Princesas da Disney podem ganhar filme no estilo de Os Vingadores

O quão estranho e maravilhoso parece esse título? Acredite ou não, ele pode se tornar verdade!

O site Screen Rant divulgou o rumor de que a Disney estaria pensando em criar um filme composto por suas princesas em uma única aventura. Recebendo o nome de Princesses, o longa seria dirigido por Joachim Rønning ( o mesmo de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) e a única coisa em seu caminho seria um estúdio disposto a assumir o roteiro.

Ainda não foram divulgados mais detalhes sobre a trama, mas pode-se comparar a produção com Os Vingadores e Liga da Justiça. O roteiro foi escrito por Nir Paniry e até mesmo a Disney está considerando financiar o projeto.

 

Ler é Bom, Vai | Antes que Eu Vá reflete sobre a curta duração de uma vida

Essa semana resolvi continuar o que vinha fazendo nas postagens anteriores…falar sobre livros que tiveram ou terão sua história adaptada para as telas. Diferente dos anteriores, Antes que Eu Vá será exibido nos cinemas e não na tela do computador ou televisão, razão pela qual precisava falar sobre ele após recebê-lo em casa (obrigada Intrínseca!).

Já imaginou o que aconteceria se juntássemos Meninas Malvadas, Como se Fosse a Primeira Vez e Contra o Tempo? Não? Provavelmente teríamos a história de Antes que Eu Vá, livro de Lauren Oliver. Apenas pela sinopse podemos perceber a referência ao primeiro filme, visto que “Samantha Kingston tem tudo: o namorado mais cobiçado do universo, três amigas fantásticas e todos os privilégios no Thomas Jefferson, o colégio que frequenta — da melhor mesa do refeitório à vaga mais bem-posicionada do estacionamento”. Ter tudo, porém, não significa nada quando você morre, já que a morte é algo que todos irão passar um dia -independente de seu nível de popularidade.

“Você acha que eu estava sendo tola? Ingênua? Tente não me julgar: lembre-se que somos iguais, eu e você.
Também pensei que fosse viver para sempre…”

Um terrível acidente de carro termina com o reinado de Sam e seus privilégios, mas diferentemente do que acontece com a maioria das pessoas, ela não permanece morta. Durante uma semana a vida da menina sofre um ‘reset’ e começa na manhã do dia 12 de fevereiro — o dia do acidente —, com a diferença de que ela lembra de tudo o que aconteceu no “dia anterior”. E as pessoas não.

Ser obrigada a lidar com a morte, esquecimento, fim e solidão mexe com a cabeça de Sam, e a fazem enxergar a vida com outros olhos. Lauren Oliver começa aí sua aula, mostrando ao leitor o verdadeiro significado de nossas ações. Será que um simples olhar ignorado no corredor ou receber uma rosa — ou um buquê — no Dia do Cupido tem a mesma importância para todos? Sam descobre que não da pior maneira possível.

“As crianças sempre fazem esse tipo de coisa umas com as outras. Não é nada demais. Sempre vai haver uma pessoa rindo e outra sendo o motivo da graça. A grande questão em crescer é aprender a ficar do lado de quem ri.”

A cada dia que passa, Sam procura corrigir as coisas que fazia antes do acidente e acaba por descobrir segredos há muito escondidos e nunca revelados, que podem levar uma pessoa a querer tirar sua própria vida. É o que aconteceu com Juliet Sykes, uma menina do colégio vítima de bullying há anos, originado no grupo de amigas de Sam. Ver uma outra jovem estar disposta a acabar com a própria existência — coisa que Sam está tentando evitar — a faz repensar seus atos, e ela toma como meta de vida, evitar um suicídio. Entretanto, uma série de acontecimentos estão interligados e culminam para o que Juliet está prestes a fazer, razão pela qual estereótipos têm de ser deixados de lado e preconceitos desfeitos para que tudo dê certo. Mais uma vez, Lauren expõe comportamentos de Sam que certamente serão semelhantes a muitos que um dia tivemos na vida. Muitos leitores estarão do lado da protagonista, mas muitos estarão também, do lado de Juliet.

