Crítica | O Círculo é um choque de realidade necessário

A melhor frase que pode definir e/ou caracterizar o filme O Círculo é um meme, criado e dissipado pela internet e consequentemente adotado para diversas situações diárias. Mesmo que você não seja fã ou nunca tenha visto um episódio sequer, duvido que nunca tenha ouvido alguém falar:

“Isso é muito Black Mirror”

O Círculo é baseado no livro homônimo de Dave Eggers, e pode ser descrito como uma extensão do episódio 3×01 de Black Mirror, repleto de tecnologia futurista e pessoas ainda mais alienadas do que já são atualmente. Por mais que pareçamos estar a léguas de distância de viver em uma sociedade como a relatada no filme, infelizmente a longinquidade é menor do que pensamos. O longa relata o dia à dia de Mae Holland (Emma Watson), uma jovem do interior passando por problemas financeiros e que precisa do dinheiro para cuidar da saúde do pai com Esclerose Múltipla. A chance da vida de Mae surge quando sua amiga Annie (Karen Gillan) consegue uma entrevista em uma das empresas mais poderosas do planeta, cujo nome é o título do filme. A Círculo funciona com base em informações disponíveis na internet, desde emails pessoais até atividades diárias fora do mundo virtual, mas que de alguma forma foram registradas no imenso universo digital.

Exposta a tantas informações novas, Mae se vê encantada e empolgada em fazer parte daquilo e logo se torna mais uma no time dos alienados. Ela passa a se envolver cada vez mais no “círculo social” que lidera a população da área e faz o possível para alcançar uma posição maior na hierarquia de popularidade. Assim como em grandes conglomerados – como o Google -, os funcionários encontram tudo o que necessitam dentro dos muros da instituição, e antes que perceba ela não precisa mais sair de lá. Eamon Bailey (Tom Hanks) vê na menina o protótipo necessário para seu novo experimento, levando-a a mudar seu próprio ponto de vista e ir contra seus princípios. O propósito inicial de conseguir dinheiro para a saúde do pai se perde e ela chega a ficar até mesmo semanas sem vê-los. Até que ponto deixamos a influência das redes sociais dominar nosso dia à dia e nossas vidas? Mae percebe isso da pior maneira.

Divulgação: IMAGEM FILMES

O filme trata-se de uma grande aula para o público que o assiste. Hanks pode ser comparado ao próprio Steve Jobs durante suas palestras para a empresa, mas para alguém com posicionamentos autoritários, ele perde seu poder muito facilmente mediante as atitudes de Mae. O Círculo nos expõe a questão da falta de privacidade, limites e respeito para com os outros, e então nos damos conta das consequências de nossas atividades diárias. Quem nunca “stalkeou” um perfil desconhecido e descobriu tudo sobre uma pessoa sem ao menos conhecê-la? Isso não é muito diferente do que Bailey faz em sua instituição – na verdade, é exatamente isso. A trama tem a duração necessária para não se tornar algo monótono, pois mesmo com nomes como Watson e Hanks no elenco, a dupla não exerce todo o seu potencial e se atém ao mediano, o que está muito longe de ser ruim. John Boyega inicia o filme dando a entender que terá um grande papel no desfecho da obra, mas seu personagem torna-se apagado no decorrer e sua voz retorna em um momento crucial.

O Círculo é uma produção que tinha tudo para se tornar um filme memorável, pois é realmente bom, mas um roteiro falho acaba por prejudicá-lo. As tecnologias são complicadas demais para serem descritas em poucos segundos, o que torna tudo mais irreal do que deveria. Apenas alguns minutos a mais dedicados a cada uma seriam necessários para ter a relação transparente que o público necessita para entrar na história, e caracterizaria o longa como nota máxima. Entretanto, a mensagem do diretor James Ponsoldt foi passada e chega a assustar a maneira como nos identificamos com diversas situações. Assim como em Black Mirror, a trama é intrigante e nos deixa com uma pulga atrás da orelha, o que somada a um ótimo elenco é o essencial para nos fazer ir ao cinema assistir.

Tom Holland confirma planos da Marvel para uma trilogia sobre o Homem-Aranha

Todos sabíamos dos planos para a sequência de Homem-Aranha: De volta ao lar, com o segundo filme tendo previsão para chegar aos cinemas no dia 5 de julho de 2019. O que não sabíamos, porém, foi confirmado por ninguém menos do que o próprio Homem-Aranha, o ator Tom Holland. Tom confirmou que a Marvel Studios irá seguir seu plano original e tradicional, e construir uma trilogia de seus super-heróis.

Sim, isso é o que chamamos de o arco de um personagem. Ainda há muito espaço para Peter Parker e o Homem-Aranha, especialmente, crescerem nos próximos dois filmes. Ele definitivamente não é o produto terminado no final de Homem-Aranha:De volta ao lar e eu realmente estou ansioso para explorar os diversos caminhos que ele pode vir a tomar para crescer e…passar pela puberdade eu acho. Serão filmes muito emocionantes. “- declarou Holland ao AlloCiné 

Quando foi pedido para esclarecer o que ele havia dito com “filmes do Homem-Aranha”, ele respondeu:

“Haverá Homem-Aranha 2 e 3…Sim, agora vocês sabem. Desculpe Marvel, whooops! “

 

Homem-Aranha: De volta ao lar chega aos cinemas no dia 6 de julho.

