Daniel Radcliffe será um anjo e Owen Wilson será Deus em nova série da TBS

O eterno bruxo Daniel Radcliffe tem um novo trabalho pela frente, a comédia Miracle Workers da TBS. Ao lado de Owen Wilson ( de “Marley & Eu” ), o ator integrará o elenco do show que narra o dia à dia de um escritório celestial. Wilson será Deus, que resolveu viver seus hobbies preferidos e para isso, deixou a Terra e a humanidade de lado. Radcliffe por sua vez será Craig, um mero anjo de cargo baixo na hierarquia do Céu responsável pelas orações da humanidade. Apesar de sua pouca importância, ele terá de realizar o milagre mais complicado de sua vida para evitar que nosso planeta seja destruído.

Simon Rich é o responsável pela criação da série e será também produtor executivo ao lado de Lorne Michaels (de Saturday Night Live). Até agora sete episódios de Miracle Workers foram encomendados.

Daniel Radcliffe e Owen Wilson se juntando à família TBS é prova da evolução contínua da comédia de qualinada no lugar onde estão as mentes mais criativas do mercado.” – disse Brett Weitz, vice-presidente executivo de programação original da TBS.

Ler é Bom, Vai | O melhor de John Green e David Levithan está presente em Will & Will – um nome, um destino

John Green ficou conhecido no mundo inteiro como o autor de A Culpa é das Estrelas e Cidades de Papel, duas de suas obras que tiveram adaptações cinematográficas. Muitos não sabem, porém, que ele é o autor de livros igualmente maravilhosos e que apenas não tiveram seus direitos comprados – ainda. Um deles é Will & Will – um nome, um destino, escrito em parceria com outro de meus autores favoritos, David Levithan, e publicado pelo Grupo Editorial Record. A mensagem dessa produção deveria ser propagada e espalhada pelos quatro cantos do mundo. O livro aborda temáticas ainda incrustadas na sociedade como homossexualismo e preconceito, então se você ainda vive no século passado e tem problemas com isso, leia o livro de lado e tente desfazer sua mentalidade arcaica.

Como o título mesmo já diz, o livro conta a história de dois garotos com o mesmo nome e que tem apenas isso como semelhança. O destino resolve entrar em ação e os dois se conhecem em uma sex shop em Chicago após decepções na vida de cada um. Will Grayson vive na cidade e tem como melhores amigos Jane e Tiny, um jovem homossexual assumido e preocupado apenas em aproveitar as oportunidades da vida. O outro Will Grayson mora com a mãe, em um estado evoluído de depressão e tendo desistido da felicidade da vida e do amor, após sua amiga Maura fingir ser seu namorado virtual. Será por meio das forças de seu “xará” e de uma pequena ajuda e Tiny que ele encontrará uma razão para voltar a sorrir novamente.

“Quando as coisas se quebram, não é o ato de quebrar em si que impede que elas se refaçam. É porque um pedacinho se perde – as duas bordas que restam não se encaixam, mesmo que queiram. A forma inteira mudou.”

Um dos pontos chaves do trabalho de Green e Levithan é a naturalidade como tudo é abordado, sem enfoque no fato de que fulano é gay ou ciclano é hétero; todos são pessoas e tratados como tal, independente de sua opção sexual…assim como a sociedade deveria fazer. Os Wills contam sua história de maneira alternada – o que no início pode parecer confuso -, e nos encantam de sua própria maneira particular assim como os responsáveis por narrar suas vidas. Os fãs de cada autor irão identificar seus traços nas páginas e um corrobora com o outro para tornar uma obra maravilhosa de se ler.

Will & Will – um nome, um destino é daqueles livros que acabamos em uma tarde no sofá tomando uma xícara de chá, com sua trama envolvente e 350 páginas que voam em frente aos olhos. Comédia, romance, drama e uma dose necessária de moral se misturam e a dupla de autores sabe exatamente como encaixá-los no enredo para que se torne algo fluido e gostoso de ler. Além disso, a empatia que a história nos proporciona para com os personagens é importante para mostrar a quem quer que esteja lendo que infelizmente, a aceitação e compreensão por parte dos colegas de Will estão longe de se tornarem algo recorrente em nosso dia à dia.