É claro que o amor não ficaria de fora de tudo isso, afinal estamos falando de uma adolescente popular no auge de seu ensino médio. Não é muito difícil imaginar o namorado de Sam, após toda a descrição feita até aqui. Rob é igualmente popular e desejado por várias outras meninas, mas sem possuir um só neurônio. O oposto é revelado em Kent McFuller, o nerd dos olhos claros apaixonado por Sam e alvo de boa parte de suas piadas. A imagem dos dois garotos é igualmente construída e desconstruída pela autora nos momentos certos, a medida que passam as páginas. Não é sempre que o óbvio é a melhor opção, por mais que muitas vezes preferimos optar pelo mais fácil. Kent é o responsável pela única ponta de esperança que tudo corra bem no fim, pois diferentemente do que acontece na maioria das vezes, é pelo nerd que nos apaixonamos.

“Quando sairmos do colégio, vamos olhar para trás e saber que fizemos tudo certo, que beijamos os caras mais bonitos, fomos às melhores festas, fizemos bastante besteira, ouvimos música alto demais, fumamos cigarros demais, bebemos demais, rimos demais e ouvimos de menos, se é que ouvimos alguma coisa.”

O único ponto negativo do livro é uma certa repetitividade, uma vez que o mesmo dia recomeça sete vezes. Chegamos a um ponto da leitura que a mesma se torna cansativa e dá vontade de pular logo para o final. Tenham paciência, Oliver fez questão de nos compensar. Confesso que fiquei com medo em relação ao desfecho, pois após 350 páginas de comportamentos fúteis e imaturos por parte de Sam, um final de conto de fadas seria inconcebível. Entretanto, não há como não ficar triste pela morte de Sam, mesmo que seja uma tristeza boa. A menina que começou o livro não é a mesma que o termina, e sentimos orgulho pelas decisões que ela resolve tomar. A lição final que Lauren nos dá pode ser resumida em uma famosa frase de Antoine de Saint-Exupéry, autor de “O Pequeno Príncipe”: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. E Sam se tornou.

Voice from The Stone | Filme com Emillia Clarke ganha trailer de divulgação

Não faz muito tempo que tivemos a chance de ver Emilia Clarke na pele da jovem romântica Louisa, em Como Eu Era Antes de Você. Em seu mais novo trabalho, porém, Clarke está longe de ser aquela menininha do interior que usa meias listradas de abelha.

Voice From The Stone, novo thriller de terror estrelado pela atriz e por Marton Csokas, (de “O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel” ) se passa em 1950 na Toscana, onde o jovem e rico Jakob fica traumatizado após perder a mãe e resolve parar de falar. É então que entra em cena a enfermeira Verena (Clarke), chamada para cuidar do menino. Um simples trabalho de cuidadora pode ser mais perigoso do que parece, pois a enfermeira descobre segredos da família escondidos sob os muros de pedra que assustariam qualquer um.

Voice From the Stone estreia no dia 28 de abril nos EUA, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

Divulgadas novas informações sobre o relacionamento de Newt Scamander e Alvo Dumbledore

Ainda faltam quase dois anos para a sequência de Animais Fantásticos e Onde Habitam chegar aos cinemas, mas já podemos ir descobrindo novas informações a respeito do que vem por aí.

De acordo com a nova edição do pequeno livro de 2001, lançada essa semana, temos mais acesso ao universo de Newt Scamander por conta de uma outra autora – já conhecida e odiada por nós -, Rita Skeeter. Rita escreveu “Homem ou Monstro? A verdade sobre Newt Scamander” e novas informações sobre o magizoologista foram divulgadas, cabendo a você acreditar nelas ou não.

De acordo com Skeeter, Newt nunca foi um magizoologista, mas sim um espião de Alvo Dumbledore no MACUSA em 1926.

“Isso é algo que todos que viveram nos anos de 1920 saberão, é uma afirmação absurda. Nenhum bruxo se disfarçaria de Magizoologista nesse período. Interesse em criaturas mágicas era considerado perigoso e suspeito, e carregar uma mala cheia dessas criaturas para uma cidade grande era um erro gravíssimo” – disse Newt em sua defesa, no livro.

Scamander também afirma ter tido uma relação muito próxima com Dumbledore, do tipo que o assusta tanto com assustou a Harry.

“É verdade que eu fui a primeira pessoa a capturar Gerardo Grindelwald e também é verdade que Alvo Dumbledore foi mais do que um simples professor para mim. Eu não posso dizer mais do que isso sem temer a quebra do Ato Oficial de Segredos Mágicos ou, mais importante ainda, das confidências que Dumbledore confiou a mim de homem para homem.”

Uma vez que já sabemos sobre a aparição de Dumbledore em Animais Fantásticos 2 e que estamos caminhando para o duelo épico entre ele e Grindelwald, podemos esperar mais informações sobre o relacionamento do ex-diretor com Newt.