Ler é Bom, Vai | As Provações de Apolo, a mais nova saga de Rick Riordan

Que Rick Riordan é um dos maiores autores da atualidade, principalmente quando o assunto é mitologia, nós já sabemos. Então nada mais justo que voltar com o Ler é Bom, Vai! falando sobre o novo livro do autor: A Profecia das Sombras. A nova produção dá continuação a história iniciada em O Oráculo Culto e é o segundo volume de uma das mais novas sagas de Riordan, As Provações de Apolo.

Como o nome já diz, o protagonista dá vez é ninguém menos que o Deus do Sol e assim como aconteceu com o personagem principal da série Lúcifer, Apolo foi punido por Zeus e enviado a Terra para viver como um simples mortal. Diferente do outro, porém, o deus perdeu todos os seus poderem e inclusive sua beleza, se tornando um adolescente barrigudo e com o espinhas chamado Lester Papadopoulos. Sua última lembrança é proveniente da guerra contra Gaia – ocorrida nos volumes anteriores de suas sagas, e sua fonte de ajuda para isso vem de onde ele menos espera: Meg McCaffrey. A menina é uma jovem semideusa perdida nas ruas de Nova York e que possui a estranha habilidade de controlar as frutas – algo bem típico de sua mãe. Diferente dos outros semideuses que conhecemos, o padrasto da menina também é muito conhecido por qualquer um que tenha estudado história, e é o grande responsável pelo passado nebuloso e triste que circunda a vida de Meg. Riordan não poderia ter colocado companhia melhor para se juntar a Apolo em sua jornada de volta ao Olimpo.

Como você pune um deus imortal? Transformando-o em humano, claro! Depois de despertar a fúria de Zeus por causa da guerra com Gaia, Apolo é expulso do Olimpo e vai parar na Terra, mais precisamente em uma caçamba de lixo em um beco sujo de Nova York.

Assim como em tramas anteriores, Rick faz questão de agradar seus fãs com referências a outras histórias suas, remetendo até mesmo ao final de A Maldição do Titã, e aumentando ainda mais aquela suposta teoria de um “mega crossover” no final de tudo. Outro chamariz nesse novo livro é a volta da abordagem de assuntos (infelizmente) polêmicos como a homossexualidade. Ao conhecer seus filhos Austin, Kayla e Will durante uma visita ao Acampamento Meio-Sangue, Apolo descobre uma leve semelhança entre ele e o segundo menino: o fato de ambos se interessarem por homens, mesmo que Apolo também não resista ao charme feminino. E aqui vai uma informação que vai lhe fazer correr para comprar essa obra: o namorado de Will é ninguém menos do que nosso eterno e querido filho de Hades, Nico di Angelo. Outro personagem certamente irá nos agradar é Paulo Montes, um semideus brasileiro filho de Hebe, deusa da juventude (impossível não associar e não rir com o nome).

A primeira história acontece no já conhecido Acampamento Meio-Sangue, onde semideuses estão desaparecendo após entrarem na floresta e dentre eles estão os filhos de Apolo. Ao chegar no acampamento, o Deus descobre que o Oráculo de Delfos está com defeito e perdeu seus poderes, mas nem mesmo os mais sábios sabem explicar o porque. Se você já leu outras obras de Rick Riordan, sabe que não existe um semideus sem uma profecia terrível para guiar seu caminho, então ter um oráculo com problemas é terrivelmente sério…e engraçado. Apolo é sem dúvidas o personagem mais divertido criado pelo autor – mais até do que Magnus -, e seu lado narcisista e egocêntrico nos rende diversas gargalhadas. Os haicais bem construídos no início de cada capítulo só aumentam as qualidades do Deus e mesmo que tais características estejam longe de ser atrativas, juntas irão moldar um ótimo personagem. Não se desesperem com tanta informação, pois as respostas virão (até rimou), e com elas novas perguntas e teorias misteriosas e surpreendentes.

Via: Intrínseca

Recentemente foi lançado o segundo volume de As Provações de Apolo, entitulado A Profecia das Sombras. Mais uma vez Apolo estará envolvido com um oráculo, e esse está mais próximo a ele do que nunca. Logo de cara Rick já nos traz um belo motivo para ler seu livro: Leo Valdez está de volta dos mortos e ao lado de sua namorada Calipso – finalmente liberta de Ogigia -, irão auxiliar o deus em sua incansável busca pelo Olimpo. Perseguidos por seres mágicos a mando do Triunvirato, os três amigos irão contar com a colaboração de antigas aliadas, as Amazonas de Ártemis e Thalia Grace. A nova aventura se passa em Indianápolis, nos Estados Unidos, onde um novo membro do trio inimigo está tentando tomar a cidade e tudo que nela existe. O passado de Apolo vem a tona e mostra que as consequências um dia são cobradas, e nossas ações podem acarretar em muitos problemas no futuro. Nessa nova produção conhecemos o lado romântico do deus, que encontra sua fragilidade onde ele menos esperava. Uma ótima reunião entre o velho e o novo, clássico dos trabalhos de Riordan e que o torna sempre tão prazeroso de se ler.