A grande lição que John Green e David Levithan nos dão é que nada importa quando o assunto é amor, amadurecimento e aceitação. Ninguém é obrigado a ser igual a outra pessoa, mas sim a aceitá-la e respeitá-la acima de qualquer coisa. Existem milhões de Wills espalhados pelo mundo e assim como os dois personagens do livro, estão mesclados na sociedade e muitas vezes não paramos para perceber, apenas julgar.

“Sua vida é essa mesma. E, sim, ela é uma merda. A vida costuma ser assim. Portanto, se quer que as coisas mudem, não precisa trocar de vida. Você precisa tirar a bunda da cadeira.

 

Manuscrito de J.K. Rowling com informações sobre os Marotos é roubado

O sonho de muitos fãs de Harry Potter pode estar nas mãos de um bandido e não estamos falando de um aluno da Sonserina. Quem se lembra quando J.K. Rowling anunciou em 2008 que teria escrito uma história pré-Harry Potter para doar a caridade? Essa mesma história foi roubada, causando grande comoção por parte da autora.

“Por favor não compre isso se lhe for oferecido. Foi escrito originalmente para @englishpen, o dono apoia a liberdade dos escritores por meio de lances” 

O manuscrito de 800 palavras contém uma trama sobre Thiago e Sirius tendo problemas com a polícia, três anos antes de Harry ter nascido. O documento foi roubado em abril, em uma casa em Birmingham, na Inglaterra. Avaliado em $32,152 na época, o dinheiro foi destinado a English PEN e Dyslexia Action, instituições que apoiam a liberdade de expressão de escritores. A polícia acredita que o ladrão tentará vender a história para os fãs de Harry Potter, por serem os únicos interessados no documento.

“Eu recebi uma ligação da minha irmã avisando que minha casa tinha sido invadida e meus bens roubados. Então eu soube que meus itens pessoais tinham ido porta afora. O manuscrito é algo que fui responsável por 9 anos – foi um grande choque e demorei um tempo para digerir” – relatou o dono da edificação.

Gotham é renovada para a quarta temporada

Jim Gordon está longe de poder descansar e parar de fazer trapalhadas por aí, pois a Fox acaba de renovar Gotham para uma quarta temporada! A informação foi divulgada por meio da conta da série no Twitter.

Apesar de não ter adquirido uma boa audiência em sua terceira temporada, já era esperado que o show fosse renovado para mais um ano, e foi. O último episódio da Season 3 será exibido no dia 05 de junho nos Estados Unidos, e terá duas horas de duração!

(Reprodução/Netflix)

13 Reasons Why | Revelados novos detalhes da próxima temporada

Responsável por boa parte das notícias e memes que circularam pela internet no último mês, a série 13 Reasons Why reuniu rapidamente uma legião de fãs apaixonados e comovidos com a história de Clay (Dylan Minnette) e Hannah (Katherine Langford). Recentemente o show foi renovado para uma segunda temporada na Netflix, o que levou muitos fãs ao delírio e deixou outros muito apreensivos sobre a necessidade ou não disso acontecer.

Os sites BuzzFeed e PopCulture fizeram um apanhado de novas informações sobre o que podemos aguardar pela frente e/ou esperar de alguns personagens da série. A respeito da aparição de Hannah na próxima temporada, o diretor Brian Yorkey confirmou que ainda há o que sabermos sobre a história da menina.

“Eu acho que uma das coisas que ainda está no ar é se alguém é ou não responsável pela morte da Hannah. A escola é responsável? Quem é responsável, se é que alguém é? Uma das maneiras que vamos explorar essa questão é através do julgamento e através de todos esses jovens refletindo sobre onde eles estão no caminho e que outros segredos ainda estão encobertos. Isso irá nos levar para o passado, dentro da história da Hannah. Nós vamos ter um novo conteúdo para os eventos que nós ja sabemos e nós iremos ver muitas coisas que ainda não ouvimos falar sobre, que irão completar algumas lacunas interessantes em nosso entendimento de quem Hannah Baker era e o que era sua vida. ” 

Outra coisa questionada foi a possibilidade de vermos uma luz no fim do túnel durante a segunda temporada.