 

Ler é Bom, Vai | O denso e maravilhoso universo de Os Treze Porquês

Antes de Os 13 Porquês, o livro mais rápido que li na vida tinha sido em 6 horas e foi O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares. Diversas pessoas me recomendaram a leitura da obra de Jay Asher, alegando ter sido um dos melhores que já leram…e agora, 4 horas depois,  posso dizer que compartilho a opinião.

Como é de se imaginar após o tempo que leve para concluir a trama, Os 13 Porquês tem uma leitura extremamente fácil, gostosa e fluida – dessas que não nos dá vontade de parar -, instigando o leitor a concluir a história o mais rápido possível. Além disso, a maneira como nos identificando com os dois protagonistas nas mais distintas maneiras pode lhe assustar. Obviamente, não estou dizendo que você vai terminar o livro e querer cometer suicídio, pelo amor de Deus, mas irá abrir os olhos para as pessoas que estão ao redor. Um sorriso no rosto nem sempre significa um sorriso interno.

“É importante estarmos consciente do modo como tratamos os outros. Mesmo que alguém pareça ignorar um comentário casual ou não se deixar afetar por um boato, é impossível saber tudo o que se passa na vida daquela pessoa e o quanto podemos ampliar sua dor.”

O livro conta a história de Clay, um adolescente que recebeu uma caixa de fitas cassete no correio, numeradas de 1 a 13. As fitas por sua vez contam a história de Hannah Baker, jovem que tirou a própria vida duas semanas antes e quer que um grupo seleto de pessoas ouça o motivo por tal radical decisão. Por meio de uma lista numérica, as fitas são passadas através do grupo até o número 13, oferecendo as versões de Hannah de boatos que circulavam na escola. Chegou a vez de Clay ouvir, e com ele, tomamos conhecimento do conteúdo de cada um.

A narrativa intercala os dias atuais – com os pensamentos de Clay a medida que ele ouve a histórias -, e duas semanas antes, quando Hannah ainda pensava sobre sua vida. Personagens secundários vão surgindo a cada vez que o menino aperta o play, descritos por ele e pela jovem de sua própria percepção. Por mais que você não esteja mais na escola, duvido não se identificar com os problemas relatados pela menina, ou que até mesmo já tenha passado por isso. As palavras de Asher conseguem entrar na cabeça e nos transportar para a mente de Clay, compartilhando suas agonias e irritações com os responsáveis pela morte de Hannah.

“Vocês não sabem o que estava passando no resto da minha vida. Em casa. Nem mesmo na escola. Não sabem o que se passa na vida de ninguém, a não ser a de vocês. E quando estragam alguma parte da vida de uma pessoa, não estão estragando apenas aquela parte. Infelizmente, não dá para ser tão preciso ou seletivo. Quando você estraga uma parte da vida de alguém, você estraga a vida inteira da pessoa. Tudo… é afetado.”

Os 13 Porquês pode ser considerado um livro de auto-ajuda, para crianças e adolescentes que sofrem calados. O número de jovens que optam por acabar com a própria vida para fugir do sofrimento é maior do que muitos de nós imagina, e ter isso retratado não apenas na literatura, mas também em uma série é essencial. Sim, para quem ainda não sabia, a história de Jay Asher vai virar uma série da Netflix ainda esse mês, estreando no dia 31 de março. Então corre para descobrir tudo antes de vir ao ar!

“Você pode ter ouvido boatos, mas não pode dizer que sabe alguma coisa de verdade só por causa deles.”

As gravações de Hannah são intensas e muitas pegam Clay de surpresa, uma vez que ele só conhecia a versão dos boatos que circulavam pelas bocas dos alunos. Ouvir o que realmente aconteceu pode ser mais significante do que parece. Não houve uma pessoa responsável pela morte da menina, mas sim uma série de fofocas, criadas pelas pessoas da fita, que desencadearam um transtorno de incapacidade em Hannah e a levaram a tomar os comprimidos. A culpa que consome Clay por não ter percebido nada é devastadora e mais uma vez nos leva a pensar…até que ponto conhecemos alguém?

Desventuras em Série | Netflix divulga teaser confirmando a segunda temporada

A Netflix já é conhecida pelo show de divulgação que oferece a suas séries e com Desventuras em Série, não foi diferente. O show foi um dos mais aguardados de 2017 e dividiu a opinião dos fãs após o lançamento.

Alguns meses após a divulgação dos episódios da primeira temporada, o canal encontrou um jeito divertido de confirmar a continuação da série na segunda temporada, e usou pra isso, algo que muito tem a ver com a história dos irmãos Baudelaire: um mistério.