Tudo acontece muito rápido, mas dura tempo suficiente para não querermos largar o livro em momento algum. Semelhante a todas as outras obras de Rick, mas com o lado divertido de Apolo, A Profecia das Sombras irá trazer de volta personagens esquecidos e adicionar novos dignos de serem guardados no coração. O envolvimento do deus com os vilões se torna extremamente pessoal e ver que ele está provando não apenas para Zeus, mas para si mesmo que errou, é uma ótima lição de vida. A sexualidade de Apolo é muito bem explorada nessa nova trama e o autor nos mostra que rótulos não estão com nada hoje em dia. É mais importante vivermos o amor que transborda do que ficar nos preocupando com a opinião dos outros. E o deus aprende isso da pior maneira possível. O livro termina com – adivinhem – uma profecia, maior do que todas já vistas até agora e mais tenebrosa do que nunca. O lado positivo é a possibilidade de termos a aguardada reunião de todos da saga Heróis do Olimpo, com direito a participação de nosso sátiro preferido.

Mulher Maravilha é o filme que a DC – e nós – precisávamos

Finalmente, depois tantos erros e tropeços, a DC lançou algo digno de nota máxima. Após a péssima recepção de Batman vs Superman e Esquadrão Suicida, quando a empresa anunciou o filme solo de Mulher-Maravilha todos ficamos apreensivos, mesmo com todos os indícios possíveis de que algo bom iria sair. Felizmente, para a alegria geral da nação, assim como a protagonista representou na história uma salvação para o que estava praticamente perdido, a nova produção é a luz no fim do túnel obscuro de filmes recentes da DC. Em meio a um cardápio de filmes de heróis, e digo me referindo aos do gênero masculino, Mulher-Maravilha veio para desconstruir toda e qualquer opinião remanescente sobre um possível sexo frágil.

Seja no mundo das séries ou dos filmes, poucas são as vezes onde vemos um artigo diferente precedendo o nome do herói. Entretanto, o fato da protagonista da vez ser uma mulher não deveria ser assim tão digno de destaque, apenas algo rotineiro e presente no cotidiano como tantos outros. E é exatamente isso que a diretora Patty Jenkins tenta mostrar a todos com a trama, seja por meio das inúmeras cenas de ação da personagem ou pela descrença dos homens em relação a guerreira que está em sua frente. Em uma época onde mulheres “serviam” para cuidar da casa e dos filhos, ter uma que não apenas fosse para guerra como também acabasse com ela, é em suas devidas proporções um reflexo do que ainda enfrentamos na sociedade. Jenkins não precisou apelar para argumentos feministas e/ou piegas em sua produção, pois Diana Prince fala por si só em cada momento onde segue seu instinto, seja ele aprovado ou não pelo público masculino a seu redor.

Um dos diversos pontos positivos do filme é a independência em relação aos quadrinhos, o que acaba por agradar todos os públicos. Os fãs aficcionados pela história de Diana terão seus ideais retratados na tela da melhor forma possível, respeitando o material original e apenas melhorando-o. Ao mesmo tempo, quem ainda não conhecia nada da heroína além do tradicional símbolo e das roupas vermelhas e azuis, terá a chance de ver a criança crescendo e sendo treinada na ilha Themyscira – muito bem representada pelo lugar paradisíaco escolhido nas filmagens – até sua chegada ao “mundo real”, em Londres. A excelente escolha de cenário e os gráficos maravilhosos são acompanhados por uma uma trilha sonora de arrepiar todos os fios de cabelo. Temos desde o clássico tema da personagem composto por Hans Zimmer, e que corroborou para a formação da imagem da Mulher-Maravilha em Batman vs Superman, até uma música composta pela Sia, ou seja, nada que pudesse deixar a desejar!

O filme possuí diversos elementos chave que juntos formaram a bela produção final, mas não podemos deixar de citar a responsável por tudo isso ao lado da diretora. O que falar da beleza estonteante de Gal Gadot? Com trejeitos delicados e ao mesmo tempo intensos e precisos, ela atribui a personagem as expressões no momento certo. Gadot é uma grande guerreira nas cenas de batalhas e explosões; enquanto sabe ser a mulher digna de olhares, elegante e poderosa em um vestido longo. Diana é ingênua e passa a conhecer o mundo pelos olhos de Steve Trevor (Chris Pine), provocando muitas risadas no público e dando o tom de comédia necessário para não se tornar algo bobo. A jovem israelense de 32 anos encarou um papel já interpretado por Lynda Carter e não deixou o peso do nome atrapalhar. Sua atuação é sem sobra de dúvida o maior acerto do filme e serviu de lição para todos que criticaram sua escalação. Que seja nossa Mulher-Maravilha por um bom tempo!

Por mais que todos os holofotes estejam virados para a heroína, não podemos deixar de dar os devidos créditos a seus colegas de elenco. A química entre Chris Pine e Gal Gadot é para romântico nenhum botar defeito, fazendo dele o parceiro ideal para os impulsos de Diana. São entre os dois os momentos de diversão e carinho que servem para amenizar o clima tenso das cenas de ação, e até mesmo quem não é fã de romance se pegará torcendo pelo casal.

Os personagens mais vazios de Mulher-Maravilha são os vilões. Mesmo sendo interpretados por atores de enorme talento, os mesmos não conseguem mostrar tudo aquilo que são capazes e vivem figuras um tanto infantis. Elena Anaya é a Dra. Isabel Maru, ou Doutora Veneno, e mais parece uma cientista louca de um filme de comédia; Danny Huston vive o famoso ditador e general alemão Erich Ludendorff, temido desde os minutos iniciais do filme, mas que não provoca medo nenhum em quem está assistindo.

