os problemas que existem nessa geração. Há 40 anos, os problemas eram bem mais simples. Existia apenas a batalha de Ralph Baer, o pai dos videogames, para lançar seu primeiro console no mercado. Conforme novos videogames foram desenvolvidos e novas gerações apareceram, o único grande problema era a luta de mercado. Tudo progredia da maneira que deveria. Novas corporações surgiam e o mundo via os primeiros passos do videogame.

No entanto, algo mudou.

Percebemos, lá em meados dos anos 90, os verdadeiros problemas do mercado consumista de jogos. Já travavam batalhas contra os pixels, entrando em uma ferrenha luta comercial para descobrir quem fazia os melhores gráficos. Algumas desenvolvedoras caíram, outras triunfaram. Mais tarde surgiria o problema da pirataria. Este problema persiste, porém, a indústria soube levar a coisa e dar seu jeito, jogando a dificuldade para escanteio com a jogatina online e bloqueios. Então um dos grandes problemas ainda persistentes apareceu por pura ganância: a infame DLC. Se na quinta geração zerávamos um jogo, alcançando seu 100% para chegar na “fase bônus” ou o famoso 101%, os extras, hoje precisamos pagar por isso. Pagamos por uma continuação do jogo, roupas que deveriam ser desbloqueáveis, novas armas, etc. Apesar de uma grande queda no mercado do DLC’s, ainda os vemos por aí, especialmente por empresas cujo capital não está tão bem quanto já foi.

Porém, surge uma nova síndrome na oitava geração: a síndrome dos adiamentos.

Verdade seja dita, afinal, o inicio das gerações é sempre fraco. Os desenvolvedores recebem uma nova tecnologia e simplesmente não sabem o que fazer com isso. Não sabem evoluir. Os jogos ganham versões multiplataformas (por exemplo, lançado para PS4 e PS3) ou então não tem quase nenhuma diferença de gráfico. Diferente de um fim de geração, quando a comparação de gráficos é praticamente abismal. Neste ponto, tudo bem. É normal desbravar os pixels. A comunidade gamer fez suas pazes com isso e já aprendeu que as coisas não são assim tão rápidas. O anormal é não entregar um produto.

Raramente tivemos tantos adiamentos em uma geração quanto esta. Claro, sempre ocorreu. Às vezes, um desenvolvedor precisava inserir algo a mais em um jogo, porém, o ano de 2015 sofreu duramente com estes atrasos. Não foram apenas jogos indies, mas jogos AAA como a esperada sequência de Mirror’s Edge ou Deus Ex. Além destes já mencionados, em uma pequena pesquisa podemos descobrir que a maioria dos jogos cuja data de lançamento era para 2015 foi adiado para 2016, ou então entregues com bugs, partes incompletas e ganhando patches de correção inúteis no dia seguinte, como foi o caso de Tony Hawk’s Pro Skater 5, tão esperado pelos fãs.

E o que fazemos?

Não existe muito a se fazer. Aqui as opiniões divergem. Enquanto parte da comunidade alega que não se importa de esperar se um produto bom for finalmente entregue, outra parte da comunidade está cansada das promessas de desenvolvedoras. Não acreditam que o produto final não possa ser entregue na data e atribuem o adiamento a adição de DLC’s para “machucar o bolso” e entregarão um jogo, naturalmente, incompleto. Para essa parte da comunidade, é tudo uma grande conspiração do problema anterior. Tais angústias são compreensíveis diante de tantas evidências. Por exemplo, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain sofreu inúmeros atrasos e mudanças de data. Mesmo assim ainda recebemos um produto incompleto e, diriam alguns, mal feito. No final de tudo, precisamos analisar se somos realmente as vítimas. Compramos as DLC’s e exigimos um produto bom. Não deveríamos, então, exigir o fechamento da geração anterior para que jogos multiplataformas deixem de ser lançados e exigirmos jogos completos sem DLC? Somos nós os poderosos, os consumidores e os donos daquilo que realmente vale lá fora: o capital.