Hoje de manhã, a Netflix divulgou um curioso e misterioso vídeo sobre Desventuras em Série. O pequeno teaser é narrado por Patrick Warburton, ator que interpreta Lemony Snicket, o narrador da história. Palavras deslizam pela tela por meio de um espiral e algumas letras formam um código para os fãs.

Tente formar o código antes de seguir a leitura. É uma pequena busca para o anúncio escondido.

VÁ TENTAR LER O CÓDIGO! 

Se você assistiu com atenção, percebeu que algumas palavras se tornam amarelas a medida que o espiral se desenvolve. Se colocá-las juntas, a mensagem será:

http://www.condicaosabidamentecabulosa.com

Ao entrar no site, encontrará uma mensagem de Lemony Snicket, mais uma vez nos alertando sobre continuar a descobrir a triste história dos irmãos Baudelaire. Entretanto, mesmo triste, os fãs assistiram avidamente sua tragédia – fizeram até maratona – e com isso a Netflix resolveu anunciar uma segunda temporada.

Preparados?

 

The 100 é renovada para uma quinta temporada

Parece que as chances de Clarke & Cia. de sobreviver ao apocalipse acabaram de aumentar.

Continuando suas renovações, a CW anunciou a renovação de The 100 para uma quinta temporada. O drama de ficção científica obteve um sucesso inesperado, sendo a primeira série da emissora feita para ter poucos episódios, mas que chegou tão longe. O produtor executivo e diretor, Jason Rothenberg, permanecerá em suas funções

Crítica | A Bela e a Fera é mágico e retrata de forma esplêndida o clássico de Walt Disney

Sabe aqueles filmes que queremos dar mais do que a nota máxima? A nova versão de A Bela e a Fera é, sem sombra de dúvida, um desses casos.

De uns tempos para cá, alguns clássicos contos de fada vêm sendo produzidos e relançados no formato Live-Action, adicionando um toque de realidade aos desenhos de nossas infâncias. Histórias como Alice no País das Maravilhas, Malévola e Cinderela, ganharam atores reais para interpretar seus personagens, além de todo um cenário ao redor, representando os reinos encantados. A última fábula escolhida para ganhar vida nos cinemas foi A Bela e a Fera, revivendo a magia da produção do Walt Disney Animation Studios, de 1991, baseado no filme francês de 1946.

Logo nos deparamos com um rosto conhecido no papel da protagonista Bela, vivida por Emma Watson, que finalmente se desvencilha de Hermione Granger. Criticada por muitos desde o momento de sua escolha, Watson honra a emblemática personagem não apenas por sua ótima atuação, mas pela bela voz ainda desconhecida pelo público, que certamente é um show a parte. Do outro lado temos Dan Stevens, atualmente em Legion, vivendo o príncipe transformado na monstruosa Fera, que através de efeitos visuais surpreendentes, transmite realidade e emoção em suas feições.

Um dos principais problemas presentes nos últimos Live-Actions lançados, foram as mudanças feitas em relação a história original. Em A Bela e a Fera isso não acontece faz com que a produção seja a melhor já feita. Os fãs com mais de 20 anos irão se emocionar ao ouvir as músicas de sua infância e ver as inesquecíveis cenas retratadas de maneira tão excepcional e real, enquanto os mais novos terão a chance de conhecer uma das clássicas princesas de Walt Disney.

Ao lado dos protagonistas, um elenco de peso ajuda a moldar o enredo e transformar o drama em algo gostoso e prazeroso de assistir, mesmo boa parte dele tendo sido revelada após a quebra da maldição. Ewan McGregor interpreta o candelabro Lumière, Ian Mckellen ,o relógio Cogsworth (Horloge), Emma Thompson, a chaleira Senhora Potts (madame Samovar), Nathan Mack, a pequena xícara quebrada Chip, Gugu Mbatha-Raw, o espanador Plumette, Audra McDonald, o guarda-roupa Garderobe, Stanley Tucci, o piano Maestro Cadenza, Kevin Kline, o pai de Bela, Maurice, e Hattie Morahan, a feiticeira Agathe.

O vilão Gaston é interpretado por Luke Evans, que atua de forma deslumbrante e incrivelmente semelhante ao original da Disney, além de adicionar uma bela e potente voz as músicas alegres dos camponeses. Finalmente, Josh Gad vive o “polêmico” personagem Le Fou, escudeiro que nutre uma paixão homossexual por Gaston e é o responsável por boa parte das gargalhadas e momentos engraçados da história. Certamente um elenco fenomenal, para um filme de igual característica.