O verdadeiro vilão é revelado apenas nos minutos finais, por mais que pequenas dicas dêem a entender quem ele é desde o início. David Thewlis abandonou o lado mocinho do Professor Lupin na saga Harry Potter, para viver Ares, o deus da guerra segundo a Mitologia Grega. Ao lado de Gal Gadot, ele protagoniza os momentos de maior ação e efeitos especiais de todo o filme, principalmente quando assume a forma monstruosa do Deus. Entretanto, mesmo com todo o talento já conhecido de Thewlis, Ares não consegue se tornar um vilão emblemático e memorável em um filme da DC, proporcionando ainda mais destaque ao casal principal.

Em suma, Mulher-Maravilha é o filme da heroína que todos precisávamos – principalmente a DC -, surgindo em uma época onde outros semelhantes não emplacaram tanto quanto prometido. Gal Gadot é a nossa nova Mulher-Maravilha e espera-se que permaneça no papel pelo máximo de tempo possível. Com uma trilha sonora invejável, efeitos especiais e visuais adequados para as cenas de ação e um roteiro para fã nenhum botar defeito, a produção merece todas as críticas positivas que vem recebendo pelo mundo. Em um universo rodeado por heróis do sexo masculino foi a do feminino que sobressaiu, já caracterizando a nova história da DC como memorável e necessária nos dias de hoje. Palmas para a Mulher-Maravilha.

 

Henry Zaga, de 13 Reasons Why, entra para o elenco de Novos Mutantes

Mais uma adição conhecida para o elenco de Novos Mutantes. Depois da escalação do ator Charlie Heaton, de Stranger Things, foi a vez de 13 Reasons Why ter um representante no spinoff da Fox.

O brasileiro Henry Zaga foi confirmado no papel do mutante – também brasileiro – Roberto DaCosta, ou Mancha Solar. O ator disse estar honrado pela oportunidade de aparecer em um filme do diretor Josh Boone, confirmando as suspeitas que surgiram semana passada sobre a possibilidade.

“Isso é insano! Eu estão muito honrado por poder interpretar um brasileiro em #XMen. @joshboonemovies obrigada por me fazer parte disso”

Entretanto, as características físicas do personagem dos quadrinhos estão deixando os fãs um pouco apreensivos. Enquanto Roberto possui a pele morena, já tendo sido interpretado pelo ator mexicano Adan Canto, Zaga possui a pele clara – nada que um pouco de maquiagem não resolva.

 

Os Novos Mutantes deve ter sua produção iniciada em julho, na cidade de Montreal no Canadá. O lançamento está programado para o dia 13 de abril de 2018.

Voldemort – Origins of the Heir | Warner volta atrás e concede permissão a fãs para produção do filme

Após a enorme aclamação por parte dos fãs, a Warner Bros. resolveu voltar atrás em sua decisão e permitiu que o filme feito por fãs da saga Harry PotterVoldemort – Origins of the Heir fosse produzido (#obrigadaWarner). Em apenas poucos minutos após o trailer ser lançado na internet, a produção já havia sido visualizada por milhares de pessoas, cujo maior desejo era ver o trabalho completo. E agora isso pode ser (muito) possível! Caso você viva dentro de uma bolha e não saiba do que estamos falando, é o seguinte:

Nós, fãs do mundo mágico de J.K. Rowling, nunca estamos satisfeitos com aquilo que nos é oferecido. Mesmo com uma peça no teatro, novo livro e mais cinco novos filmes pela frente, sempre queremos mais! Pensando nisso, alguns desses fãs resolveram não esperar até 2018 para ter a próxima adaptação da história de Rowling e mexeram suas varinhas e produzir o próprio filme. Uma equipe de 20 pessoas da Tryangle Films está trabalhando no projeto desde o início do ano passado, mas após divulgar a criação de uma página no Kickstarter – a maior plataforma de financiamento coletivo do mundo -, a equipe enfrentou pela frente um grande problema: a Warner enviou uma nota judicial solicitando a remoção da campanha. Entretanto, após o número de visualizações e pedidos de pessoas para que a empresa voltasse atrás, a mesma o fez e o filme poderá ser produzido!

Divulgação/Voldemort: Origins of the Heir

 

Voldemort – Origins of the Heir surgiu após uma releitura do sexto volume da saga, O Enigma do Príncipe. Dentre as inúmeras dúvidas geradas pela obra, ficou a pergunta de o que teria levado Tom Riddle a virar um dos bruxos mais perigosos e temidos de todos os tempos. Informações foram pesquisadas e reunidas em um roteiro. O filme contará a história de Riddle desde sua juventude, narrando sua ida para Hogwarts, seus primeiros passos rumo a vilania e os contatos do menino com as artes das trevas. Como é possível ver no trailer, a trama é narrada por Grisha Mac Laggen, herdeira de Godric Grifinória e que está investigando o assassinato de Hepzibah Smith, uma bruxa descendente da família Lufa – Lufa.