“Eu acho que nós iremos descobrir que uma vez que eles estão ressurgindo desse tempo obscuro, há esperança e há alguma luz para ser encontrada. Essa é a minha esperança de qualquer forma, e eu acho que é verdadeira. Eu acho que a falsa esperança é um perigo, mas eu acho que sempre há uma luz, mesmo nos tempos mas obscuros.” – completou Yorkey.

O diretor também fez a alegria de muitos com a seguinte frase:

“Eu quero muito ver alguém dar um soco na cara do Bryce” – nós também, nós também!

Ler é Bom, Vai | A melhor maneira de aprender sobre Mitologia Nórdica é com Neil Gaiman

Há muito tempo tempo atrás estudar sobre mitologia era algo remetente à escola, que tornava o estudo obrigatório e monótono, além de engessado aos enormes livros didáticos de história. Para nossa gratidão e felicidade, autores como Rick Riordan, Tolkien e Neil Gaiman resolveram abordar o assunto de maneira informal e acessível, criando contos fantásticos envolvendo as lendas e personagens da antiguidade e transformando-as em algo discutível entre conversas de amigos. Apesar de muitos contos terem se perdido através das época, visto que alguns datam do início do século XIII, existe um grande montante que sobreviveu aos efeitos do tempo e hoje circula entre prateleiras de livrarias e até mesmo em telas de cinema.

Estamos todos cansados de saber que quando o assunto é Mitologia Nórdica, Neil Gaiman é uma das grandes referências da atualidade – e de antes também. Após o enorme sucesso de “Deuses Americanos” nas livrarias e mais recentemente nas telas, o autor publicou uma espécie de guia para Deuses Nórdicos e suas histórias; e se você assim como eu já leu outras produções da mesma temática – como “Magnus Chase”, de Riordan -, certamente sua memória irá despertar para alguns nomes conhecidos. Quando pensamos nos feitos heróicos, atrapalhados e egocêntricos dos Deuses, diversas são as vertentes que cada uma segue dependendo do país ou do narrador que os contam, entretanto, tudo sempre retorna aos objetivos principais das divindades: poder, adoração e mais poder. Independente de quantos anos você tem, Gaiman nos convida a conhecer a fundo um pouco desses mitos, além de nos introduzir com palavras simples e claras, temas tão complexos quanto os nomes cheios de consoantes presentes nos mesmos.

“Às vezes intensos e sombrios, outras vezes divertidos e heróicos, os contos retratam tempos longínquos em que os feitos dos deuses eram contados ao redor da fogueira em noites frias e estreladas.Às vezes intensos e sombrios, outras vezes divertidos e heróicos, os contos retratam tempos longínquos em que os feitos dos deuses eram contados ao redor da fogueira em noites frias e estreladas.”

Mitologia Nórdica é um coligado de quinze das mais famosas histórias do universo que dá nome ao livro, explicando inclusive alguns fenômenos naturais – como terremotos – como consequências de grandes batalhas. A trama segue uma ordem cronológica: suas primeiras páginas abordam o começo da vida, a gênesis do mundo e de todos os seres que nele vivem; em seguida conhecemos mais um pouco sobre a Árvore do Mundo Yggdrasil (a que está presente na capa de Deuses Americanos) e seus efeitos para a história dos Deuses; a partir daí temos capítulos destinados individualmente a uma divindade – iniciando claro com Odin, seguido de Thor e seu martelo Mjölnir, o astuto e perverso Loki, além de seus filhos monstruosos, Freya e muitos outros. O último capítulo remete ao Ragnarök, ou o fim da era dos Deuses, marcado por diversos eventos catastróficos que culminam na submersão do mundo pela água. Gaiman ainda nos explica no começo do livro sobre sua paixão pelo assunto, descrevendo o que o levou a escrever a obra e como personagens conhecidos (Thor, Loki e Odin) podem não ser tudo aquilo que os filmes da Marvel nos proporcionam.