Outra grande jogada do diretor Bill Condon foi a inclusão da maior parte, senão todas, das canções de Alan Menken e Howard Ashman do musical da Broadway, ornamentando o enredo com as emblemáticas músicas de A Bela e a Fera. Apesar de não cantar a versão original  de “Beauty and the Beast” ,de sua autoria, Céline Dion interpreta uma nova balada, “How Does a Moment Last Forever“, inserida no começo dos créditos, seguida da tão divulgada versão de Ariana Grande e John Legend da música principal. Você com certeza irá sair do cinema querendo ouvir toda a trilha sonora novamente, além de cantarolá-la incessantemente o resto do dia.

Por fim, a produção Live-Action de A Bela e a Fera é daqueles filmes que assistimos com um sorriso no rosto do início ao fim, além de lágrimas nos olhos de emoção e felicidade ao relembrar momentos da infância. Emma Watson encara um papel de grande responsabilidade e e com tamanha maestria se transforma na princesa de um dos principais contos de fada. A realidade com que a Fera é retratada e interpretada por Dan Stevens se encaixa no personagem assustador e solitário das histórias e ao lado de Watson, vivem o icônico casal de Walt Disney. Sem muitas mudanças no roteiro, o filme não poderia ter sido melhor, embalado por ótimas músicas e um elenco excepcional. Indubitavelmente dá vontade nunca mais sair da sala de cinema e revê-lo inúmeras vezes. Obrigada Bill Condon!

Crítica | Kong: A Ilha da Caveira surpreende por excelente fotografia e efeitos especiais

As expectativas para Kong: A Ilha da Caveira eram as mais baixas possíveis. Logo de cara, o filme pode parecer mais uma daquelas novas produções baseadas em histórias antigas (como o clássico King Kong de 1933, 1976 e 2005), apenas com efeitos e fotografias mais modernos. Sim, no começo percebemos que as semelhanças são inúmeras e como é possível ver no trailer, temos um gorila colossal atacando seres humanos em uma ilha desconhecida. As conformidades, porém, acabam por aí e trama desenvolve sua própria narrativa e características.

Um dos principais objetivos dessa nova franquia é trazer os mais jovens para o universo dos monstros gigantescos, trazendo um pouco dos clássicos e adicionando adrenalina, efeitos monstruosos e ação do início ao fim. O filme se passa em 1970, pós Guerra do Vietnã, onde soldados contam os segundos para retornarem a suas famílias e casas. Entretanto, uma última missão aparece quando o cientista Bill Randa (John Goodman) decide procurar um inimigo do passado em uma ilha ainda não explorada. Toda uma expedição é planejada e uma equipe de soldados é enviada para acompanhar, além do geólogo Houston (Corey Hawkins), da bióloga San (Jing Tian), do explorador James Conrad (Tom Hiddleston) e da fotógrafa antiguerra Mason Weaver (Brie Larson).

Logo no início conhecemos Kong, um dos grandes reis desconhecidos do mundo e protetor da Ilha da Caveira, localizada no meio do oceano e rodeada por tempestades monstruosas, mas incapazes de destruir um helicóptero. A partir daí, se inicia um show de fotografia e efeitos visuais por meio da criação de um lugar paradisíaco e isolado, habitado não apenas pelo nosso querido gorila, mas por outras espécies descomunais como lagartos, aranhas e polvos. Não demora muito tempo para a ação começar, e os primeiros seres humanos começarem a cair perante a ira do anfitrião e por consequência, do líder do exército Preston Packard (Samuel L. Jackson). Os soldados que acompanham Packard são vividos por Thomas Mann, Jason Mitchell, Shea Whigham, Eugene Cordero e Toby Kebbell, que interpreta também a versão digital de Kong.

Temos plena consciência de que nada ali é real, mas a veracidade como tudo nos é apresentado é surpreendente. Desde os mais singelos detalhes como pequenos insetos, até as criaturas maiores como Kong e os lagartos, são feitos com tanta maestria que motiva o público a continuar prestando atenção até o fim. A trupe embarca em uma aventura desconhecida, mas acaba por ter a experiência de suas vidas, principalmente quando elas terminam na ilha, afinal, não era de se esperar que o Rei ficasse parado quando bombas são lançadas em sua casa.