Tom Riddle será interpretado pelos atores italianos Stefano Rossi (jovem) e David Ellena (adulto), e toda a produção será dirigida por Gianmaria Pezzato, co-criador ao lado de Stefani Prestia. O longa ainda não tem uma data certa de lançamento, mas acredita-se que será concluído ainda esse ano. Para mais informações pode-se procurar na  página do facebook do filme.

“Tudo que posso dizer é que tivemos uma reunião com a Warner e eles nos liberaram para fazer o filme – sem fins lucrativos, obviamente. Nossa ideia é mostrar o que tornou Tom Riddle Voldemort. O filme estará disponível de graça no Youtube no fim de 2017 ” – disse Pezzato.

Confira o trailer:

“After all this time? Always”. 

Ler é Bom, Vai | Pequenas Grandes Mentiras evidencia o poderio feminino em uma sociedade

A série Big Little Lies, da HBO, vem fazendo sucesso com o público – principalmente o feminino – desde o seu lançamento em fevereiro desse ano. O que muitos não sabem porém, é que assim como boa parte das produções televisivas e cinematográficas, essa foi baseada em um livro homônimo de grande sucesso da autora Liane Moriarty. Caso você tenha gostado da série, espere até ler o “roteiro” original…é melhor ainda! Caso você não tenha visto, leia primeiro e depois passe para a produção da HBO!

Pequenas Grandes Mentiras é o segundo romance da autora, sendo publicado no Brasil pela editora Intrínseca. Após o lançamento da série o livro adquiriu uma nova capa, composta pelas atrizes que interpretam os papéis principais de Madeline, Celeste e Jane (Reese Witherspoon, Nicole Kidman e Shailene Woodley, respectivamente).

A trama gira em torno da opinião, poder e influência das mulheres em uma pequena cidade na Austrália, principalmente quando o assunto são seus filhos e a hierarquia paterna na Escola Estadual Pirriwee. Um assassinato rege todo o enredo do livro, e apesar de só descobrirmos a identidade do morto nas últimas páginas, a curiosidade para tal é tão grande que desperta e prende a atenção do leitor até o último momento. E não pensem que Moriarty “encha linguiça” para atingir seu objetivo, pois o entrelaçado de mentiras é muito mais complicado do que pode parecer. Retrocedemos alguns meses antes do crime para conhecer os elementos presentes nele, e é então que as tais pequenas grandes mentiras surgem a cada virada da página. Com dinheiro no banco ou não, cada mãe esconde seu drama por trás do rosto perfeito e jóias, e muitas destes histórias vêm à tona por meio de ameaças e fofocas. Aliás, se existe algo em comum entre todos os pais da escola é a capacidade que tem de falar mal dos outros pelas costas, o que nos é mostrado por meio de pequenos depoimentos alternados entre os capítulos.

Embora o assassinato seja o combustível que move o livro, são os outros elementos que o compõe. A construção de cada personagem por parte da autora é o ponto forte que permite que tudo se encaixe perfeitamente no final. Na história de Moriarty existe apenas um único vilão – revelado logo no começo -, mas os únicos mocinhos têm menos de 10 anos de idade. Ninguém é inocente e ao mesmo tempo todos são, envolvidos pelas tramóias uns dos outros que acabam por degringolar em uma morte.

Outra boa jogada da autora é nos trazer para o passado e presente em uma mesma página. Enquanto lemos a história no passado, temos acesso aos depoimentos fornecidos pelos pais a polícia no presente. Mais uma vez o poder que um boato pode causar está presente em uma trama, e mais uma vez nos pegamos em dúvida sobre que lado seguiríamos no lugar. As três protagonistas estão em todas as mentiras, mas Moriarty as descreve com tamanha maestria que acabamos desenvolvendo empatia por cada uma, e até mesmo torcendo para que todas tenham um final feliz. E o que falar das crianças? Ziggy, Amabella (com M mesmo), Max, Skye, Chloe e Josh são os únicos completamente inocentes desde o início, independente das acusações que recaem sobre o primeiro. Presos e envolvidos nos problemas dos pais, eles querem apenas se divertir como é típico de sua faixa etária. Caso não tenha se apaixonado por eles no livro, certamente irá pelos pequenos atores que os interpretam – e vice versa.

Em suma, Pequenas Grandes Mentiras é um ótimo livro adaptado em uma ótima série. Escrito de maneira simples e intensa por Liane Moriarty, a história capta a atenção de quem a lê desde as primeiras páginas e por mais que o crime em questão não seja o foco de tudo, é ele o responsável pela curiosidade despertada no leitor. Definitivamente uma ótima nova produção da autora de O Segredo do Meu Marido.

 

Ler é Bom, Vai | Quantos segredos uma família pode ter? Tudo O Que Nunca Contei, o novo livro de Celeste NG