Infelizmente, no final de todo idealismo, resta apenas a longa e dura espera.

Dia #6 | Enfrentando a “burrocracia”

Olá. Mais uma semana, mais uma coluna minha aqui no Poltrona Nerd. Espero que você, leitor, esteja feliz. Afinal, é um belo dia de domingo (ao menos aqui nessas bandas) e se você não está lendo em um domingo, espero que seja um belo dia. Enfim, na semana passada falei um pouco sobre a revisão, etc. Hoje prometi falar sobre a área burocrática do negócio. Tenho também falado muito sobre a parte técnica e não me concentrado realmente no cerne da literatura. Aquilo que faz um escritor se movimentar. O combustível de todos os poetas.

Amor.

Mentira. O combustível é vontade, mas isso é história para outra hora, assim como aquela coisa toda de Totte (ainda vou falar mais sobre isso um dia). O negócio é o seguinte: essa coluna será a última sobre isso. No futuro, pretendo me focar no meu dia a dia e as coisas que tem acontecido na minha carreira. Espero que aconteçam na sua e desejo tanto sucesso quanto eu tenho tido em apenas 3 anos de escrita. Agora, vamos começar?

Muita gente acredita que escrever é só isso. Você escreve e publica. Então você recebe as congratulações e 5 reais de direitos autorais. Não é bem assim. É um processo muito delicado e difícil, como você já deve estar ciente a essas alturas. Você escreve, revisa e revisa, manda para alguém e então chega na famosa burrocracia (sim, com dois r): registrar. O registro da Biblioteca Nacional serve para que ninguém roube sua obra intelectual. Por exemplo, você escreveu e quer passar para alguém, ou vai enviar para uma editora sem ter antes o registro. De repente, publicam fora do seu nome. Isso é roubo. E, sem o registro, você não pode provar perante a lei que a obra lhe pertence.

No inicio da minha carreira apanhei para esse sistema. No meu primeiro livro, não fazia ideia dessa história toda de registro. Quando encontrei uma editora e eles me pediram uma cópia da Averbação foi que descobri. Corri e pedi ajuda ao Tio Google. Encontrei bons tutorais sobre como registrar. Não é difícil e vou ensinar rapidinho aqui como é.

Você precisa acessar o site da Biblioteca Nacional (clica aqui e já vai te jogar lá), preencher o formulário e pagar o GRU (Guia de Recolhimento da União) no Banco do Brasil. Para preencher o formulário, precisa de alguns requisitos básicos. Você precisa de uma residência, óbvio. E se for menor de 18 anos alguém precisa assinar junto com você. Com esse formulário preenchido, você precisa enviá-lo junto com livro impresso. Recomendo imprimir o livro em A4, vice-versa com fonte Arial 12. Rubrique todas as páginas e coloque no envelope junto com o formulário. Neste envelope coloque uma cópia da sua identidade (pode ser CNH), cópia do CPF e cópia do comprovante de residência (eles aceitam qualquer comprovante, mas dê preferência a contas de banco, água, luz, enfim). Caso seja menor de idade, ponha cópia do RG e CPF de seu tutor legal. Feito toda essa burocracia, envie tudo junto para o endereço da Biblioteca Nacional (vou disponibilizar lá no fim).

Lembrete: não ESQUEÇA de colocar o comprovante de pagamento do GRU no envelope.

Depois disso, espere três meses e receberá o certificado prontinho na sua casa, quentinho para ser usado. Nunca envie o original para uma editora. Tire cópias, quantas precisar. Outra dica: quando terminar a sua própria revisão do livro, já envie para o registro. Não tem problema nenhum. É uma ideia melhor do que passar para qualquer revisor.

Acabado tudo isso, você está apto para publicar e acabamos a parte técnica da coisa. Daqui para frente, ensinarei o que puder. Farei desta coluna realmente o meu diário e contarei algumas coisas engraçados que foram acontecendo comigo. Erros que cometi. Se você tiver qualquer duvida sobre tudo ou precisar de ajuda, não hesite em mandar uma mensagem na minha página ou para o email [email protected].