Kong: A Ilha da Caveira pode ser descrito como puramente cinema entretenimento, adotando um ritmo frenético do início ao fim. Não será aquele tipo de filme que muitos irão dormir, principalmente se for visto em uma sala equipada com telas panorâmicas, sons de última geração e qualidade 3D, aumentando ainda mais os efeitos impecáveis da parte técnica. Vale a pena investir um pouco mais no ingresso! Além disso, não apenas de ação é formada a trama, visto que o filme ironiza a si mesmo em diversos momentos, principalmente após a adição de John C. Reilly ao grupo. Cenas escalafobéticas levam o público a se divertir de maneira inteligente, não deixando claro se foi proposital ou se é apenas bobo, caracterizando o melhor tipo de ironia.

O que não se pode esperar é um roteiro denso e bem trabalhado. Não será uma produção indicada ao Oscar de Melhor Filme, por meio de um roteiro básico e raso, dependente dos trabalhos anteriores. Nos é oferecido exatamente aquilo que foi prometido no trailer, e nem mesmo a presença de atores como Larson, Jackson e Hiddleston é necessária, já que os mesmos não exercem todo seu potencial e seus personagens poderiam ter sido interpretados por qualquer um. Nos resta saber se eles estarão presentes em outras produções ou se serão substituídos por outros personagens.

Por fim fica uma reflexão: Quem é o vilão da história? O gorila, protetor e rei do lugar, ou os seres humanos que chegam bombardeando e tomando conta de uma terra que não é sua?

E uma dica, por mais que os créditos sejam bem longos, vale a pena esperar terminar.

 

Jason Isaacs se junta ao elenco de Star Trek: Discovery

Depois de The OA e Harry Potter, chegou a vez de Jason Isaacs se juntar ao elenco de Star Trek: Discovery.

O ator entrou para o elenco da série da CBS como regular, no papel de Capitão Lorca, o comandante da nave Discovery. Ainda não foram divulgadas novas informações sobre o personagem.

Além de Isaacs, o elenco conta com Sonequa Martin-Green ( de The Walking Dead), Doug Jones (de O Labirinto do Fauno), Anthony Rapp (de Uma Mente Brilhante), Michelle Yeoh (de Marco Polo), Chris Obi (de Doctor Who), Mary ChieffoShazad Latif (de Penny Dreadful) e James Frain (de Gotham).

No Brasil, a transmissão ficará por conta da Netflix, que adquiriu os direitos de transmissão das séries passadas de Jornada nas Estrelas.

 

Ler é Bom, Vai | O Símbolo Perdido, um dos melhores casos de Robert Langdon

Dan Brown já nos agraciou com seu talento em várias obras, muitas inclusive adaptadas para o cinema. Enquanto Tom Hanks dava a vida ao Professor Robert Langdon nas telas, Brown nos apresentava com os mais detalhes seu tão famoso personagem.

Depois de viajar o mundo, em O Símbolo Perdido o professor de Harvard se encontra em Washington, após ter sido convidado as pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon (maçom e filantropo) para dar uma palestra no Capitólio norte-americano. Obviamente, tudo não passa de uma armadilha e Solomon sumiu, cabendo a Langdon encontrar seu amigo. O preço do resgate? Nada mais tradicional do que um tesouro, escondido na cidade de Washington por seus fundadores, e cobiçado pelo sequestrador Mal’akh. A partir daí, se inicia mais uma das ótimas aventuras de Robert Langdon, descrita pelas ótimas palavras de Dan Brown.

“Viver no mundo sem tomar consciência do significado do mundo é como vagar por uma imensa biblioteca sem tocar os livros.”

Como em todos os seus livros, Brown procura investigar e expor um universo polêmico poderoso. Em O Símbolo Perdido, somos apresentados aos mistérios da maçonaria, antiga sociedade discreta que prega que todo homem é livre e possui bons costumes. Para salvar a vida de Solomon, Langdon tem de encontrar a famosa Pirâmide Maçônica, um dos segredos mais profundos da fraternidade, escondido nas vísceras da capital norte-americana. E claro que não podia faltar a força policial que irá trabalhar com Langdon, seja para ajudá-lo ou impedi-lo. Como estamos nos Estados Unidos, nada menos do que a força tática da CIA é acionada, sendo desafiada por todos os mistérios que se desenvolvem nas descobertas do professor. Não pensem que será muito diferente dessa vez, tais mistérios se encontram ocultos em obras de arte e locais inimagináveis ao olho humano. A menos que você seja um simbologista como Robert Langdon.