Mesmo sendo um livro relativamente pequeno quando comparado ao anterior, todo o crédito deve ser dado a Editora Intrínseca por sua publicação, uma vez que Mitologia Nórdica tem uma encadernação maravilhosa de capa dura, com textura e fonte em relevo que irão destacar ainda mais o imponente martelo Mjölnir. Apesar do tamanho, a obra apresenta um conteúdo de imensa importância para o entendimento daqueles interessados neste ramo da mitologia, introduzindo novos assuntos, relembrando outros e esclarecendo histórias mal contadas durante os anos. Basicamente, Gaiman criou o livro didático mais legal que poderia existir em todos os 9 mundos de Yggdrasil.

Caso esteja procurando uma história densa e complexa – como as típicas do autor -, esse não é o livro para você. Escrito de maneira superficial, Gaiman não busca uma trama entrelaçada com um final feliz que irá te surpreender, mas apenas traz para o papel as informações que coletou durante todos os anos. Da melhor possível, Mitologia Nórdica flui diante dos olhos e desperta uma fome de aprender ainda mais sobre o imenso universo que é a mitologia, independente de onde e de quem ela fale sobre.

Divulgação/Intrínseca

13 Reasons Why é oficialmente renovada para segunda temporada

Já pode comemorar, 13 Reasons Why estará de volta para uma segunda temporada!

O drama irá retornar para um segundo ano em 2018 e terá outros 13 episódios dirigidos por Brian Yorkey, o mesmo da temporada anterior. A informação foi divulgada pela própria Netflix em suas redes sociais!

A segunda temporada irá abordar as consequências que a morte de Hannah Baker trouxe, além do que já vimos nos primeiros 13 episódios, e como Clay irá se recuperar de tudo que descobriu com as fitas.

13 Reasons Why acompanha o adolescente Clay Jensen (o estreante Dylan Minnette) quando volta à sua casa após a escola e encontra uma caixa misteriosa com seu nome. Dentro da caixa descobre fitas cassete gravadas por Hannah Baker (a estreante Katherine Langford) – sua colega de escola e amor platônico – que se suicidou duas semanas antes.

A primeira temporada estreou no dia 31 de março de 2017.

Ler é Bom, Vai | Minha Metade Silenciosa, um livro necessário de Andrew Smith

Em tempos onde o combate ao bullying está em alta nas redes sociais, seja pelo “jogo da baleia azul” ou pela maravilhosa produção da Netflix, 13 Reasons Why, resolvi escolher um livro com temática semelhante para o Ler É Bom, Vai! de hoje.

Minha Metade Silenciosa narra a vida de Stark McClellan, um menino alto e franzino de 14 anos e que por conta de suas características físicas recebeu o apelido de Palito. Esse é, porém, o menor dos problemas de Stark em relação aos pré julgamentos, já que a razão de todo o bullying sofrido por ele é o fato de que ele nasceu “deformado” com apenas uma orelha – entenderam o título? Seu irmão mais velho Bosten sempre tenta o defender nas mais diversas situações, mas quando o assunto é a violência e o abuso dentro da própria casa, os dois meninos sofrem juntos. Enfrentar a adolescência já é complicado quando temos o apoio de nossa família e um lugar seguro para retornar no fim do dia. Stark nem isso tem. Quando o irmão foge de casa para escapar do pai, o menino vê tudo desabar e resolve ir atrás dele. Inicia-se então a maior aventura de sua vida.

“E nada do que aconteceu conosco faria sentido se eu não deixasse os verdadeiros monstros que nadavam em minha cabeça aflorarem e mostrarem seus dentes. E não há amor na minha casa, somente regras.” 

Viajar sozinho e sem rumo ajuda o menino a amadurecer e deixar para trás algumas coisas supérfluas que costumavam importar. As belas palavras do autor nos levam ao lado de Stark e por mais que muitos talvez fizessem parte do time que seriam maus com o menino, não há como não se identificar com o sofrimento e angústia que o mundo lhe oferece. Assim como aconteceu em Os Treze Porquês, houve diversos momentos em que quis entrar pelas páginas e defender o garoto das pessoas perversas que cruzam seu caminho, mas mais uma vez Andrew Smith nos oferece o conforto de saber que ainda há esperança na sociedade – mesmo que pouca.