Lembre-se do endereço da BN:

  • Palácio Gustavo Capanema
  • Rua da Imprensa 16 – Centro – 12º andar, sala 1205
  • Cep 20030-120
  • Rio de Janeiro – RJ

 

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Dia #5 | Concluindo a revisão do seu livrinho

Olá, senhoras e senhores de todas as idades, vocês já me conhecem. Ou não. Caso não conheçam, sou escritor, tenho três livros publicados, dezoito anos e sou redator aqui do Poltrona Nerd. E combato o crime (mentira, viu). Se por acaso chegou nesta coluna por curiosidade sobre a carreira de escritor e gosto pela literatura, está no lugar certo.

Na semana passada terminei falando sobre a revisão.

Odeio essa parte do trabalho. Primeiramente, quando se escreve, já temos toda a trama desenrolando em nossa mente. Sabemos os sentimentos de cada personagem e o que vai acontecer. Terminamos a trama. Voltamos para ler e ver se não faltou nada. É necessário amarrar as pontas soltas, remover cenas e adicionar outras. Então aí o bicho pega: você precisa ler a segunda vez. A segunda vez é bem tortuosa. Você já sabe tudo. Caso seja uma pessoa meio ansiosa, querendo partir para outro projeto, vai perder a graça. Mas você precisa. Existem coisas que ainda vai deixar passar na primeira revisão. Erros bobos na trama, letras faltando, umas coisas bem nada a ver mesmo. Dica: não se preocupe com a gramática, pois isso vem a seguir.

Depois, o bicho pega de novo.

Agora você tem o livro prontinho, fumegante, gritando para ser publicado. Mas ainda não pode. Revisou uma vez. Tudo certinho, a história está amarrada e os personagens estão vivendo de boas. Ótimo. Ainda não pode publicar (e, de preferência, não mostrar para ninguém que não seja de sua inteira confiança, como sua mãe, sua esposa/marido/cônjuge/senhora/enamorada/noiva/boneca inflável/whatever e seu cachorro). Você precisa fazer uma segunda revisão, parecido com uma segunda mão de tinta em uma parede. A segunda revisão serve para pegar os errinhos perdidos no “ar”. Você encontrará uns erros bem bobos que causam grande impacto na leitura. Ainda não se preocupe com a gramática.

Agora sim o bicho pega. Tipo, outra vez.

Você precisa que outra pessoa revise a obra. Alguém especializado. Vamos falar sobre revisores. Na coluna anterior, já deixei claro que não gosto de trabalhar em grupo, principalmente em algo como um livro. É meu filho. Fiz sozinho. Contudo, o revisor se faz necessário. É essa pessoa que vai corrigir a gramática e outros erros banais que você deixou soltos na trama, além de ser capaz de perceber algum diálogo mal feito ou um furo dos grandes na sua trama. Porém, é difícil achar um bom revisor. Por ser um lobo solitário, recomendo expressamente que você procure alguém em quem confie plenamente.

Por que essa recomendação? Porque atualmente trabalho com alguém assim. É necessário você poder largar seu trabalho na mão dessa pessoa e não se preocupar com o resultado final. Dica suprema: não procure pseudo-escritores ou pessoas que se acham poéticas. Não é preconceito, mas esse tipo de pessoas pode querer colocar a “mão” no trabalho e mudar o que não deve ser alterado. Então, no final, você vai ler o resultado e percebe que várias coisas foram alteradas, desde palavras até referências escondidas feitas por você. Ou coisa na própria história. Não! Procure alguém para revisar sua gramática e ponto final. Alguém confiável. E esteja junto do trabalho, para dar incentivo e saber que você se importa. No final das contas, tudo vai dar certo.

Lembrando: assim que finalizar suas próprias revisões, registre sua obra antes de passa-la para um revisor profissional. Vamos falar de registros no dia #6. Good luck, kids!

 

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