 A maneira como Dan Brown apresenta as informações é tão profunda e detalhada, que acreditamos piamente em tudo que estamos lendo. Por mais que muitas informações sejam verídicas, não é todo monumento apresentado na trama que possuí um segredo milenário escondido, mas você terminará de ler crendo que sim. O fato dos mistérios estarem escondidos em lugares reais, na maioria das vezes em partes pequenas e ocultas, nos faz querer sair correndo e confirmar se aquilo realmente está ali.

Um dos diferencias em O Símbolo Perdido é a perspectiva da narrativa, não apenas contada pelo ponto de vista de Langdon. Conseguimos enxergar através do ponto de vista de Katherine Solomon, Sato Inoue, a diretora do Escritório de Segurança da CIA; Bellamy Warren, o Arquiteto do Capitólio; e Mal’akh. Por mais que boa parte seja narrada pelos olhos do professor, uma visão mais ampla dos acontecimentos nos permite entrar na história e tentar prever o que acontecerá em seguida. Com um início lento e monótono, demorei a pegar o ritmo da aventura, e essa concepção ampliada do mistério ajuda o leitor a se apegar ao livro.

“- Robert, nós dois sabemos que os antigos ficariam horrorizados se vissem como seus ensinamentos foram deturpados… como a religião acabou virando uma cabine de pedágio para o céu… como soldados vão para a guerra acreditando que Deus está do lado deles. Nós perdemos a Palavra, mas seu verdadeiro significado continua a nosso alcance, bem diante de nossos olhos”

O molde adotado por Dan Brown se repete, mas não pensem ser algo negativo. O autor sempre encontra uma maneira de nos surpreender, e em O Símbolo Perdido não foi diferente. Desvendando e introduzindo um assunto polêmico e pouco conhecido por muitos, ele traz o simbologista Robert Langdon para mais uma aventura, e quem somos nós para reclamar? Pela clareza nos detalhes, pelo número de símbolos e charadas e pela maneira como tudo se encaixa no final, este foi um dos meus favoritos da série. Apesar dos momentos cansativos do começo, a trama vai desabrochando e logo não conseguimos mais largar o livro, querendo saber o que acontece no final. Espero que esta história seja adaptada para os cinemas, assim como seus antecessores, mas que nada seja mudado como aconteceu em Inferno. Os fãs de Dan Brown vão reforçar seu amor pelo autor e ficarão felizes com aquilo que lhes foi oferecido.

Protagonistas de The Big Bang Theory reduzem salário para aumentar pagamento de colegas de elenco

Os cinco principais atores do elenco de The Big Bang TheoryJim Parsons, Johnny Galecki, Kaley Cuoco, Simon Helberg e Kunal Nayyar, presentes desde os primeiros episódios da série, propuseram uma redução de seus salários em prol das colegas de elenco Melissa Rauch (Bernadette Rostenkowski-Wolowitz) e Mayim Bialik (Amy Farrah Fowler).

Os atores ainda não tiveram seus contratos renovados e a desigualdade dos salários pode ter grande peso nessa decisão. Enquanto os cinco originais recebem cerca de US$1 milhão por episódio, Bialik e Rauch recebem “apenas” US$200 mil. De acordo com a Varietyhouve uma reunião entre os produtores e o elenco, onde o mesmo propôs um reajuste em seus salários. Eles irão receber US$100 mil a menos, proporcionando uma liberação de US$500 mil no orçamento de cada episódio, destinados as duas atrizes.

Com esse reajuste, Mayim e Melissa terão seus pagamentos aumentados para US$450 mil por episódio, ainda metade do que recebe o restante do elenco, razão pela qual o acordo ainda não foi oficializado. A nova proposta será enviada as agentes de cada uma, que buscam um salário alinhado aos demais. Uma vez resolvido o problema, The Big Bang Theory pode ser renovada até a décima segunda temporada. Por mais que tenha um custo super elevado, a série ainda é o seriado mais assistido da televisão norte-americana, superando até mesmo os jogos da NFL.

 

 

Carnaval Rio2017 | Você conhece o Bloco Marcha Nerd?

Antes de mais nada, você provavelmente deve estar se perguntando o que a Cultura Nerd e o Carnaval tem a ver um com o outro? Responder essa pergunta é justamente o objetivo dessa matéria. Há não muito tempo atrás, juntar Nerd e Carnaval parecia algo de outro mundo. Ter um bloco que carregasse Nerd no nome então…mais fácil carregar o martelo do Thor! Pois é caros colegas, graças a Odin, Zeus e muitos outros, o estereótipo negativo dessa palavra foi derrubado e hoje temos orgulho de desfilar por aí e assumirmos que sim, somos nerds!