Minha Metade Silenciosa é daqueles livros que você termina em poucas horas e depois se pergunta porque fez isso, já que gostaria de ter mais história para ler. Os personagens são tão complexos e bem desenvolvidos que nenhuma ponta fica solta no fim. Mesmo tendo suas próprias tramas para contar, cada um é uma peça no grande quebra-cabeça elaborado por Smith. Não pense você que a trama é infantil por se tratar de um livro “para adolescentes”, pois os abusos psicológicos e sexuais sofridos por Boston estão presentes em mais casas do que imaginamos pelo mundo, e é um tema não suficientemente abordado. A hipocrisia, a homofobia e o preconceito ainda estão incrustados em alguns seres humanos – se é que podemos nos referir assim -, e cabe a nós evitar que mais Starks e Bostens sofram por isso.

Apesar de ser um drama em boa parte do tempo, há momentos de amor e ternura nas páginas de Andrew representando a famosa luz no fim do túnel. O conforto familiar oferecido pela tia dos rapazes simboliza aquele resquício de ilusão de que tudo ficará bem – por mais que demore, fica. O autor não nos poupa de palavras pesadas e intensas, sejam elas boas ou ruins, e farão o leitor emocionar-se em ambas as situações. Como o livro é narrado sob o ponto de vista de Stark, temos toda e completa noção do que os olhos adolescentes e castigados estão vendo, além dos sentimos reais expressos em seu “diário”. Muitas vezes nos questionamos se aguentaríamos metade do que o menino sofre e continua sorrindo, amando e vivendo sua vida como um garoto de 14 anos.

Seres humanos precisam daquele buraco, para que as coisas possam sair. As coisas entram na minha cabeça e ficam quicando lá dentro até arrumarem um jeito de sair.

Um livro que nos mostra o real valor da amizade entre irmãos, o quão ruim um ser humano pode ser – mesmo que ele seja seu pai, a perseverança de continuar vivendo dia após dia e quanto amor pode existir dentro de uma pessoa. Minha Metade Silenciosa entra na lista de livros necessários a serem abordados até mesmo em escolas e faculdades, visto que ainda encontramos esses “problemas” entranhados na sociedade.

Crítica | Segunda temporada de Sense8 caracteriza a evolução e maturidade da série

Lembrada por todos como a série onde todos os personagens participam da mesma relação sexual, Sense8 estreou em 2015 e logo de cara conquistou os mais diversos públicos – desde adolescentes românticos a adultos céticos. Da mesma maneira rápida que chegou, a primeira temporada foi devorada pelo público, começando então a maldita espera de quase 2 anos por uma continuação. Para saciar nossa curiosidade voraz, os diretores resolveram lançar o especial de Natal, duas horas intensas e frenéticas com os “clássicos” elementos de Sense8: a perseguição do cluster por Whispers, Will se sacrificando pelo bem maior, muita luta e ação por parte de Wolfgang e Sun, e claro…uma cena de sexo grupal envolvendo não apenas os membros do grupo, mas também seus respectivo parceiros. O público? Amou, obviamente, e recebeu com a mesma paixão dos 11 episódios anteriores.

Enfim maio chegou e com ele os episódios restantes da segunda temporada. Caso você tenha amado o especial de Natal, é melhor sentar, pois definitivamente não estávamos preparados para isso. O alvo da história ainda é o “vilão” Whispers, mas se ele estava presente em alguns momentos no começo, agora não aguentamos mais os óculos redondos e a barba grisalha. A temática da perseguição e das conexões entre cada um ganham uma nova dimensão muito mais desenvolvida e complexa, entrelaçando não apenas nosso querido cluster, mas muitos outros espalhados pelo mundo. As irmãs Wachowski fizeram questão de manter os olhos do espectador grudados na tela durante os 60 minutos de cada episódio, e o mero desvio de atenção pode comprometer a sua compreensão de tudo que vem pela frente.