Tudo o que nunca contei  foi um desses livros que pega a gente pela capa misteriosa e pela sinopse igualmente vazia, sem revelar qualquer tipo de informação além do básico para atrair os leitores.
” Na manhã de um dia de primavera de 1977, Lydia Lee não aparece para tomar café. Mais tarde, seu corpo é encontrado em um lago de uma cidade em que ela e sua família sino-americana nunca se adaptaram muito bem. Quem ou o que fez com que Lydia — uma estudante promissora de 16 anos, adorada pelos pais e que com frequência podia ser ouvida conversando alegremente ao telefone — fugisse de casa e se aventurasse em um bote tarde da noite, mesmo tendo pavor de água e sem saber nadar?
Logo fiquei animada ao pensar no suspense e no enredo sombrio que as páginas poderiam esconder – e de fato escondem -, mas a maneira escolhida por Celeste Ng para narrar sua trama deixou um pouco a desejar. A história é boa e com um conteúdo denso, mas ao mesmo tempo em que desperta a curiosidade, se arrasta pelos capítulos. Felizmente o livro é curto e muito bem escrito, o que nos motiva a continuar desvendando seus mistérios e tentar descobrir o que de fato aconteceu com Lydia. A autora soube utilizar os argumentos para manter o leitor preso a trama e por isso merece todo o destaque possível.
Divulgação/Intrínseca
Todos sabemos o quão complicada pode ser a relação entre os membros de uma família, mas até que ponto podem interferir na sanidade de um deles? Por meio de idas e vindas ao passado de cada um, Celeste procura nos mostrar a fundo a origem de cada problema, como o florecer do casamento entre James e Marilyn e sobretudo, as consequências do mesmo. Ela também nos dá pequenas dicas ao longo do livro, sobre o que pode vir a acontecer no desfecho – como a relação entre Nathan e Jack -, e mesmo assim nos surpreendemos quando algumas situações são reveladas.

“As pessoas formam uma opinião antes de conhecerem você. — Olhou para ele, subitamente ousada. — Mais ou menos como você fez comigo. Elas acham que sabem tudo a seu respeito. Só que você nunca é o que elas pensam.” 

 Algo que me desapontou em Tudo o que nunca contei é o fato do livro não seguir o estilo policial, mas sim o drama. A morte de Lydia é apenas o estopim para um copo d’água que há muito estava transbordando e é sobre isso que a autora deseja nos falar. Até que ponto o orgulho de um ser humano pode ser superior do que o bem estar daqueles que mais amamos? Celeste faz questão de descrever cada mínimo detalhe de cada momento, o que torna o livro relativamente monótono em diversas partes – mais do que o necessário. A autora poderia ter abordado melhor os diálogos entre os personagens, ao invés de tentar relatá-los por meio frases indiretas.

Quando Celeste optou por não focar sua história em algo específico, mas sim na rede de segredos entrelaçados na família, ela não nos trouxe para perto da trama o suficiente e não conseguimos nos identificar ou desenvolver empatia por alguém. A autora poderia ter abordado melhor os diálogos entre os personagens, ao invés de tentar relatá-los por meio frases indiretas. Apesar disso, não há como negar o talento dela para a escrita e principalmente o fato de que sua narrativa é intrigante. Tudo o que nunca contei nos faz pensar e refletir sobre a vida, e isso pra mim é sinal de um bom livro.

Crítica | Com o mesmo molde dos anteriores, Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar cumpre seu objetivo de divertir o público

Já estamos em 2017 e cá estamos nós indo ao cinema ver mais um filme da franquia Piratas do Caribe. 14 anos após o lançamento de A Maldição do Pérola Negra, a saga retorna as telas com A Vingança de Salazar, sem deixar de lado seus protagonistas presentes desde o início. Os fãs que acompanham a história desde o começo irão gostar e ficar satisfeitos com o que nos é apresentado durante as duas horas e meia de duração, e por mais que muitos já estejam relativamente cansados de Sparrow e seus amigos, sairão do cinema com um leve gostinho de “quero mais um”.

O formato de filme continua exatamente o mesmo, inclusive com a cena extra pós créditos iniciando uma possível continuação. A cada nova produção da franquia temos mais certeza de que o objetivo central de Piratas do Caribe deixou de ser apenas uma trama de ação, mas sim um emaranhando de aventura, comédia, fantasia e claro…piratas para todo o lado. A Vingança de Salazar nos faz matar a saudade de Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley), que estavam ausentes no último filme da franquia, mesmo que Knightley não tenha nenhuma fala e só apareça por cerca de 10 segundos. Além deles, outros rostos conhecidos apresentam-se ao longo da trama, como o Capitão Barbossa (Geoffrey Rush) e os fiéis Joshamee Gibbs (Kevin McNally) e Scrum (Stephen Graham). Dessa vez, entretanto, os protagonistas não são mais Bloom e Knightley, mas sim o filho do casal Henry (Brenton Thwaites) e a jovem Carina (Kaya Scodelario), além de Jack Sparrow (Johnny Depp), obviamente.

Divulgação / Disney

A nova história acompanha Henry em sua busca incansável por uma solução para a maldição de seu pai, condenado a viver para sempre como capitão do Holandês Voador; trama que foi iniciada no terceiro filme da saga: No Fim Do Mundo. A última esperança de Turner está nas mãos de ninguém menos do que Jack Sparrow, único pirata que pode encontrar o poderoso Tridente de Poseidon, um objeto mágico com poder de controlar todo o oceano e acabar com todas as maldições que nele reinam. Ao mesmo tempo conhecemos a história do personagem que dá nome ao filme, o Capitão Armando Salazar (Javier Bardem), um lendário caçador de piratas espanhol, preso como morto-vivo no Triângulo do Diabo. Após ser libertado, seu único objetivo é vingar-se (explicando o título) daquele que o transformou no monstro que é, além de destruir a vida de todos os outros piratas do mundo. Para isso ele busca o mesmo artefato procurado por Henry, resultando em uma caçada insana pelo Tridente e por Jack, seja pela Marinha Britânica ou por Salazar.