Pensando nisso, em 2012 foi criado o Bloco Marcha Nerd, uma banda cujas principais referências são o Carnaval de Rua e a Cultura Nerd. O objetivo? Reunir todo o público apaixonado pelo mundo Geek em um lugar diferente dos eventos e feiras especializadas, além de diversificar um pouco os blocos de carnaval. A arena escolhida para essa batalha foi o Rio de Janeiro, palco de uma das festas mais animadas do mundo! E vem dando muito certo!

A estreia do Bloco aconteceu no Carnaval de 2013, na praça Varnhagem, na Tijuca, onde encantou toda uma legião de fãs e entrou para sempre no calendário Nerd carioca. Os cantores Clara Salim e Bruno Dias invocam as aberturas e trilhas de séries, filmes e animes e as transformam no mais animado e contagiante ritmo da bateria de carnaval, controladas pelos Maestros Pedro Prata e Breno Marques. São clássicos como “He-man”, “Pokémon” e “Dragon Ball Z”, além dos tokusatsus “Jaspion” e “Jiraya” até mesmo temas mais atuais como “Naruto”, “Game of Thrones” e “Fairy Tail” que compõe o repertório do Marcha Nerd.

E as fantasias? Se existe uma coisa que nós nerds gostamos de fazer, é nos fantasiar de nossos personagens favoritos. Sejam Cosplays ou “Cospobres”, o público veste suas armaduras e se reune nesse maravilhoso evento a céu aberto, formando uma grande multidão de pessoas com um único interesse em comum: se divertir. E não pensem que é só para aguçar nossa memória emocional que o Marcha Nerd existe, pois a festa ainda traz recursos visuais e sonoros, abarcando composições musicais dos mais variados estilos, aos ritmos tipicamente brasileiros. O resultado não podia ser diferente, é um verdadeiro Carnaval Nerd.

Esse ano, o Bloco Marcha Nerd vai acontecer amanhã (26/02) na Praça Xavier de Brito (a famosa Praça dos Cavalinhos) , na Tijuca. E calma, não vai ser daqueles blocos que temos de acordar cedo para ir, afinal temos de ficar vendo mais um episódio de série até de madrugada! O bloco começa as 14 horas, então dá tempo de acordar, tomar o toddynho e partir para lá! Não vai ser difícil encontrar, é só procurar um monte de gente fantasiada igual a você !
E como todo nerd, eles estão na internet! Mais informações sobre o bloco, é só visitar:

Site Oficial: www.marchanerd.com
Facebook: www.facebook.com/marchanerd
Instagram: @blocomarchanerd
Youtube: https://www.youtube.com/user/BlocoMarchaNerd

Ou entrar em contato por email e/ou telefone:

[email protected]
Bianca Porto – (21) 98844-3200
Diego Marques – (21) 97951-5027

Que a força esteja com você!

#peideiesaí

The Good Doctor | Freddie Highmore protagonizará série médica do criador de House

Freddie Highmore já encontrou um novo projeto pós Bates Motel. O ator irá protagonizar o novo piloto da ABC, The Good Doctor, de acordo com a Variety.

The Good Doctor conta a história de Shaun Murphy, um jovem cirurgião autista que é relocado de uma vida pacata no interior, para a unidade cirúrgica de um prestigiado hospital. Sozinho no mundo e incapaz de estabelecer conexão pessoal com qualquer um a seu redor, Shaun utiliza de seus talentos médicos extraordinários para ganhar de seus colegas céticos e salvar a vida dos pacientes que ele tanto gosta.

Highmore viverá o personagem central, Dr. Shaun Murphy, que é descrito como sendo esquisito, sem nenhuma interação social, mas dono de uma honestidade tremenda. Um sábio da medicina, Shaun sobreviveu a uma infância terrível para conseguir realizar o desejo de ser médico. Sem poder acessar suas emoções, mas sendo brilhante e intuitivo na medicina, ele consegue seu primeiro emprego como cirurgião no Hospital San Jose St. Bonaventure, onde seu mentor e amigo, Dr. Ira Glassman, apoia sua contratação com paixão e determinação.

The Good Doctor é originária de David Shore, criador de House, e Daniel Dae Kim, de Hawaii Five-0. A série será dirigida por Seth Gordon e terá Shore como produtor executivo, ao lado de Erin Gunn. Além de Highmore, Nicholas Gonzales (de Pretty Little Liars e How To Get Away With Murder) irá interpretar o Dr. Neil Melendez, o chefe dos cirurgiões residentes do hospital.