A história recomeça de onde o especial de Natal terminou, inserindo o começo de um conflito que irá durar até o minutos finais do décimo primeiro episódio – e não vai acabar aí. Além de um maior número de brigas, tramas e informações, o cluster está mais unido do que nunca e não no sentido sexual. Enquanto procuram encontrar uma forma de evitar a invasão mental de Whispers, cada personagem tem sua própria guerra interior para resolver, seja ela com a família ou com o trabalho. São nesses momentos “um por todos e todos por um” que vemos o quão forte é o laço estabelecido entre eles e o quão longe estão dispostos a ir para que o outro esteja seguro. Não há mais aquela confusão da primeira temporada onde os “poderes”estavam surgindo, os sensates agora se conhecem muito bem e sabem quando cada um pode precisar de um ombro, um punho ou um corpo amigo.

Não se engane, porém, pensando que Sense8 perdeu seu charme. A ação existe e está presente em boa parte da trama, mas ainda são emocionantes os momentos onde tudo parece dar certo. Os relacionamentos entre Nomi e Amanita, Lito e Hernando, Will e Riley, Wolfgang e Kala e até mesmo Capheus e sua parceira, atingem um novo patamar e o cluster parece ser formado por muito mais do que 8 pessoas. Todos estão unidos na busca contra Whispers e por uma vida normal como uma grande família – da qual queremos fazer parte também. A tão aguardada cena gravada no Brasil na Parada do Orgulho LGBT em São Paulo, entretanto, decepcionou e durou pouco mais de 1 minuto. As milhares de fotos que circularam na internet após o acontecimento possuem muito mais química e sentido do que o que foi exposto e mal podemos perceber a presença de todos.

A complexidade alcançada no final da temporada é extremamente elevada e até mesmo confusa, gerando um certo medo de que tudo se perca mais adiante e os mistérios se desdobrem em algo morno e simples como aconteceu com Lost (não tome como crítica, eu gostei do final). Assim como na anterior, essa temporada termina com uma cena inacabada que será, ou não, resolvida no futuro e provavelmente teremos de esperar mais 2 anos para saber a conclusão. Chega um momento em que temos de parar a reprodução para tentar desfazer o nó criado na cabeça, mas como nada obteve resposta, muito menos nossas teorias.

A descoberta de novos sensates pelo mundo quadruplica o universo dos clusters, assim como as perguntas geradas a partir disso. Quem pode se conectar com quem? Como ocorre essa conexão? Outra novidade é a existência dos bloqueadores, pílulas pretas que possuem a mesma função da cocaína no sangue de Will: impedir que Whispers entre na mente de todos eles e obtenha suas conexões. Parece simples não? Kala consegue recria-los em poucos segundos no laboratório, mas nunca sabemos quando estão sendo usados ou não.  11 episódios se passaram e as teorias borbulham na cabeça, sem a menor previsão de um desfecho. Apesar de estarmos no meio de um labirinto e longe de encontrar a saída, não há como negar que o nível da série aumentou e muito, sem depender do clássico banal para fazer sucesso. Com uma trilha sonora fantástica acompanhando cada situação, do romance ao frenético de um luta ou uma festa, o público se encontra mais envolvido do que nunca com os episódios maravilhosos dessa temporada. Se você ainda achar que Sense8 é uma série sobre sexo depois de assistir aos 11 episódios, melhor retomar ao começo e assistir tudo de novo.

19 anos após a Batalha de Hogwarts, J.K. Rowling se desculpa pela morte de personagem

J.K. Rowling sabe mesmo como manter sua legião de fãs fiel a seu trabalho. Mesmo estando muito distante do lançamento de seu próximo filme, Animais Fantásticos 2, a britânica permanece seguindo a tradição e relembrando datas importantes na história da saga Harry Potter.

Durante uma de suas típicas sessões de Perguntas e Respostas no Twitter, Rowling fez os brasileiros felizes logo de cara ao responder um fã em português.

Logo depois foi questionada a respeito de seus arrependimentos já conhecidos, onde ela se desculpa com os fãs pela morte de algum personagem. Ano passado durante o 18º aniversário da Batalha de Hogwarts, Rowling fez lágrimas surgirem em nossos olhos ao desculpar-se pela morte de Fred Weasley. Esse ano não foi diferente e a autora usou sua conta na rede social para dizer que se arrepende da morte de um dos personagens mais queridos (e odiados) da saga, Severo Snape.