Divulgação / Disney

Depp repete as piadas e o estilo do velho capitão (velho mesmo, pois a idade chega até para Johnny Depp), mas ainda consegue agradar a quem sempre admirou seu trabalho. Ele ainda é o chamariz da franquia e exerce tal papel com muita facilidade. As atuações de Thwaites e Scodelario surpreenderam e se destacam dentre tantos outros membros da “velha guarda”, trazendo de volta o toque jovial que existia na primeira obra. Javier Bardem representa outro dos clichês da saga, ao viver um vilão monstruoso e temido em todos os sete mares, mas que só é mencionado no momento adequado para o filme ser produzido, assim como aconteceu com Davy Jones (Bill Nighy) nos lançamentos anteriores. O sotaque latino e o charme de Bardem – mesmo abominável ele ainda existe – são bem aproveitados, mas não o suficiente para torná-lo memorável.

A trilha sonora também marca presença com o belo trabalho de Hans Zimmer, e a música é ouvida em (praticamente) todas as grandes cenas de ação. Não espere um roteiro extremamente elaborado, pois ele não existe, mas os elementos que fizeram com que nos apaixonássemos por Piratas do Caribe existem e nos pegamos sorrindo ao assistir. A correria entre um momento e outro também está lá, e até mesmo Jack correndo, literalmente, sobre algo pode ser visto. Com situações frenéticas e até mesmo confusas com tanta informação, essa nova produção repete a fórmula e adiciona novos elementos necessários após quatro filmes extremamente semelhantes. Até mesmo o cantor Paul McCartney foi utilizado como atração e por mais que tenha sido curta, serviu para divertir o público, o que é o principal objetivo da franquia.

Divulgação / Disney

Daniel Radcliffe será um anjo e Owen Wilson será Deus em nova série da TBS

O eterno bruxo Daniel Radcliffe tem um novo trabalho pela frente, a comédia Miracle Workers da TBS. Ao lado de Owen Wilson ( de “Marley & Eu” ), o ator integrará o elenco do show que narra o dia à dia de um escritório celestial. Wilson será Deus, que resolveu viver seus hobbies preferidos e para isso, deixou a Terra e a humanidade de lado. Radcliffe por sua vez será Craig, um mero anjo de cargo baixo na hierarquia do Céu responsável pelas orações da humanidade. Apesar de sua pouca importância, ele terá de realizar o milagre mais complicado de sua vida para evitar que nosso planeta seja destruído.

Simon Rich é o responsável pela criação da série e será também produtor executivo ao lado de Lorne Michaels (de Saturday Night Live). Até agora sete episódios de Miracle Workers foram encomendados.

Daniel Radcliffe e Owen Wilson se juntando à família TBS é prova da evolução contínua da comédia de qualinada no lugar onde estão as mentes mais criativas do mercado.” – disse Brett Weitz, vice-presidente executivo de programação original da TBS.

Ler é Bom, Vai | O melhor de John Green e David Levithan está presente em Will & Will – um nome, um destino

John Green ficou conhecido no mundo inteiro como o autor de A Culpa é das Estrelas e Cidades de Papel, duas de suas obras que tiveram adaptações cinematográficas. Muitos não sabem, porém, que ele é o autor de livros igualmente maravilhosos e que apenas não tiveram seus direitos comprados – ainda. Um deles é Will & Will – um nome, um destino, escrito em parceria com outro de meus autores favoritos, David Levithan, e publicado pelo Grupo Editorial Record. A mensagem dessa produção deveria ser propagada e espalhada pelos quatro cantos do mundo. O livro aborda temáticas ainda incrustadas na sociedade como homossexualismo e preconceito, então se você ainda vive no século passado e tem problemas com isso, leia o livro de lado e tente desfazer sua mentalidade arcaica.

Como o título mesmo já diz, o livro conta a história de dois garotos com o mesmo nome e que tem apenas isso como semelhança. O destino resolve entrar em ação e os dois se conhecem em uma sex shop em Chicago após decepções na vida de cada um. Will Grayson vive na cidade e tem como melhores amigos Jane e Tiny, um jovem homossexual assumido e preocupado apenas em aproveitar as oportunidades da vida. O outro Will Grayson mora com a mãe, em um estado evoluído de depressão e tendo desistido da felicidade da vida e do amor, após sua amiga Maura fingir ser seu namorado virtual. Será por meio das forças de seu “xará” e de uma pequena ajuda e Tiny que ele encontrará uma razão para voltar a sorrir novamente.

“Quando as coisas se quebram, não é o ato de quebrar em si que impede que elas se refaçam. É porque um pedacinho se perde – as duas bordas que restam não se encaixam, mesmo que queiram. A forma inteira mudou.”

Um dos pontos chaves do trabalho de Green e Levithan é a naturalidade como tudo é abordado, sem enfoque no fato de que fulano é gay ou ciclano é hétero; todos são pessoas e tratados como tal, independente de sua opção sexual…assim como a sociedade deveria fazer. Os Wills contam sua história de maneira alternada – o que no início pode parecer confuso -, e nos encantam de sua própria maneira particular assim como os responsáveis por narrar suas vidas. Os fãs de cada autor irão identificar seus traços nas páginas e um corrobora com o outro para tornar uma obra maravilhosa de se ler.