“Ok, aqui está. Por favor não comecem a desencadear guerras sobre isso, mas esse ano eu gostaria de me desculpar por matar (sussurros)…Snape. *corre para se proteger*”

Finalmente, a autora relembrou os 19 anos do fatídico dia em que as forças das trevas, comandadas por Lorde Voldemort, invadiram o Castelo de Hogwarts e destruíram não apenas as estruturas, como também a vida de muitas famílias que perderam seus entes queridos.

“Caso a polícia esteja lendo minhas notificações, há uma tradição de aniversário da Batalha de Hogwarts acontecendo. Eu não estou em um massacre.”

Ler é Bom, Vai | #Girlboss, uma divertida aula sobre negócios por Sophia Amoruso

Há quem diga que gostar de um livro depende muito do momento em que seus pensamentos se encontram e definitivamente #GIRLBOSS é um clássico exemplo disso. Provavelmente teria achado ele entediante em outras épocas, mas me identifiquei muito com a fase iniciar de Sophia Amoruso – inclusive marcando algumas de suas frases -, e devorei o livro em apenas alguns dias.

Em #GIRLBOSS, assim como na série homônima da Netflix, Sophia nos relata sobre os momentos cruciais de sua carreira e como sua vida girou em torno disso. Em boa parte das páginas temos situações engraçadas e de superação, que transformam o livro em uma espécie de guia para o sucesso inesperado. Quando ela resolve partir para apenas instruções e termos técnicos nós já estamos apaixonados pela história, e por mais que se torne burocrático e monótono, Amoruso sabe como manter seu público preso em suas palavras.

“Não importa onde você está na vida, você vai poupar muito tempo ao não se preocupar demais com o que os outros pensam de você […]. Você é quem você é, então, acostume-se com isso.”

Uma das maiores qualidades de Sophia é não ligar para o que os outos podem vir a pensar de suas ações – ela realmente não liga para as consequências. Sejam seus ideais anarquistas e anticapitalistas, ela sempre procurar tirar o melhor proveito de todas as situações e dar a volta por cima a seu favor. A maneira fácil e objetiva como Sophia escreve nos traz para dentro de seu universo e parece que estamos lendo um conto fantástico ao invés de pura realidade. Você pode não concordar com tudo o que ela faz e/ou diz, pois o lado impulsivo da moça é facilmente confundido com prepotente e petulante. Entretanto, o objetivo desse grande relato chamado #GIRLBOSS não é saber nossa opinião e sim apenas contar uma história.

Seja você uma ou um adolescente, duvido não ter vontade de sair pedindo carona pelo país e vivendo as loucuras de Sophia sem a menor preocupação com o dia de amanhã. Lembre-se, porém, de tudo que ela teve a ensinar em seu “roteiro”. Não é todo mundo que irá sentar em frente ao computador, criar uma conta no eBay e alguns meses depois ter um império de milhões de dólares. Sophia é bem clara em tudo que diz, procurando sempre vangloriar-se e trazer mais público para sua empresa, mas não iludindo o leitor de que tudo tenha sido fácil.

“Quando as vendas aumentavam, perto das festas de fim de ano, eu ficava tirando fotos da tela toda vez que o saldo da conta subia, porque eu não sabia se algum dia veria novamente tanto dinheiro acumulado. Eu queria lembrar, para sempre, como eram ter tantos zeros juntos.”

#GIRLBOSS é uma grande aula divertida e objetiva sobre como ter seu próprio negócio, mesclando uma dissertação cômica e pessoal com termos técnicos e burocráticos do mercado. Por mais que apareça bastante entre as páginas, a palavra “sorte” não pode descrever e levar todo o mérito pelo sucesso de Sophia Amoruso. Não, ela não passou pelos típicos rituais de uma adolescente – escola, faculdade, estágio e emprego -, mas talvez tenha batalhado mais pelos seus objetivos do que muitos. Aprender a lidar com pessoas e dedicar-se intensamente a seus sonhos foi o que transformou a menina de 22 anos na multimilionária dona da Nasty Gal.

Por fim, a autora optou por também incluir depoimentos de outras #GIRLBOSSes, que em algum momento tiveram suas histórias unidas em um só lugar. A única crítica está nas partes finais do livro, que demoram mais a passar do que a obra inteira. Sophia tenta nos convencer de coisas e introduzir de qualquer maneira os princípios da Nasty Gal, indo contra todas as suas ações até então. Não é algo que comprometa a trama como um todo, longe disso, mas evita que tenhamos um fechamento com chave de ouro.

 

J.K. Rowling divulga novas informações sobre o Patrono de Newt Scamander

O mundo está quieta e tensamente esperando o momento em que J.K. Rowling terminará o roteiro de Animais Fantásticos 2. Entretanto, a autora sempre encontra maneiras de manter seus fiéis fãs a seus pés através de pequenas brechas de seu progresso. Seja por meio de entrevistas ou respostas em sua conta no Twitter, Rowling aumenta a expectativa dos Potterheads a cada palavra nova revelada. A última novidade remete ao Patrono de Newt Scamander (Eddie Redmayne), descrito como um Big Spoiler para a história.

                 Você poderia me dizer qual animal é o Patrono de Newt? Ou isso é um spoiler para os próximos filmes?

É bastante curioso apenas o fato de que Newt estaria convocando um Patrono em primeiro lugar; nós sabemos que ele é um magizoologista muito talentoso, mas o feitiço do Patrono é uma magia muito avançada até mesmo para os melhores bruxos. Além disso, o Patrono age como uma espécie de guardião e/ou escudo contra Dementadores. Se Newt usa um Patrono em algum momento do segundo filme, já podemos concluir que ele irá se encontrar com um dos guardas de Azkaban?

Dito isso, Animais Fantásticos apresentou-nos uma figura notavelmente similar a um Dementador: o Obscurus – a manifestação de magia reprimida dentro de uma criança bruxa, gerando uma força extremamente violenta e incontrolável. Será que o feitiço do Patrono faria efeito contra um Obscurus? Ou o próximo filme poderia prover uma ligação entre a criatura e os Dementadores, pura representação de infelicidade?

Definitivamente mal podemos esperar por 2018!

 

O Rei Leão | Escalados os atores que irão interpretar Timão e Pumba

Hoje está sendo um ótimo dia para os fãs de O Rei Leão. Depois de anunciar a data de lançamento da versão live-action do filme, a Disney resolveu divulgar os nomes dos atores que viverão a dupla Timão e Pumba!

Seth Rogen (de “A Entrevista”) dará voz a Pumba e Billy Eichner (de “Vizinhos 2”) será Timão. Além dos dois amigos já sabemos da escalação de James Earl Jones como Mufasa – como ele fez no filme original – e Donald Glover como Simba.

 

Sequência de Frozen: Uma Aventura Congelante ganha data de estreia

2019 ainda está longe, mas mal podemos esperar para que chegue! Depois de O Rei Leão ganhar uma data de estreia, chegou a vez de Frozen: Uma Aventura Congelante 2 ter uma data marcada no calendário. A informação foi cortesia do responsável pela voz de Olaf, o ator Josh Gad.

Gad provavelmente já ganhou um lugar em seu coração ao interpretar o divertido boneco de neve e ele estará de volta na sequência ao lado de Elsa, Anna, Kristoff e Sven. Junto com Gad estão Kristen Bell (Anna), Idina Menzel (Elsa), Jonathan Groff (Kristoff), Santino Fontana (Hans), Alan Tudyk (Duke), Ciaran Hinds (Pabbie/Grandpa), Chris Williams (Oaken), Stephen J. Anderson (Kai), Maia Wilson (Bulda), Edie McClurg (Gerda), Robert Pine (Bispo), Maurice LaMarche (Rei), Livvy Stubenrauch (Anna mais nova), e Eva Bella (Elsa mais nova).  A data a ser guardada é o dia 27 de novembro de 2019.