Will & Will – um nome, um destino é daqueles livros que acabamos em uma tarde no sofá tomando uma xícara de chá, com sua trama envolvente e 350 páginas que voam em frente aos olhos. Comédia, romance, drama e uma dose necessária de moral se misturam e a dupla de autores sabe exatamente como encaixá-los no enredo para que se torne algo fluido e gostoso de ler. Além disso, a empatia que a história nos proporciona para com os personagens é importante para mostrar a quem quer que esteja lendo que infelizmente, a aceitação e compreensão por parte dos colegas de Will estão longe de se tornarem algo recorrente em nosso dia à dia.

A grande lição que John Green e David Levithan nos dão é que nada importa quando o assunto é amor, amadurecimento e aceitação. Ninguém é obrigado a ser igual a outra pessoa, mas sim a aceitá-la e respeitá-la acima de qualquer coisa. Existem milhões de Wills espalhados pelo mundo e assim como os dois personagens do livro, estão mesclados na sociedade e muitas vezes não paramos para perceber, apenas julgar.

“Sua vida é essa mesma. E, sim, ela é uma merda. A vida costuma ser assim. Portanto, se quer que as coisas mudem, não precisa trocar de vida. Você precisa tirar a bunda da cadeira.

 

Manuscrito de J.K. Rowling com informações sobre os Marotos é roubado

O sonho de muitos fãs de Harry Potter pode estar nas mãos de um bandido e não estamos falando de um aluno da Sonserina. Quem se lembra quando J.K. Rowling anunciou em 2008 que teria escrito uma história pré-Harry Potter para doar a caridade? Essa mesma história foi roubada, causando grande comoção por parte da autora.

“Por favor não compre isso se lhe for oferecido. Foi escrito originalmente para @englishpen, o dono apoia a liberdade dos escritores por meio de lances” 

O manuscrito de 800 palavras contém uma trama sobre Thiago e Sirius tendo problemas com a polícia, três anos antes de Harry ter nascido. O documento foi roubado em abril, em uma casa em Birmingham, na Inglaterra. Avaliado em $32,152 na época, o dinheiro foi destinado a English PEN e Dyslexia Action, instituições que apoiam a liberdade de expressão de escritores. A polícia acredita que o ladrão tentará vender a história para os fãs de Harry Potter, por serem os únicos interessados no documento.

“Eu recebi uma ligação da minha irmã avisando que minha casa tinha sido invadida e meus bens roubados. Então eu soube que meus itens pessoais tinham ido porta afora. O manuscrito é algo que fui responsável por 9 anos – foi um grande choque e demorei um tempo para digerir” – relatou o dono da edificação.

Gotham é renovada para a quarta temporada

Jim Gordon está longe de poder descansar e parar de fazer trapalhadas por aí, pois a Fox acaba de renovar Gotham para uma quarta temporada! A informação foi divulgada por meio da conta da série no Twitter.

Apesar de não ter adquirido uma boa audiência em sua terceira temporada, já era esperado que o show fosse renovado para mais um ano, e foi. O último episódio da Season 3 será exibido no dia 05 de junho nos Estados Unidos, e terá duas horas de duração!

(Reprodução/Netflix)

13 Reasons Why | Revelados novos detalhes da próxima temporada

Responsável por boa parte das notícias e memes que circularam pela internet no último mês, a série 13 Reasons Why reuniu rapidamente uma legião de fãs apaixonados e comovidos com a história de Clay (Dylan Minnette) e Hannah (Katherine Langford). Recentemente o show foi renovado para uma segunda temporada na Netflix, o que levou muitos fãs ao delírio e deixou outros muito apreensivos sobre a necessidade ou não disso acontecer.

Os sites BuzzFeed e PopCulture fizeram um apanhado de novas informações sobre o que podemos aguardar pela frente e/ou esperar de alguns personagens da série. A respeito da aparição de Hannah na próxima temporada, o diretor Brian Yorkey confirmou que ainda há o que sabermos sobre a história da menina.

“Eu acho que uma das coisas que ainda está no ar é se alguém é ou não responsável pela morte da Hannah. A escola é responsável? Quem é responsável, se é que alguém é? Uma das maneiras que vamos explorar essa questão é através do julgamento e através de todos esses jovens refletindo sobre onde eles estão no caminho e que outros segredos ainda estão encobertos. Isso irá nos levar para o passado, dentro da história da Hannah. Nós vamos ter um novo conteúdo para os eventos que nós ja sabemos e nós iremos ver muitas coisas que ainda não ouvimos falar sobre, que irão completar algumas lacunas interessantes em nosso entendimento de quem Hannah Baker era e o que era sua vida. ” 

Outra coisa questionada foi a possibilidade de vermos uma luz no fim do túnel durante a segunda temporada.

“Eu acho que nós iremos descobrir que uma vez que eles estão ressurgindo desse tempo obscuro, há esperança e há alguma luz para ser encontrada. Essa é a minha esperança de qualquer forma, e eu acho que é verdadeira. Eu acho que a falsa esperança é um perigo, mas eu acho que sempre há uma luz, mesmo nos tempos mas obscuros.” – completou Yorkey.

O diretor também fez a alegria de muitos com a seguinte frase:

“Eu quero muito ver alguém dar um soco na cara do Bryce” – nós também, nós também!